A teologia da cruz

Boa noite a todos!

Como vão vocês e suas famílias?

Gostaria de lhes falar um pouco hoje aqui sobre a teologia da cruz.

“Sim, eu amo a mensagem da cruz!

Até morrer eu a vou proclamar!

Levarei, eu também, minha cruz!

Até por uma coroa trocar!” (hino cristão).

O que há de tão especial a respeito de Jesus de Nazaré, o Cristo do SENHOR, ter sido pendurado em um madeiro para a morte?

Houve um tempo quando o povo do SENHOR havia se esquecido do seu Deus e, por isso, castigado com o jugo da escravidão, no Egito. Houve sofrimento crescente, violência e roubos em todos os níveis, mas os israelitas se recusavam a se voltar para o único Deus Eterno, arrepender-se dos seus pecados e crer no Soberano Senhor.

Foi por meio de muita dor e sofrimento que então os filhos de Abraão se lembraram da fé de seus antepassados e começaram a trilhar um caminho de volta, um pedido de socorro, a invocação do Nome do SENHOR.

O SENHOR providenciou, então, um libertador e uma libertação, e o sinal de que haviam recorrido ao Deus Eterno foi o sangue de um cordeiro de um ano, sem mancha nem defeito, pintado nos umbrais das portas e janelas da casa de todo o crente. Assim, quando a ira do Altíssimo se derramou em vingança sobre a face da terra, passou por cima e poupou a vida dos primogênitos das famílias que abandonaram o mal e olharam para Deus.

No deserto do Sinai, durante a peregrinação para a terra prometida houve um momento quando o povo voltou a pecar, sendo castigados com uma infestação de serpentes venenosas, capazes de matar. Moisés intercedeu a favor do povo, diante de Deus, e obteve misericórdia: se levantasse uma estátua de serpente no meio do acampamento, todos os que fossem picados pelas víboras, mas recorressem ao SENHOR, voltando seus olhos para a estátua, não morreriam por causa do veneno. E assim foi!

O que estou querendo lhes dizer hoje aqui é o seguinte: temos dois fenômenos principais atuando em Jesus, o Cristo, pendurado em uma cruz.

Em primeiro lugar, a vingança do SENHOR Deus contra todo o pecado cometido na terra pode ser desviada de mim, caso eu recorra àquele santo pendurado ali. Posso ser poupado do castigo que me é devido se colocar minha fé naquele que se deixou matar por amor ao SENHOR e a mim. Como no Egito, as casas que tiverem sido ungidas com o sangue do Cordeiro de Deus, Jesus de Nazaré, serão poupadas da ira e do inferno, o castigo final.

Em segundo lugar, aquele que olhar para o Cristo na sua hora sacrificial está na verdade olhando para o SENHOR outra vez, reconhecendo-lhe a Soberania e retidão, suplicando-lhe graça e misericórdia, buscando o poder de libertação, cura e salvação.

Quem não olhar para aquela cruz, arrependido e crente no SENHOR Deus, não será substituído no juízo, acolhido pela graça nem vivificado após a sua morte.

Olhar para aquela cruz é confiar e se modificar para o bem, retornando voluntariamente à vida que nasce do amor, que é quando nos submetemos à Lei do SENHOR Deus.

O meu sangue não precisará ser derramado, nem o da minha família, se aquele outro do Santo Filho de Deus for contado como o nosso. Por outro lado, ninguém precisará perecer eternamente se, em face da morte, levantar seus olhos, como quem busca socorro naquele que esteve pendurado na cruz.

O SENHOR Deus não é um banana… Ele não se engana nem pode ser trapaceado.

Se você não for puro como uma criança nesse gesto simples de fé, olhar para aquela cruz com pesar e esperança, você não entrará no Reino de Deus, mas será considerado culpado de todos os seus pecados.

Obrigado, Senhor Jesus, por sua coragem e exemplo de fé. Obrigado, SENHOR Deus, por sua justiça e misericórdia.

Meus olhos contemplam a sua grande Salvação!

Seja feita a sua vontade, eternamente, SENHOR! Amém.

Obrigado por acompanhar o nosso blog!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

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