O desespero do culpado desmascarado

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que provando da doce paz que brota da corajosa obediência ao SENHOR Deus.

Hoje vamos ler aqui mais um trecho das Escrituras Sagradas. Que o SENHOR Deus nos dê a sua palavra, em nome de Jesus, o Cristo de Deus, amém!

“Quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a ele e a interrogá-lo com muitas perguntas, esperando apanhá-lo em algo que dissesse” (Lucas 11. 53-54. NVI).

A Lei do SENHOR Deus não é arbitrária nem foi acrescentada posteriormente, mas é natural e válida desde o princípio de todas as coisas.

A arbitrariedade e oportunismo nasceram com o espírito farisaico, quando homens e mulheres desobedientes na essência se apoderaram momentânea e astutamente dos sinais da bênção do SENHOR Deus, desvirtuando, perseguindo, roubando e amaldiçoando traiçoeiramente os legítimos filhos do Deus Excelso.

Está escrito:

“Então [Jesus] começou a ensinar-lhes que [é] necessário que o filho do homem [sofra] muitas coisas e [seja] rejeitado pelos líderes religiosos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos mestres da lei, [seja] morto e três dias depois [ressuscite]” (Marcos 8. 31. NVI).

Também está escrito:

“Digno é o cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (Apocalipse 5. 12b. NVI).

Esse é o panorama da vida de todo aquele que crê no SENHOR Deus e se arrepende de todo o pecado.

Filho do homem sou eu e você, e todos seremos rejeitados, perseguidos e combatidos, se avançarmos puramente em uma aliança verdadeira com o Santo e Digno Deus.

O problema do justo é que ele não aceita suborno e, ao fazê-lo, torna clara a corrupção do que lhe propõe o mal.

“Eu e minha casa serviremos ao SENHOR” é a declaração mais poderosa e ameaçadora, contra aqueles que sacrificaram a sua consciência participando da mesa do Diabo.

Quem é que será morto e três dias depois ressuscitará? Jesus ou todo cristão?

Se você permitir que o Altíssimo grave a sua Lei em seu coração, você será morto e três dias depois ressuscitará.

Se você atravessar o mesmo batismo pelo qual o Senhor Jesus passou, também será digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor.

O Espírito Santo é a Lei do SENHOR Deus.

A desobediência perseguirá a obediência, mas, como as varas dos magos do Egito transformadas em serpentes, será engolida pelo poder do Reino de Deus, a vara de Moisés, que era, é e será eternamente.

Ser castigado por praticar o mal não é ser perseguido por causa do Reino de Deus, que é ser castigado por escolher e permanecer no bem.

Tenho uma firme crença de que sempre há espaço para alcançarmos um degrau mais profundo na conquista do nosso arrependimento. Pois a cada dia o conhecimento do SENHOR Deus aumenta e ilumina a pista daqueles que nasceram de novo para o Reino de Deus.

Você não é uma flecha perdida, lançada para o acaso, um acidente inconveniente, nem uma aberração.

Você é a resposta do SENHOR Deus a uma das importantes fomes da sua geração.

Se você colocar em primeiro plano de prioridade a Santidade do SENHOR Deus, então realizará no tempo perfeito as curas, os sinais e os prodígios que testemunharão a respeito do Reino de Deus.

Não jogue a sua integridade na lata do lixo.

Aceite a sua responsabilidade como homem ou mulher consagrado ou consagrada a Deus e se afaste das más companhias, das suas casas de culto profano e das suas obras malignas.

Entenda que estamos em guerra até que a maldade traga ao mundo o definitivo juízo do SENHOR Deus. Pois todo o sangue inocente será vingado.

Entregue a sua fragilidade ao Pai Celestial, seguro de que ninguém abreviará os seus dias, pois o propósito do SENHOR Deus, que o criou, completamente se cumprirá.

Os hipócritas serão destruídos eternamente.

Eu acredito em vocês! Eu acredito em milagres!

Boa semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, homem religioso.

Ao redor da mesa.

Estava falando com minha esposa sobre um tema para o próximo texto e ela me sugeriu que falasse um pouco sobre a espiritualidade da mesa.

Quero lhes falar um pouco sobre isso hoje aqui.

Quando se come junto, muita coisa acontece.

A mesa é um ambiente de troca afetiva.

Aprendemos a comer através de uma experiência afetiva.

A amamentação é a experiência original desenhada para nos ensinar que “é seguro, você pode se abrir para receber algo do mundo, isso vai lhe fazer bem”.

É o afeto, a confiança e a aceitação que tornam possível a alimentação sadia.

Alimentar-se, alimentar o outro e alimentar-se com o outro são todos realidades afetivas.

Também é ao redor da mesa que tomamos parte nas realidades espirituais.

“Quem participa da minha mesa participa do espírito da minha casa”.

Há uma advertência muito severa dizendo que não se deve comer do alimento sacrificado aos ídolos. Isso quer dizer que não se deve comer no ambiente em que as pessoas estão praticando o pecado, pois comer ali onde outros praticam o mal é tornar-se participante desse mal.

Quando comemos algo material entra dentro de nós, mas também algo imaterial.

Os dois sacramentos essenciais na tradição cristã protestante são o Batismo e a Santa Ceia.

Por meio do Batismo publicizamos o arrependimento e a fé: “os caminhos de Deus são justos, bons e eternos, nós andaremos neles e, por causa disso, Deus nos socorrerá e salvará”; por meio da Santa Ceia entramos na comunhão da Igreja e literalmente bebemos do sangue de Jesus Cristo, o que quer dizer que consentimos que o castigo que nos é devido por causa dos nossos pecados cometidos anteriormente recaia sobre ele em nosso lugar.

Quem não for Batizado de corpo, alma e espírito, e não participar da Santa Ceia do Senhor Jesus Cristo, não entrará no Reino de Deus.

Olhe muito bem para o que você come, onde você come, ao redor de quê você come e com quem você come.

Há pessoas com quem não se deve nem mesmo comer junto: com hipócritas não se deve sentar à mesa.

Pessoas que se dizem da fé, mas que andam em pecado, com esses não se deve comer.

Existe uma grande diferença entre o ignorante e o perverso. A pessoa que anda com Deus aprenderá a diferença entre eles, para ter paciência com o primeiro e manter distância do último. Pois quem sempre esteve perdido ele não tem como estar correto, já o perverso conheceu a verdade, mas amou praticar o mal.

Uma das intimidades mais bonita entre as pessoas pode acontecer num encontro assim, ao redor da mesa.

Deus nos faça desfrutar desse melhor!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Arrependimento, perdão, fé e salvação.

“Convidado por um dos fariseus para jantar, Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa.

Ao saber que Jesus estava comendo na casa do fariseu, certa mulher daquela cidade, uma ‘pecadora’, trouxe um frasco de alabastro com perfume e se colocou atrás de Jesus, a seus pés. Chorando, começou a molhar-lhe os pés com suas lágrimas. Depois os enxugou com seus cabelos, beijou-os e os ungiu com o perfume.

Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si mesmo: ‘se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que tipo de mulher ela é: uma ‘pecadora’ ‘.

Então lhe disse Jesus: ‘Simão, tenho algo a lhe dizer’.

‘Dize, mestre’, disse ele.

‘Dois homens deviam a certo credor. Um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinquenta. Nenhum dos dois tinha com que lhe pagar, por isso perdoou a dívida a ambos. Qual deles o amará mais?’

Simão respondeu: ‘suponho que aquele a quem foi perdoada a dívida maior’.

‘Você julgou bem’, disse Jesus.

Em seguida, virou-se para a mulher e disse a Simão: ‘vê esta mulher? Entrei em sua casa, mas você não me deu água para lavar os pés; ela, porém, molhou os meus pés com suas lágrimas e os enxugou com seus cabelos. Você não me saudou com um beijo, mas esta mulher, desde que entrei aqui, não parou de beijar os meus pés. Você não ungiu a minha cabeça com óleo, mas ela derramou perfume nos meus pés. Portanto, eu lhe digo, os muitos pecados dela lhe foram perdoados; pois ela amou muito. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama’.

Então Jesus disse a ela: ‘seus pecados estão perdoados’.

Os outros convidados começaram a perguntar: ‘quem é este que até perdoa pecados?’

Jesus disse à mulher: ‘sua fé a salvou; vá em paz’ ” (Lucas 7. 36-50. NVI).

Os fariseus e os peritos na lei eram aqueles que rejeitaram o propósito de Deus para eles, não sendo batizados por João Batista. Para eles o que havia era a tradição religiosa, mas não a religião (religare, “ligar de novo”, voltar a fazer a vontade de Deus); eram inconsequentes: pelas Escrituras Sagradas não se deixavam nem tocar, nem mudar, nem guiar.

Simão, o fariseu, convidou Jesus Cristo para jantar com ele, logo depois das curas e prodígios maravilhosos que Ele havia realizado, para confirmar perante os discípulos de João Batista que Ele era o Cristo, o Messias, o Ungido prometido de Deus, o Salvador de todo aquele que nEle crê.

Um homem de aparências, inconsistente e arrogante, Simão testa o Salvador em seu coração ao invés de passar pelo batismo do arrependimento e, através de Cristo, buscar estabelecer sua reconciliação com Deus. Muito diferente da mulher “pecadora”, que faz exatamente essas coisas, tendo seus pecados perdoados, e, por meio da fé em Jesus Cristo, é salva e recebe a bênção da paz.

Simão tem dinheiro para patrocinar um jantar e amigos para encher a sua casa, mas enxerga muito pouco a respeito das realidades espirituais. Ele conhece a mulher “pecadora”, quem lhe é próxima de alguma maneira, senão ela não teria acesso ao interior da casa dele nem ele saberia da vida de pecados dela. Mas para ele o pecado dela não lhe parece familiar; ele não reconhece em si mesmo o pecado, que é tão óbvio para todo aquele que pela fé reconhece: Jesus Cristo é o Filho de Deus.

Simão diante de Jesus Cristo está interessado em ter um contato com uma figura pública; na expansão da sua rede de influências e poder. Jesus Cristo era “o cara” do momento. Já a mulher “pecadora”  sabe Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, o Enviado de Deus para a salvação de todo o mundo.

A diferença entre essa a mulher e esse homem é que a justa de Deus por seu arrependimento, obteve perdão, e por seu ato de fé, ela obteve a salvação e a paz. Já a indiferença do outro o fez perder o milagre da graça de Jesus Cristo: perdão, salvação e paz.

A justiça de Deus é: que essa mulher “pecadora”  amou a Deus com todas as suas forças, de todo o seu coração, de toda a sua alma e com todo o seu entendimento. E a justa transborda a justiça de Deus.

Já Simão, nunca se arrependeu, nunca creu em Jesus Cristo, nunca amou Deus, quem perdoa, quem cura, quem salva, quem concede a paz.

A condição da mulher “pecadora” era o cativeiro espiritual. Mas no ato de fé que acompanhou seu arrependimento genuíno ela encontrou o Salvador e recebeu dele a sua salvação: libertação, restauração e cura. Nunca mais foi a mesma mulher; nunca mais foi a vergonha do Pai.

A condição de Simeão, o fariseu, era o cativeiro espiritual. E ele continuou em trevas.

“Quem é esse que até perdoa pecados?” Ele é Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus, o que tira o pecado do mundo.

Convém adorá-lo!

Que o temor de Deus encha o nosso coração para que alcancemos o arrependimento e a fé para a nossa alegria, para a glória do Pai!

Arrependamo-nos! O Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

O batismo de arrependimento é necessário.

“Essas notícias sobre Jesus espalhavam-se por toda a Judéia e regiões circunvizinhas.

Os discípulos de João contaram-lhe todas essas coisas. Chamando dois deles, enviou-os ao Senhor para perguntarem: ‘és tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?’

Dirigindo-se a Jesus, aqueles homens disseram: “João Batista nos enviou para te perguntarmos: és tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?’

Naquele momento Jesus curou muitos que tinham males, doenças graves e espíritos malignos, e concedeu visão a muitos que eram cegos.

Então ele respondeu aos mensageiros: ‘voltem e anunciem a João o que vocês viram e ouviram: os cegos veem, os aleijados andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e as boas novas são pregadas aos pobres; e feliz é aquele que não se escandaliza por minha causa’.

Depois que os mensageiros de João foram embora, Jesus começou a falar à multidão a respeito de João: ‘o que vocês foram ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Ou, o que foram ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que vestem roupas esplêndidas e se entregam ao luxo estão nos palácios. Afinal, o que foram ver? Um profeta? Sim, eu lhes digo, e mais que profeta. Este é aquele a respeito de quem está escrito: ‘enviarei o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti’. Eu lhes digo que entre os que nasceram de mulher não há ninguém maior do que João; todavia, o menor no Reino de Deus é maior do que ele’.

Todo o povo, até os publicanos, ouvindo as palavras de Jesus, reconheceram que o caminho de Deus era justo, sendo batizados por João. Mas os fariseus e os peritos na lei rejeitaram o propósito de Deus para eles, não sendo batizados por João.

‘A que posso, pois, comparar os homens desta geração?’, prosseguiu Jesus. ‘Com que se parecem? São como crianças que ficam sentadas na praça e gritam umas às outras: ‘nós lhe tocamos flauta, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não choraram’. Pois veio João Batista, que jejua e não bebe vinho, e vocês dizem: ‘ele tem demônio’. Veio o Filho do homem, comento e bebendo, e vocês dizem: ‘ai está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e ‘pecadores’ ‘. Mas a sabedoria é comprovada por todos os seus discípulos’ ” (Lucas 7. 18-35. NVI).

João Batista sabe que seu trabalho é preparar o caminho para o Salvador. Por isso ele manda dois de seus discípulos para tirarem isso a limpo interrogando o próprio Jesus sobre sua identidade.

A resposta de Jesus Cristo vem em ato, protagonizando sinais e maravilhas, e em palavras, falando sobre os sinais e maravilhas que deveriam acompanhar o Salvador.

Feliz é o homem que não se escandaliza por Jesus Cristo testemunhar abertamente sobre si mesmo: “eu sou o Salvador”.

Então Jesus Cristo fala sobre João Batista e seu ministério.

Nem um caniço agitado pelo vento, nem um homem vestido em roupas finas. Não. João Batista é um profeta e mais do que isso: ele é o mensageiro de Deus que prepara o caminho para o Salvador e para a Salvação.

Não se chega ao Salvador nem à salvação sem antes passar pelo batismo de João Batista: um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados.

Dentre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João Batista. Mas todo aquele que, atravessando o batismo de João Batista, encontra o Salvador e a Salvação, nasce do Espírito Santo e se torna maior do que João Batista.

Mistério profundo: homens e mulheres maiores do que João Batista.

Contudo, todo aquele que verdadeiramente ouve as palavras de Jesus Cristo, ele volta o seu caminho para se submeter ao batismo de João Batista, para entrar no Reino de Deus.

Jesus Cristo institui o batismo de João Batista como um sacramento: um passo necessário para a Salvação.

Os cobradores de impostos aceitaram o batismo de João Batista, reconhecendo que os caminhos de Deus eram justos. Mas os falsos religiosos não aceitaram o Salvador.

Os falsos religiosos são inconsequentes. Não praticam o que leem nas Escrituras; não se importam com a verdade, nem com a Salvação; não temem a Deus. Quando eles falam uns para os outros, eles não reagem. Tudo o que dizem é da boca para fora sem peso nem consequência. São homens e mulheres estéreis.

Mas a sabedoria verdadeira, gera filhos.

O verdadeiro profeta, João Batista, gerou filhos.

O verdadeiro religioso deixa filhos do Espírito, filhos da eternidade, filhos de Deus.

Quem não se arrepende e não passa pelo batismo de João Batista é um falso religioso e jamais deixará filhos nem vida.

Mas quem se arrepende, passando pelo batismo de João Batista, achará o Reino de Deus e será feito maior do que João Batista pelo Espírito do Salvador, Jesus Cristo, o Senhor.

Arrependamo-nos! O Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.