Bússola para a felicidade

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que aprendendo a respeitar a necessária alternância entre tensão e relaxamento, ação e descanso.

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a bússola que nos guia até a felicidade.

Conversando com a Cibele, minha esposa, cheguei a uma imagem mental que gostaria de compartilhar com vocês.

Imaginem que existe uma bússola plana sobre uma superfície plana e que alguém coloca sobre ela um mapa do mundo plano e transparente. Esse mapa está solto e a pessoa pode movê-lo como desejar, virando, subindo e descendo, sempre enxergando a agulha da bússola por debaixo a marcar o Norte eletromagnético.

Pois bem, pensei que nós somos os valentes chamados a navegar para esse Norte e que o mapa vai sendo movido pelo dedo do SENHOR Deus.

Sabemos que nosso destino está à direita, mas somos chamados a pela fé continuar seguindo na direção do Norte pelo próprio Deus, de modo que, com a experiência da vida, começamos a perceber que o SENHOR está movendo o mapa e é ele, e não nós mesmos, quem está transformando o Universo adiante de nós e para o nosso favor.

Embora nosso começo possa parecer um grande desvio em relação ao nosso destino pressentido e desejado, começamos a perceber que não importa a localização real da nossa felicidade, porque, se persistirmos e não desanimarmos na jornada para o Norte, no tempo perfeito o destino que estava à direita agora está maravilhosamente à frente de nós.

O SENHOR Deus move o Universo para satisfazer cada um dos seus filhos, os que obedecem aos seus Mandamentos e reproduzem o testemunho de Jesus, o Cristo, qual seja, obedecer ao SENHOR Deus em tudo, até o fim e de todo o coração é o caminho para a vida eterna.

Não é o santo que se move, mas o Universo, pois todas as coisas cooperam juntamente para o bem daqueles que amam ao SENHOR Deus.

A tenacidade da agulha da bússola, que aponta sempre para o Norte eletromagnético, é a perseverança dos santos em responder em toda e cada situação ao Espírito Santo do SENHOR Deus, ou seja, o que o Deus Verdadeiro faria nessa situação, diante dessa circunstância, consigo mesmo e para com essa outra pessoa, etc.

Se você abandonar o Norte eletromagnético e tentar alcançar o seu destino, que, num primeiro momento, parece estar à direita, então se perderá completamente, porque o mapa do mundo não está preso na mesa, mas está sendo movido a cada instante pelas mãos soberanas do Deus Altíssimo, o SENHOR nosso Deus.

Se você quer ser feliz, terá que aprender a confiar no Norte eletromagnético dessa parábola. Pois tudo o que o SENHOR Deus requer de nós é que lhe sejamos fiéis durante os nossos dias, praticando a justiça, amando e servindo de coração sincero.

Arrependimento significa retorno ao Norte eletromagnético; e felicidade, o seu destino colocado gratuitamente diante de você, na plenitude dos seus dias, pelo trabalho poderoso dos dedos do SENHOR Deus.

O mapa do Universo não está fixado na mesa, o que significa que o desejo do seu coração, que hoje parece estar a milhares de quilômetros de distância, amanhã poderá estar a apenas um aperto de mãos.

Não se iluda com suas percepções a respeito da “impossibilidade” da sua felicidade. Nada é impossível para o Reino do SENHOR Deus.

O nome do Deus Soberano é “Sua Felicidade Importa Para Mim”, “Eu Sei Muito Bem Para Que Eu Te Criei”, “A Sua Alegria Sou Eu”…

Solte o mapa… Concentre-se no Norte eletromagnético.

Concentre-se em descobrir o que é o Certo agora e depois em fazê-lo pronta e sinceramente.

Somente o SENHOR Deus realiza os desejos do coração.

Eu acredito em vocês! Eu acredito em milagres!

Tenham uma boa semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, homem de dores.

 

Cura divina

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que estejam bem e esperançosos, pois o Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR, logo vem nos visitar carregando a cura em seus abraços!

Gostaria de lhes falar um pouco hoje aqui a respeito da cura divina.

Embora esse blog seja o Curados por Deus, muito poucas vezes eu falei explicitamente sobre a cura que provém de Deus, mas espero inspiração pelo Espírito Santo para fazermos isso hoje aqui.

O SENHOR Deus cura? Como ele cura? Quando ele cura? Qual o custo dessa cura?

Talvez o maior sinal da reconciliação de um homem com o SENHOR Deus seja que quando finalmente nos acertamos com o Altíssimo as enfermidades já não conseguem mais prosperar em nós nem a morte encontra motivos justos para nos reter.

Cura divina é saúde física, mental e espiritual; é quando o Espírito do SENHOR de fato passa a proceder da nossa própria alma como se fôssemos um receptáculo e fonte da sua gloriosa presença e majestade.

A cura divina não é o começo da jornada de fé, mas a herança confirmadora de que alguém de fato trilhou o caminho estreito e apertado do arrependimento, em um voto de confiança sincero para com os mandamentos daquele que é Deus, o SENHOR.

O modo primordial como o Soberano cura é levantando os olhos daquele que sofre para o Cristo pendurado na cruz. A conversão das más escolhas espirituais para a vida eterna se dá nesse momento único quando o castigo que me era devido é totalmente infligido no justo Filho de Deus por amor a mim, para me dar uma segunda chance de vida e paz no Reino do SENHOR Deus.

Desde a eternidade a liberdade para conhecer o pecado e a maldade carecia de uma substituição vicária, pois o fruto do pecado é a morte. Por essa razão a graça do SENHOR sempre atuou através do derramamento do sangue de um cordeiro sem defeitos. Mas o sacrifício de animais não era poderoso para anular a dívida espiritual dos homens, servindo apenas como um memorial à consciência, uma lembrança de um evento futuro: o SENHOR providenciará a justiça para os crentes. E assim tudo aconteceu, conforme o testemunho das Escrituras Sagradas.

“Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele e pelas suas feridas fomos curados” (Isaías 53.5. NVI).

Quantos de nós precisamos ainda de um toque mais profundo da maravilhosa cura do SENHOR Deus? Você quer ser curado tanto quanto eu?

Vícios, doenças físicas e/ou mentais, traumas, feridas, compulsões, distrações, degenerações, vergonhas, culpas, mentiras… O Deus que Cura pode fazer novo tudo de novo.

O custo da cura divina é a sua firme determinação em obedecer ao SENHOR Deus, mesmo sem sentir resultados e/ou conforto imediatos. O SENHOR Deus vai curar você, se você abandonar suas práticas pecaminosas, suas más companhias e seus projetos pervertidos. Uma mente nova e novos olhos iluminados de bondade são o benefício de uma aliança viva e verdadeira com o Supremo Deus, o SENHOR.

Há nódulos que regridem, vícios que ficam impotentes, sentenças de morte que são ignoradas… O SENHOR Deus pode todas as coisas.

Suas lágrimas serão contadas pela sinceridade do seu retorno aos caminhos do SENHOR Deus.

Alguns esperaram por 8 anos, outros 15, mas aqueles que se dispuseram a entrar na presença do Altíssimo com suas súplicas e petições foram curados até a origem dos seus pensamentos maus.

O SENHOR Deus é bonito e seu processo de cura, o tratamento da alma, é justo e oportuno. Ninguém que alcançou a legítima cura divina reclama do tempo e da dor da luta com o Espírito Santo. Todos reconhecem que foram justos, oportunos e breves os dias da sua disciplina celestial.

Não seja como uma criança mimada, nem como um maledicente incrédulo. Seja como um herói da fé.

Comece a falar e agir como se já tivesse sido curado por Deus. Antecipe o dia do seu milagre vivendo de maneira irrepreensível na presença do Santo Filho de Deus.

O tempo para o alívio e o frescor da sua cura está próximo, pois o Reino do SENHOR Deus está próximo.

Submeta-se ao Rei, pare de pecar, confessando toda a iniquidade até que ela nunca mais atue em você.

Eu confio no SENHOR Deus! Bem vindo à cura divina!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Arrependimento, perdão, fé e salvação.

“Convidado por um dos fariseus para jantar, Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa.

Ao saber que Jesus estava comendo na casa do fariseu, certa mulher daquela cidade, uma ‘pecadora’, trouxe um frasco de alabastro com perfume e se colocou atrás de Jesus, a seus pés. Chorando, começou a molhar-lhe os pés com suas lágrimas. Depois os enxugou com seus cabelos, beijou-os e os ungiu com o perfume.

Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si mesmo: ‘se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que tipo de mulher ela é: uma ‘pecadora’ ‘.

Então lhe disse Jesus: ‘Simão, tenho algo a lhe dizer’.

‘Dize, mestre’, disse ele.

‘Dois homens deviam a certo credor. Um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinquenta. Nenhum dos dois tinha com que lhe pagar, por isso perdoou a dívida a ambos. Qual deles o amará mais?’

Simão respondeu: ‘suponho que aquele a quem foi perdoada a dívida maior’.

‘Você julgou bem’, disse Jesus.

Em seguida, virou-se para a mulher e disse a Simão: ‘vê esta mulher? Entrei em sua casa, mas você não me deu água para lavar os pés; ela, porém, molhou os meus pés com suas lágrimas e os enxugou com seus cabelos. Você não me saudou com um beijo, mas esta mulher, desde que entrei aqui, não parou de beijar os meus pés. Você não ungiu a minha cabeça com óleo, mas ela derramou perfume nos meus pés. Portanto, eu lhe digo, os muitos pecados dela lhe foram perdoados; pois ela amou muito. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama’.

Então Jesus disse a ela: ‘seus pecados estão perdoados’.

Os outros convidados começaram a perguntar: ‘quem é este que até perdoa pecados?’

Jesus disse à mulher: ‘sua fé a salvou; vá em paz’ ” (Lucas 7. 36-50. NVI).

Os fariseus e os peritos na lei eram aqueles que rejeitaram o propósito de Deus para eles, não sendo batizados por João Batista. Para eles o que havia era a tradição religiosa, mas não a religião (religare, “ligar de novo”, voltar a fazer a vontade de Deus); eram inconsequentes: pelas Escrituras Sagradas não se deixavam nem tocar, nem mudar, nem guiar.

Simão, o fariseu, convidou Jesus Cristo para jantar com ele, logo depois das curas e prodígios maravilhosos que Ele havia realizado, para confirmar perante os discípulos de João Batista que Ele era o Cristo, o Messias, o Ungido prometido de Deus, o Salvador de todo aquele que nEle crê.

Um homem de aparências, inconsistente e arrogante, Simão testa o Salvador em seu coração ao invés de passar pelo batismo do arrependimento e, através de Cristo, buscar estabelecer sua reconciliação com Deus. Muito diferente da mulher “pecadora”, que faz exatamente essas coisas, tendo seus pecados perdoados, e, por meio da fé em Jesus Cristo, é salva e recebe a bênção da paz.

Simão tem dinheiro para patrocinar um jantar e amigos para encher a sua casa, mas enxerga muito pouco a respeito das realidades espirituais. Ele conhece a mulher “pecadora”, quem lhe é próxima de alguma maneira, senão ela não teria acesso ao interior da casa dele nem ele saberia da vida de pecados dela. Mas para ele o pecado dela não lhe parece familiar; ele não reconhece em si mesmo o pecado, que é tão óbvio para todo aquele que pela fé reconhece: Jesus Cristo é o Filho de Deus.

Simão diante de Jesus Cristo está interessado em ter um contato com uma figura pública; na expansão da sua rede de influências e poder. Jesus Cristo era “o cara” do momento. Já a mulher “pecadora”  sabe Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, o Enviado de Deus para a salvação de todo o mundo.

A diferença entre essa a mulher e esse homem é que a justa de Deus por seu arrependimento, obteve perdão, e por seu ato de fé, ela obteve a salvação e a paz. Já a indiferença do outro o fez perder o milagre da graça de Jesus Cristo: perdão, salvação e paz.

A justiça de Deus é: que essa mulher “pecadora”  amou a Deus com todas as suas forças, de todo o seu coração, de toda a sua alma e com todo o seu entendimento. E a justa transborda a justiça de Deus.

Já Simão, nunca se arrependeu, nunca creu em Jesus Cristo, nunca amou Deus, quem perdoa, quem cura, quem salva, quem concede a paz.

A condição da mulher “pecadora” era o cativeiro espiritual. Mas no ato de fé que acompanhou seu arrependimento genuíno ela encontrou o Salvador e recebeu dele a sua salvação: libertação, restauração e cura. Nunca mais foi a mesma mulher; nunca mais foi a vergonha do Pai.

A condição de Simeão, o fariseu, era o cativeiro espiritual. E ele continuou em trevas.

“Quem é esse que até perdoa pecados?” Ele é Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus, o que tira o pecado do mundo.

Convém adorá-lo!

Que o temor de Deus encha o nosso coração para que alcancemos o arrependimento e a fé para a nossa alegria, para a glória do Pai!

Arrependamo-nos! O Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

O batismo de arrependimento é necessário.

“Essas notícias sobre Jesus espalhavam-se por toda a Judéia e regiões circunvizinhas.

Os discípulos de João contaram-lhe todas essas coisas. Chamando dois deles, enviou-os ao Senhor para perguntarem: ‘és tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?’

Dirigindo-se a Jesus, aqueles homens disseram: “João Batista nos enviou para te perguntarmos: és tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?’

Naquele momento Jesus curou muitos que tinham males, doenças graves e espíritos malignos, e concedeu visão a muitos que eram cegos.

Então ele respondeu aos mensageiros: ‘voltem e anunciem a João o que vocês viram e ouviram: os cegos veem, os aleijados andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e as boas novas são pregadas aos pobres; e feliz é aquele que não se escandaliza por minha causa’.

Depois que os mensageiros de João foram embora, Jesus começou a falar à multidão a respeito de João: ‘o que vocês foram ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Ou, o que foram ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que vestem roupas esplêndidas e se entregam ao luxo estão nos palácios. Afinal, o que foram ver? Um profeta? Sim, eu lhes digo, e mais que profeta. Este é aquele a respeito de quem está escrito: ‘enviarei o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti’. Eu lhes digo que entre os que nasceram de mulher não há ninguém maior do que João; todavia, o menor no Reino de Deus é maior do que ele’.

Todo o povo, até os publicanos, ouvindo as palavras de Jesus, reconheceram que o caminho de Deus era justo, sendo batizados por João. Mas os fariseus e os peritos na lei rejeitaram o propósito de Deus para eles, não sendo batizados por João.

‘A que posso, pois, comparar os homens desta geração?’, prosseguiu Jesus. ‘Com que se parecem? São como crianças que ficam sentadas na praça e gritam umas às outras: ‘nós lhe tocamos flauta, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não choraram’. Pois veio João Batista, que jejua e não bebe vinho, e vocês dizem: ‘ele tem demônio’. Veio o Filho do homem, comento e bebendo, e vocês dizem: ‘ai está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e ‘pecadores’ ‘. Mas a sabedoria é comprovada por todos os seus discípulos’ ” (Lucas 7. 18-35. NVI).

João Batista sabe que seu trabalho é preparar o caminho para o Salvador. Por isso ele manda dois de seus discípulos para tirarem isso a limpo interrogando o próprio Jesus sobre sua identidade.

A resposta de Jesus Cristo vem em ato, protagonizando sinais e maravilhas, e em palavras, falando sobre os sinais e maravilhas que deveriam acompanhar o Salvador.

Feliz é o homem que não se escandaliza por Jesus Cristo testemunhar abertamente sobre si mesmo: “eu sou o Salvador”.

Então Jesus Cristo fala sobre João Batista e seu ministério.

Nem um caniço agitado pelo vento, nem um homem vestido em roupas finas. Não. João Batista é um profeta e mais do que isso: ele é o mensageiro de Deus que prepara o caminho para o Salvador e para a Salvação.

Não se chega ao Salvador nem à salvação sem antes passar pelo batismo de João Batista: um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados.

Dentre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João Batista. Mas todo aquele que, atravessando o batismo de João Batista, encontra o Salvador e a Salvação, nasce do Espírito Santo e se torna maior do que João Batista.

Mistério profundo: homens e mulheres maiores do que João Batista.

Contudo, todo aquele que verdadeiramente ouve as palavras de Jesus Cristo, ele volta o seu caminho para se submeter ao batismo de João Batista, para entrar no Reino de Deus.

Jesus Cristo institui o batismo de João Batista como um sacramento: um passo necessário para a Salvação.

Os cobradores de impostos aceitaram o batismo de João Batista, reconhecendo que os caminhos de Deus eram justos. Mas os falsos religiosos não aceitaram o Salvador.

Os falsos religiosos são inconsequentes. Não praticam o que leem nas Escrituras; não se importam com a verdade, nem com a Salvação; não temem a Deus. Quando eles falam uns para os outros, eles não reagem. Tudo o que dizem é da boca para fora sem peso nem consequência. São homens e mulheres estéreis.

Mas a sabedoria verdadeira, gera filhos.

O verdadeiro profeta, João Batista, gerou filhos.

O verdadeiro religioso deixa filhos do Espírito, filhos da eternidade, filhos de Deus.

Quem não se arrepende e não passa pelo batismo de João Batista é um falso religioso e jamais deixará filhos nem vida.

Mas quem se arrepende, passando pelo batismo de João Batista, achará o Reino de Deus e será feito maior do que João Batista pelo Espírito do Salvador, Jesus Cristo, o Senhor.

Arrependamo-nos! O Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.