What a Beautiful Name

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que as dores da vida não estejam sendo capazes de sufocar a sua esperança em Cristo: o obediente prosperará eternamente!

Hoje temos um belíssimo vídeo com um coral infantil, liderado pela adolescente Reese Oliveira, cantando a música What a Beautiful Name da Hillsong Worship, do album Let There Be Light, juntamente com seus irmãos, primos e amigos da igreja; e com o Rise Up Children’s Choir, o Barlow Arts Conservatory, o Utah COPA e o One Voice Children’s Choir.

A pureza das vozes infantis fazem-nos lembrar da pureza necessária para uma vida de obediência que realmente agrada ao SENHOR Deus.

O nome de Deus, SENHOR, e o nome do Cristo, Jesus, sejam santificados e pronunciados constantemente e de maneira reverente em toda a terra e nos lábios de cada um de nós.

Os nomes dos nossos Senhores são poderosos para salvar, livrar, curar, prosperar, pacificar, abençoar, ressuscitar…!

Ao final desse vídeo, diga “SENHOR, eu estou aqui; Jesus, eu confio em ti!”

Santificado seja o teu nome, SENHOR Deus, Rei meu e Papai!

Eu acredito em milagres!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, ex-baterista.

Cura divina

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que estejam bem e esperançosos, pois o Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR, logo vem nos visitar carregando a cura em seus abraços!

Gostaria de lhes falar um pouco hoje aqui a respeito da cura divina.

Embora esse blog seja o Curados por Deus, muito poucas vezes eu falei explicitamente sobre a cura que provém de Deus, mas espero inspiração pelo Espírito Santo para fazermos isso hoje aqui.

O SENHOR Deus cura? Como ele cura? Quando ele cura? Qual o custo dessa cura?

Talvez o maior sinal da reconciliação de um homem com o SENHOR Deus seja que quando finalmente nos acertamos com o Altíssimo as enfermidades já não conseguem mais prosperar em nós nem a morte encontra motivos justos para nos reter.

Cura divina é saúde física, mental e espiritual; é quando o Espírito do SENHOR de fato passa a proceder da nossa própria alma como se fôssemos um receptáculo e fonte da sua gloriosa presença e majestade.

A cura divina não é o começo da jornada de fé, mas a herança confirmadora de que alguém de fato trilhou o caminho estreito e apertado do arrependimento, em um voto de confiança sincero para com os mandamentos daquele que é Deus, o SENHOR.

O modo primordial como o Soberano cura é levantando os olhos daquele que sofre para o Cristo pendurado na cruz. A conversão das más escolhas espirituais para a vida eterna se dá nesse momento único quando o castigo que me era devido é totalmente infligido no justo Filho de Deus por amor a mim, para me dar uma segunda chance de vida e paz no Reino do SENHOR Deus.

Desde a eternidade a liberdade para conhecer o pecado e a maldade carecia de uma substituição vicária, pois o fruto do pecado é a morte. Por essa razão a graça do SENHOR sempre atuou através do derramamento do sangue de um cordeiro sem defeitos. Mas o sacrifício de animais não era poderoso para anular a dívida espiritual dos homens, servindo apenas como um memorial à consciência, uma lembrança de um evento futuro: o SENHOR providenciará a justiça para os crentes. E assim tudo aconteceu, conforme o testemunho das Escrituras Sagradas.

“Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele e pelas suas feridas fomos curados” (Isaías 53.5. NVI).

Quantos de nós precisamos ainda de um toque mais profundo da maravilhosa cura do SENHOR Deus? Você quer ser curado tanto quanto eu?

Vícios, doenças físicas e/ou mentais, traumas, feridas, compulsões, distrações, degenerações, vergonhas, culpas, mentiras… O Deus que Cura pode fazer novo tudo de novo.

O custo da cura divina é a sua firme determinação em obedecer ao SENHOR Deus, mesmo sem sentir resultados e/ou conforto imediatos. O SENHOR Deus vai curar você, se você abandonar suas práticas pecaminosas, suas más companhias e seus projetos pervertidos. Uma mente nova e novos olhos iluminados de bondade são o benefício de uma aliança viva e verdadeira com o Supremo Deus, o SENHOR.

Há nódulos que regridem, vícios que ficam impotentes, sentenças de morte que são ignoradas… O SENHOR Deus pode todas as coisas.

Suas lágrimas serão contadas pela sinceridade do seu retorno aos caminhos do SENHOR Deus.

Alguns esperaram por 8 anos, outros 15, mas aqueles que se dispuseram a entrar na presença do Altíssimo com suas súplicas e petições foram curados até a origem dos seus pensamentos maus.

O SENHOR Deus é bonito e seu processo de cura, o tratamento da alma, é justo e oportuno. Ninguém que alcançou a legítima cura divina reclama do tempo e da dor da luta com o Espírito Santo. Todos reconhecem que foram justos, oportunos e breves os dias da sua disciplina celestial.

Não seja como uma criança mimada, nem como um maledicente incrédulo. Seja como um herói da fé.

Comece a falar e agir como se já tivesse sido curado por Deus. Antecipe o dia do seu milagre vivendo de maneira irrepreensível na presença do Santo Filho de Deus.

O tempo para o alívio e o frescor da sua cura está próximo, pois o Reino do SENHOR Deus está próximo.

Submeta-se ao Rei, pare de pecar, confessando toda a iniquidade até que ela nunca mais atue em você.

Eu confio no SENHOR Deus! Bem vindo à cura divina!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

As pequenas diferenças não ofendem a Deus

“Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém. E enviou mensageiros à sua frente.

Indo estes, entraram num povoado samaritano para lhe fazer os preparativos; mas o povo dali não o recebeu porque se notava que ele se dirigia para Jerusalém.

Ao verem isso, os discípulos Tiago e João perguntaram: “Senhor, queres que façamos cair fogo do céu para destruí-los?”

Mas Jesus, voltando-se, os repreendeu e foram para outro povoado” (Lucas 9. 51-55a, 56. NVI).

A história de Israel conta com um capítulo extremamente doloroso para os judeus.

O grande rei Davi deixou um filho no seu trono e de Deus recebeu a promessa de que seu trono permaneceria para sempre e teria um descendente seu reinando ali por todas as gerações até a eternidade.

Salomão, filho de Davi, foi o primeiro a sucedê-lo nesse legado. Mas, diferente de seu pai, ele se afastou do SENHOR depois de ter construído um império maravilhoso através do favor de Deus. Salomão, porém, se voltou aos deuses de suas esposas estrangeiras e, por meio do seu pecado, construiu-lhes templos de adoração idólatra. E isso desagradou ao SENHOR.

O descendente de Salomão próximo na linhagem dos herdeiros, Roboão, por causa dos pecados de seus e de seu pai, foi amaldiçoado por Deus com a perda da soberania sobre 10 das 12 tribos de Israel. Judá e Benjamim ficaram sob seu reinado, o Reino do Sul, e o reinado sobre as demais tribos de Israel foi dado a Jeroboão, um homem sem o temor do SENHOR, o Reino do Norte.

A partir daí, temos uma longa linha de sucessão de reis e um povo que aos poucos vai se tornando dois.

Os reis do Norte são todos homens sem o temor do SENHOR, sucedendo-se através de assassinatos e formas repugnantes de idolatria.

Já os reis do Sul vão se alternando entre grandes homens de Deus e outros aborrecidos e corrompidos pelo pecado.

Os filhos do Reino do Norte, mais tarde, são levados a um cativeiro na Assíria e quando retornam à sua terra trazem com eles esposas estrangeiras e ainda mais dos costumes idólatras que praticavam ali.

Os filhos do Reino do Sul, mais tarde, são levados a um cativeiro na Babilônia, mas se arrependendo dos seus pecados, guardam suas vidas nos caminhos de Deus e são devolvidos por Deus à sua terra em santidade.

Ora, os filhos do Reino do Norte dão origem ao povo samaritano, os habitantes da região de Samaria. Já os filhos do Reino do Sul são os que se chamam de povo judeu, os habitantes da região da Judeia e da cidade de Jerusalém.

Agora, Jesus está resoluto a ir a Jerusalém, porque se aproxima a hora em que seria elevado aos céus.

Era em Jerusalém que deveriam se passar todas as coisas que definiriam o cumprimento do resgate que o Ungido de Deus ofereceria ao mundo: “a minha vida santa e justa pela vida de todo aquele que se arrepender dos seus pecados e passar a agir como quem confia em Deus”.

Seria necessário passar por um povoado samaritano pelo caminho, por isso Jesus se antecipa enviando mensageiros à sua frente para lhe preparar o caminho.

Mas o povo dali se ressente de Jesus porque a verdade é que ele não ficaria com eles, mas estava se dirigindo à casa dos seus inimigos domésticos, aqueles que por anos os tinham tratado como se não tivessem valor igual por causa de seus pecados e miscigenação.

O rancor samaritano era justo e o preconceito judeu também.

Os discípulos Tiago e João logo tomam as dores de rejeição do seu mestre para si mesmo e se propõe a intervir para lhe oferecer reparação e vingança imediata.

Contudo, Jesus sabe que naquele momento não convém o castigo do juízo de Deus.

Os samaritanos daquele povoado não rejeitam Jesus, o Ungido de Deus, mas a seus irmãos, os judeus. “Se Jesus vai ter com eles, então não é um dos nossos”.

Mas isso é superficial, é raso. Não toca nem o ser de Deus nem acende a ira divina.

Há um tempo para o socorro de Deus e outro para a ira divina.

Naquele momento, Jesus estava trabalhando para conquistar a propiciação para os santos, não o castigo para os ímpios.

Há alguns poucos manuscritos que incluíram o trecho:

“Mas Jesus, voltando-se, os repreendeu, dizendo: ‘Vocês não sabem de que espécie de espírito vocês são, pois o Filho do homem não veio para destruir a vida dos homens, mas para salvá-los'” (Lucas 9.55. NVI).

Todavia a verdade é que o Filho do Homem esteve ali na Palestina trabalhando para que os homens pudessem ser salvos, mas esse não é o ponto final dessa história. Pois logo ele virá de novo, mas desta vez para destruir a vida dos ímpios, do Diabo, dos demônios, do pecado e da morte, e para consumar a alegria, a cura, a salvação, a prosperidade e a paz dos santos.

Jesus, o Ungido de Deus, é o que vem para salvar os verdadeiros justos e para condenar os verdadeiros culpados.

Só será considerado culpado aquele que não se arrepender do mal a ponto de começar uma nova história de fidelidade, amor e confiança com Deus.

Deus é bom e a sua misericórdia dura para sempre!

Como é boa a sua doçura!

Como é bom o seu furor!

Louvado seja o Eterno Deus, o SENHOR!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.