Sobre o divórcio

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que firmando os seus passos sobre o firme e inabalável fundamento da Palavra de Deus! O que o SENHOR Deus diz, nisso podemos confiar!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre o divórcio.

Está escrito “o que o SENHOR Deus uniu homem nenhum separe”; também “deixará o homem o seu pai e a sua mãe, unir-se-á à sua mulher e os dois serão uma só carne”.

O que o SENHOR Deus une, jamais deverá ser separado. Seria um pecado mortal.

Mas nem tudo o que está unido em certidão de casamento e cerimônia religiosa foi de fato unido pelo SENHOR Deus e, portanto, poderá e deverá ser separado, se procura-se pela paz do SENHOR.

O SENHOR Deus somente tem parte com aquilo que é feito segundo a sua Lei ou Espírito Santo ou Santidade. Ele não abençoa nem valida as coisas que são feitas por outros caminhos; elas terão que ser destruídas/desfeitas antes do fim.

Casamento feito pelo dedo do SENHOR Deus é assim: “honra teu pai e tua mãe”, “não terás outros deuses além de mim”, “não adulterarás”, “não furtarás”, “não darás falso testemunho ao seu próximo”, “guardarás o sábado para santificá-lo”, etc.

Qualquer tipo de união feita em espírito de transgressão terá que ser terminada, se os parceiros quiserem viver.

“O SENHOR Deus resgatou um povo do Egito, mas posteriormente destruiu todos aqueles que não creram”.

Qualquer relacionamento que não possa ser terminado é uma fonte de doenças, descaminhos e desgraças.

É por isso que um casamento saudável começa com promessas de ambos os lados, que delimitam parâmetros tanto para a união quanto a exclusão da aliança eterna.

Se no seu casamento a única sexualidade que conseguem são perversidades e não há prazer na intimidade natural, então a aliança entre vocês não foi firmada juntamente com o SENHOR Deus e no fim, se quiserem ser curados, terá que ser terminada.

Se no seu casamento a estabilidade financeira depende de roubos e/ou subornos, então a aliança de vocês não foi firmada juntamente com o SENHOR Deus e no fim, se quiserem ser curados, terão que terminá-la.

Seu casamento é um tributo de honra ao SENHOR Deus ou um buraco de imundícias e conluio?

Seu relacionamento com a família do seu cônjuge é de amorosidade, respeito e apreço ou de rejeição profunda e desdém?

A pessoa do nosso cônjuge pode ser certa ou errada para nós e tudo isso vai ser revelado pelo tipo de relacionamento que conseguimos ter com ele: se um Espírito Santo, então bom para o casamento; se um espírito imundo, então necessariamente para o divórcio.

Casamento é um assunto sério na presença do SENHOR Deus. Por isso que falsos casamentos ou malditos custam um preço de morte.

Se você fez/está errado, arrependa-se, reconheça o seu erro, desfaça o mau relacionamento e peça ao Senhor Jesus que o substitua na penalidade pela bagunça que você aprontou. O SENHOR Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e purificar das injustiças, quando confessamos sinceramente.

Por outro lado, se você casou-se em pacto sagrado, você transformou-se em uma só carne com o seu cônjuge pelo dedo do SENHOR Deus. Nesse caso, lembre-se que também está escrito “eu odeio o divórcio, diz o SENHOR”.

Divórcio por querer seguir a ganância, adultério, desprezo do SENHOR Deus, infidelidade, covardia… Todos esses serão condenados e castigados com a maior severidade.

A aliança abençoada pelo SENHOR Deus será para sempre um manancial de vida eterna.

Avalie a sua condição. Se não consegue desejar filhos, nem intimidade natural com seu cônjuge, pense em sair o quanto antes desse relacionamento.

Promessa do SENHOR Deus: quando você paga o preço doloroso de fazer o que é o certo, então o SENHOR Deus pode lhe elevar a patamares sublimes, realizando absolutamente os desejos mais preciosos do seu coração, para o bem e alegria de todos os outros, sua família, sua pátria, sua nação.

Eu acredito em vocês! Eu acredito em milagres!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, homem de dores.

PS: acabei de publicar o pdf do meu livro Minha Doce Saúde Mental, contando sobre minha luta com a esquizofrenia e vitória através da medicina e espiritualidade cristã. Um link permanente ficará disponível na página Sobre deste blog.

Dá-nos o pão cotidiano

“Certo dia Jesus[, o Cristo,] estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: ‘Senhor, ensina-nos a orar, como João [Batista] ensinou aos discípulos dele’.

Ele lhes disse: ‘quando vocês orarem digam: Pai! (…) Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano'” (Lucas 11.1-3. NVI).

Boa noite a todos!

Estamos aprendendo a orar com Jesus, o Cristo, aprendendo a transformar o nosso espírito em um Espírito Santo.

Quando oramos ao SENHOR Deus, Todo Poderoso, devemos nos lembrar de interceder pelo nosso pão cotidiano.

Lembro-me das palavras de Jesus, o Cristo, em um outro momento dizendo para não nos preocuparmos com aquilo que vamos comer nem com aquilo que iremos vestir, antes, porém, devemos buscar o Reino do SENHOR Deus e a sua justiça, pois todas as demais coisas nos serão acrescentadas gratuitamente, por intermédio do nosso Pai Celestial.

Acredito que o Senhor Jesus, o Cristo, está aqui nos ensinando a respeito da ambição a que devemos nos entregar.

Muitas coisas podem ser desejadas pelo nosso coração. O mundo e sua glória são capazes de produzir um sem número de coisas para se consumir/desejar, motivos pelos quais nos desgastar em metas e alvos pessoais.

Sobre todas as coisas o mundo oferece as riquezas, promessas de serviços, poder e confortos para aqueles que se prostrarem e adorarem o espírito daquele que governa este século, Satanás.

Mas correr atrás da glória de Mamom (potestade também chamada de Dinheiro) nunca trouxe a vida nem a graça a ninguém. Pelo contrário, Mamom envelhece, adoece e apodrece o coração dos seus adoradores; ele lhes oferece algum luxo ou tecnologia momentânea, algum atalho ou feitiçaria, enquanto lhes rouba a espontaneidade, doçura e pureza de coração.

A troca da alma pelo “algo mais” pode até encantar o jovem, é o vício de homens maduros e a feiura caquética de idosos desfigurados.

O Senhor Jesus, o Cristo, nos ensina a pedir pelo pão cotidiano. Orar ao SENHOR Deus, Todo poderoso, é pedir aos céus pelo pão cotidiano.

Quando a ambição de um homem passa a ser o pão cotidiano e, mais especificamente, o nosso pão cotidiano, então temos a chegada do Reino do SENHOR Deus, Todo poderoso.

O Espírito Santo do SENHOR Deus, Todo poderoso, deseja o pão cotidiano para si e para o próximo.

Quanto todos nós dispomos do pão cotidiano, então é chegado o Reino do SENHOR Deus, Todo poderoso.

Quando a minha riqueza pessoal se converte em subsistência coletiva, então é chegado o Reino do SENHOR Deus, Todo poderoso.

Do que você realmente necessita? Você consegue discernir qual é o seu real ponto de necessidade cotidiana?

Tudo nos será acrescentado, promessa do Altíssimo. Mas orar pela necessidade do dia de hoje é terapêutico para o nosso espírito.

Precisamos exercitar os músculos do nosso espírito até que o espírito que sobre nós está seja o Santo Espírito do SENHOR Deus.

Acalme o seu espírito, aquiete a sua mente… Volte o seu pensamento para a sua necessidade cotidiana e fale com seu Pai Celestial sobre ela.

Aquele que busca, encontra; àquele que bate, a porta lhe é aberta; aquele que pede, recebe.

Ore grande, ore bonito, ore sincero: “Pai! Dá-nos hoje o nosso pão cotidiano!”

Que o amor do SENHOR Deus seja com todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.