Sensibilidade na família

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que conscientes da profunda graça que os sustenta apesar de tudo.

Gostaria de lhes falar um pouco hoje aqui sobre sensibilidade na família.

Para que fomos mesmos chamados? Qual a nossa responsabilidade em primeiro lugar?

Acredito que tudo começa na família, nossa vocação primeira é o socorro daqueles que estão mais próximos.

Às vezes é difícil enxergar a necessidade do nosso irmão, porque não estamos na sua pele e a convivência muitas vezes não é suficiente para nos fazer entender de fato qual é a sua real situação.

Por esse motivo quero encorajá-los a despertarem a sua sensibilidade na sua família.

O mandamento do SENHOR Deus é claro “honra seu pai e sua mãe para que se prolonguem os seus dias na terra que o SENHOR Deus lhe dá”, mas precisamos aceitar que a orientação divina se estende como um manto sobre toda a sua realidade de intimidade.

Não quero ser mais inteligente do que Deus, nem acrescentar palavras aos lábios santos. No entanto compreendo que o temor a Deus nos faz responsáveis pelo bem estar e viabilidade de vida daqueles com quem temos compromisso de fidelidade.

Ajude a santidade do seu irmão. Que as suas forças o sirvam sempre para que não lhe falte a sua contribuição para o cumprimento do seu desígnio.

Não deixe que o seu cônjuge estoure pela sua negligência em socorrê-lo com as suas habilidades naturais.

Abra seus ouvidos e coração para o pedido de ajuda que pode estar sendo feito pelo seu marido ou esposa no dia de hoje.

Aprenda a apreciar a contribuição e o serviço daqueles que estão convivendo com você.

Às vezes nos propomos a fazer coisas maiores do que as que realmente conseguimos realizar e a nossa insensatez recai sobre aqueles a quem devemos suportar em primeiro lugar.

O apóstolo Paulo disse que o poder do SENHOR Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza, o que quer dizer que ao assumirmos mais integralmente a nossa responsabilidade, tanto compromisso familiar quanto ocupacional, tomamos consciência de que a nossa cruz representa limitações em vários aspectos. Contudo, essas limitações aceitas por causa do amor fazem com que a outra parte, preterida em favor da justiça divina, seja suprida por meio das intervenções do nosso Senhor e Deus, o SENHOR.

Gostaria de nessa manhã segurar nas suas mãos, bem como nas de seus familiares sobrecarregados, para lhes pedir perdão, perdão pelo desamparo praticado e disseminado em nossa sociedade brasileira.

Como eu quero contribuir para que surja uma nova solidariedade nas famílias da nossa nação!

Quando minha esposa suplica por mais ajuda, quando minha filha solicita mais atenção, somos um novo Brasil despertando para um tempo de sinceridade, solidariedade e comunhão.

Quantas vezes você já perdeu por amor? Lembra-se de alguma renúncia por questão de justiça?

O curioso é que todas as vezes quando voltamos passos a trás pelos motivos certos, acabamos avançando muitas casas a frente e recebendo muitas alegrias no final.

O Brasil está doente porque está ignorando o clamor que expressa as necessidades vivas dentro dos lares.

Quanto vale a saúde mental dos seus amados? Quanto vale o coração aberto e as palavras verdadeiras dos seus parentes em primeiro grau?

Toque aqueles que você ama, sobretudo preservando-se sensível ao Espírito do SENHOR Deus e solícito primeiramente à sua própria necessidade autêntica e depois às dos seus próximos na sua casa.

Estamos tirando o povo brasileiro da sua prisão de piche. Erguendo o homem do Brasil do aconchego da corrupção e idolatria. E eu, como médico de Cristo, procuro de todas as maneiras retornar o coração dos pais a seus filhos e dos filhos a seus pais.

Vamos começar de novo? Vamos fazer bem e direito?

Sensibilidade na família.

Eu acredito em milagres!

Atenciosamente

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Disciplina na família

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que a cada dia mais estejam convivendo em um ambiente respeitoso e acolhedor, fazendo da sua casa um lar!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a disciplina na família.

O que é um casamento?

Casamento é uma aliança entre duas pessoas, um pacto de amor e fidelidade, firmada sobre regras de compromisso. É por meio de um discurso que consentimos e estabelecemos os parâmetros que a fazem valer e continuar.

Assim, defendo que o casamento é um prêmio delicado, que precisa de muito investimento e honra para seguir eternamente.

Qualquer casamento que não possa terminar é patológico, gera doenças. Mas aqui não quero falar como psicólogo, mas apenas como teólogo amador.

O casamento é um tipo de relacionamento que precisa da concordância das duas partes, masculina e feminina, para existir na presença do SENHOR Deus.

Estou falando sobre essas coisas de modo introdutório, porque desejo ensinar sobre a importância da disciplina no lar.

O marido precisa disciplinar a esposa e os filhos; a esposa precisa disciplinar o marido e os filhos; e os filhos precisam disciplinar os irmãos e os pais.

Essa ideia pode parecer obtusa, mas acredito que dentro de nós o SENHOR Deus coloca parâmetros de justiça que concedem a sensibilidade necessária para a mútua correção e ensino nos caminhos eternos.

O homem não pode permitir que o relacionamento continue sem que ele seja respeitado; a mulher não pode permitir que o relacionamento continue sem que seja amada acima de todas as coisas; o filho não pode permitir que o relacionamento continue sem que seja ensinado pela melhor atenção de seus pais.

Temos que perceber que a vida familiar acontece dentro de relacionamentos em que cada um precisa assumir e se responsabilizar por sua parte.

É por essa razão que o homem pede respeito, antes de tudo; a mulher, fidelidade, amor e prioridade; a criança, atenção e engajamento na sua educação.

Preciso dizer que a disciplina no lar é FUNDAMENTAL.

Aqueles que são negligentes em lutar pela parte da aliança que os toca acabam mal, muito mal.

Há as doenças psicológicas, delas falamos em um outro momento, mas principalmente a morte espiritual.

Por exemplo, um homem definha se as pessoas da sua casa são desrespeitosas na sua presença; a mulher se desanima da vida quando há rumores de infidelidade conjugal; e as crianças se tornam verdadeiros estranhos quando seus pais se recusam a participar solidariamente das suas aventuras.

Defendo que se volte a atenção para si mesmos e para o SENHOR Deus, para ouvir, para sentir, para se reconectar. Depois disso, deve-se agir em nome do acerto mais profundo do que as aparências da cordialidade exterior e rotineira.

Se o seu marido não fala com você em primeiro lugar, então você precisa discipliná-lo; se o seu pai não participa da sua vida, então você precisa discipliná-lo; se a sua esposa não o trata como o senhor da sua casa, então você precisa discipliná-la.

Saiba dessas coisas em seu interior e então peça ao Deus Altíssimo, o SENHOR, pelo caminho perfeito para disciplinar a sua família.

Disciplinar é diferente de agir irracional, violenta ou brutalmente, mas é igual a exigir com mansidão e fé que os termos da aliança que fundaram e sustentam a sua família sejam observados.

Se o seu relacionamento não é uma aliança no SENHOR Deus, então precisa terminá-lo e começar do princípio, só que direito. Por outro lado, se houve verdade e transparência para com o Soberano no momento do estabelecimento da sua relação com o outro, então é necessário investir em conhecer e aprofundar os méritos dessa relação.

Disciplina na família é levar o SENHOR Deus à sério no coração.

Ou cada um cumpre o seu papel ou é melhor se afastar da toxidade do convívio desgraçado.

Não tenha medo de por à prova os seus relacionamentos importantes, pois eles moldarão o seu espírito, para o bem ou para o mal.

Pense nisso!

Em oração por todos vocês! Orem também por nós!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Compreendendo calinhos

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que tomando o tempo para se tocarem terapeuticamente cotidianamente, pois ninguém pode tocar sua família tanto quanto você!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre calinhos ou calos que aparecem no nosso corpo.

Apesar da expectativa geral de que “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”, na minha casa toco mais do que todos os outros através do meu trabalho. Minha família recebe do melhor dos meus dons e talentos, porque isso é algo que lhes faço com alegria.

Aqui em casa, talvez um dos toques favoritos das minhas meninas seja as massagens nos pés. Um dos rituais mais marcantes na minha casa são as massagens podais antes de ir dormir. Adoro esse serviço de amor.

Quando estudava a Massagem Integrativa de Agnes Geöcze, neta do Pethö Sândor, psicólogo corporal criador da técnica chamada de Calatonia, tivemos um capítulo inteiro sobre Reflexologia e o cuidado do homem através do toque nos seus pés.

A Reflexologia ensina que na planta dos pés e mãos há terminações nervosas e vasculares que tiveram origem nas principais partes do resto do corpo, de modo que tocando determinados pontos ali é possível estimular e influenciar órgãos correlatos.

Mas é só quando colocamos a mão na massa que começamos a desvendar os mistérios desse serviço terapêutico corporal.

Quando massageamos os pés de alguém encontramos lugares onde o toque é macio e suave, e outros onde há calosidades e/ou obstáculos, por exemplo, como se fossem grãos de areia por debaixo da pele.

Os grãos de areia falam de zonas reflexas com acúmulo de impurezas e/ou com pouca capacidade de retorno vascular, onde o fluxo dos líquidos do corpo é limitado ou insuficiente. Já os calos, grandes e pequenos, falam de regiões dos pés que estão sobrecarregadas de pressão, onde há necessidade de uma camada extra de pele e proteção.

Nossa pisada é sempre modulada pela organização geral da postura do nosso corpo, sendo que, do mesmo modo como há diferenças visíveis na organização corporal de uma pessoa para outra, também nossos pés são usados de formas diferentes.

Sapatos inadequados podem gerar calosidades, mas há calos nos nossos pés que independem da nossa escolha de calçados. E é aqui que temos algo para revelar da parte da Psicologia Corporal.

Calos evitam a estimulação de áreas sensíveis do nosso corpo.

Através de pequenos calos evitamos ser estimulados em regiões corporais onde guardamos significados importantes, mas dolorosos, em geral.

Nunca me esqueço do sonho de uma paciente, que após receber seu primeiro toque nos pés teve o sonho de um grande estupro. No contexto do seu trabalho psicoterapêutico corporal, ficou claro que na verdade o toque nos pés havia alcançado regiões emocionais, ligadas ao corpo, que costumavam estar guardadas e desatendidas, representando um avanço indesejado, embora necessário, na direção da tomada de consciência do conteúdo subjetivo primordial relacionado com a sua dor.

A cura psicoterapêutica corporal é um corpo e uma mente que voltam a funcionar completamente e em harmonia. E isso requer a vitória sobre barreiras antigas, que já não são mais necessárias, pois não oferecem mais proteção significativa e/ou útil.

Calinhos protegem a nossa consciência de emoções fortes e desagradáveis, e expressam pequenas limitações para o funcionamento do nosso corpo.

“Como são formosos os pés dos que anunciam boas notícias”, diz um provérbio cristão.

Trate seus calinhos com respeito e imagine sempre que eles podem estar guardando a sua sensibilidade/percepção de tesouros subjetivos, bem como da sua reabilitação física/corporal.

Hoje vivemos tempos de grande desconexão e perda do amor. Mas a família existe para ser um lugar onde há segurança para cuidarmos e interferirmos positivamente nas vidas uns dos outros.

Meu desafio de hoje: aprendam/reaprendam a massagear os pés uns dos outros. Eu já vi muita Reflexologia se transformar em portais para a cura emocional e a restauração da saúde física.

Cuidar dos pés dos seus familiares pode restabelecer uma conexão que jamais deveria ter sido perdida.

Toques terapêuticos são demais!

Uma boa semana a todos!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, psicólogo corporal, CRP 06/89471, e o fundador do Projeto Terapêutico Toque Divino.

 

Repartir purifica

Boa tarde a todos!

A graça e a paz da parte de Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, para todos os que celebram o seu Reino!

Como vão vocês e suas famílias? A Cibele hoje disse que “família é um senso de missão comum”.

Hoje vamos ler as Escrituras Sagradas mais uma vez. Que o SENHOR Deus nos dê entendimento sobre o que está escrito, em nome de Jesus, o Cristo, amém.

“Então o Senhor [Jesus] lhe disse: ‘vocês, fariseus, limpam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estão cheios de ganância e maldade. Insensatos! Quem fez o exterior não fez também o interior? Mas deem o que está dentro do prato como esmola e verão que tudo lhes ficará limpo” (Lucas 11.39-41. NVI).

A realidade humana é que estamos ligados uns aos outros. O que acontece ao seu vizinho também lhe diz respeito, assim como o que acontece a você igualmente implica a mim.

Como já disse anteriormente, fariseu é aquele que está no topo, aquele que estabelece as leis, aquele que se beneficia em primeiro lugar dos atos de todos os outros. Fariseu é o dono da cultura e dos costumes de todo o povo, aquele que antes de todos os outros recebe os benefícios do nosso sistema econômico, ordem política e estrutura religiosa.

Fariseu é um homem que faz carinha de justo, observando apenas às suas próprias regras humanas, enquanto cobiçam e arrancam, com ganância, tudo quanto podem, perpetuando toda a forma de maldade como se seus caminhos fossem justificados por falarem em nome do SENHOR Deus.

O único jeito de ficar limpo é repartindo o alimento até que nenhum de nós tenha sido deixado com fome.

Mas justamente o processo de se tornar um fariseu é inverso a essa justiça, pois o aspirante a uma cadeira religiosa precisa passar por um sistema de crenças que o ensina a tirar um pouco do pobre, hoje e sempre.

A verdadeira religião se faz nas trincheiras da mútua sensibilidade e solidariedade. Minhas esposa disse “família é uma missão em comum”, o que quer dizer que família é quando todos começam a trabalhar em favor do suprimento dos nossos e da remediação das fontes de dores em nosso meio.

Fariseu não obedece aos mandamentos do SENHOR Deus, ele apenas cria argumentos para justificar seu próprio estilo de vida insensível e impassível.

Uma igreja se justifica ao proporcionar respostas de bondade e misericórdia aos mais fracos e vulneráveis no nosso meio.

Comida, educação, saúde, emprego, trabalho, dinheiro, descanso… De quê precisamos agora? Posso enxergar a mim como eu e você juntos?

Ninguém foi condenado por Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, apenas esses: os gananciosos e maldosos.

Ontem estava conversando com uma pessoa muito especial que me perguntou: “você acha que a doença tem a ver com pecado?” Eu disse que sim, mas não do modo como outros a tinham desprezado e condenado. Acredito que de nossos pecados nascem as nossas doenças, mas apenas o perverso de coração será condenado.

A maioria de nós sofre no corpo consequências de pecados que não tiveram origem em nós, somos inocentes aos olhos do SENHOR Deus, enquanto temos a oportunidade de aprender um arrependimento mais profundo e significativo, enquanto lutamos de corpo e alma pela nossa cura divina.

“Deem o que está no prato como esmola e vejam como tudo lhes ficará limpo”.

Eu acredito em milagres!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Uma casa dividida cairá

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR, os alcancem!

Hoje vamos ler mais um trecho da Bíblia. Que o SENHOR nos dê a sua Palavra!

“Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. (…)

Mas alguns deles disseram: ‘é por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa demônios’. (…)

Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: ‘todo reino dividido contra si mesmo será arruinado e uma casa dividida contra si mesma cairá. Se Satanás está dividido contra si mesmo, como o seu reino pode subsistir? (…) Se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam os filhos de vocês? Por isso, eles mesmos estarão como juízes sobre vocês. Mas se é pelo dedo de Deus que eu expulso demônios, então chegou a vocês o Reino de Deus. (…) Aquele que não está comigo é contra mim e aquele que comigo não ajunta, espalha’. (…)

Enquanto Jesus dizia estas coisas, uma mulher da multidão exclamou: ‘feliz é a mulher que te deu à luz e te amamentou!’

Ele respondeu: ‘antes, felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e lhe obedecem” (Lucas 11.14a, 15, 17-18a, 19-20, 23, 27-28. NVI).

Só existe um modo de se expulsar demônios, qual seja, obedecendo aos mandamentos do SENHOR Deus.

As pessoas ficam impressionadas quando veem um milagre, dizem-se perplexas e maravilhadas diante da manifestação de autoridade e poder. Mas toda a autoridade e poder emanam de uma mesma fonte: do SENHOR Deus.

Colocar a planta dos pés sobre a Lei de Deus, conceder espaço para a ação do Espírito Santo, isso é a fonte de toda a transformação positiva em todos os níveis.

Atravesse comigo a fumaça de mistério: Jesus expulsava demônios porque na Lei do SENHOR meditava de dia e de noite, porque se arrependia de todo o ímpeto de transgressão cotidianamente, porque obedecia integralmente aos chamados do Pai, o SENHOR.

Um dia, no Seminário Teológico Servo de Cristo, onde eu cursava meu mestrado em divindades, que não consegui completar, infelizmente, um professor discutia conosco as teorias da inspiração divina, ou seja, como é que as Escrituras vieram a ser escritas? Como que as palavras de alguns homens chegaram a ser reconhecidas como legítimas palavras do SENHOR Deus?

A resposta que veio aos meus lábios foi a seguinte: porque eles se arrependeram. O único jeito de tirar de dentro de mim as palavras do SENHOR Deus é me arrependendo de todo o pecado, pois é assim que coloco para dentro do meu espírito o Espírito Santo de Deus.

Da mesma maneira, um espírito demoníaco ou imundo (trad. simplesmente pecaminoso) não é capaz de retirar de outro um espírito ruim. Igualmente, um espírito santo ou procedente do SENHOR Deus não pode instalar um espírito maligno nem conviver com ele, pois a Lei do SENHOR Deus expulsa para longe toda a sorte de enfermidade.

A massa se surpreende com a transformação miraculosa, mas o justo adverte: haverá juízo para aqueles que não se convertem dos seus pecados nem se dignificam a obedecer às justas ordenanças do SENHOR Deus.

Jesus, o Primogênito, sou eu e você no dia do nosso arrependimento e perdão.

O antídoto para os espíritos endemoninhados é “não matarás, não adulterarás, não cobiçarás, não darás falso testemunho contra teu próximo, adore ao SENHOR o teu Deus e somente a ele preste culto, etc.”

O poder para ajudar começa aqui dentro de nós.

Você é capaz de se dar suporte na direção correta? Há fé no seu coração para aceitar os estatutos do SENHOR como regra e prática de vida?

Se você sair do buraco onde se enfiou, certamente ajudará outros a saírem de semelhantes.

O Reino de Deus chega no momento quando alguém nos toca segundo os caminhos de obediência à justiça do SENHOR Deus.

Repreensão do mal, encorajamento do bem: isso é amor.

Obrigado por acompanhar o nosso blog! O SENHOR Deus está aqui nesse lugar!

Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR, sejam com todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

A perda de um ente querido

Boa noite a todos!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a perda de um ente querido.

Recentemente um amigo muito querido perdeu a jovem esposa, acometida de um câncer agressivo. Como ele é católico, participei com ele da missa de 7º dia em homenagem a ela. Quê tristeza… Quê grande tristeza!

Choramos muito essa perda, sentimos doer fundo o peso dessa verdadeira tragédia.

A vida que temos é gerada no coração daqueles que nos concebem e adotam. Não chegamos soltos, mas ligados, profundamente ligados a outros.

Tudo o que fazemos ao longo do tempo tem impacto sobre essa rede de pessoas que se conectam e interconectam conosco; tudo o que fazemos gera marcas de amor/dor nos corações daqueles para quem somos importantes/existimos.

Nenhum dos nossos atos é indiferente. Até mesmo nossos segredos mexem com o coração das pessoas para quem estamos endereçados.

Podemos até esquecer o nome dos nossos antepassados, mas certamente carregamos o seu sopro por onde quer que andemos.

O que realmente queria lhes dizer hoje aqui é que somente perdemos um ente querido quando abandonamos os compromissos que assumimos na luz da sua presença.

Você morre para mim quando deixo de ser fiel à aliança que assumimos no tempo em que você vivia perto de mim.

“Rafa, perdi tudo! Estou sem chão! Estou sozinho no mundo!”, disse-me o meu amigo em lágrimas.

Mas a verdade é que o amor que recebemos na jornada nunca nos abandona, se permanecemos fiéis a ele.

Disse para o meu amigo, “honre a sua esposa, meu amigo! Viva como quem respeita e dignifica a aliança que vocês construíram!”

Eles foram casados por 14 anos. Andaram juntos; partilharam a mesa…

Certamente o SENHOR Deus ama muito esse meu amigo e tem um futuro abençoado para ele, à luz do amor que partilhou com sua esposa pelo tempo em que estiveram juntos.

As pessoas só morrem para nós no momento em que abandonamos a santidade que seu amor construiu em nós, retornando à deformidade que o sentimento de solidão tenta instalar em nosso coração.

A vida sem a esposa só acontece se ele abandonar a pessoa nova que foi gerada através desse grande amor.

O SENHOR Deus dá a todos nós forças para avançar, apesar do luto. Mas avançar não é esquecer, mas portar com toda a dignidade a presença e o amor que foram recebidos do coração da pessoa que tanto amamos, mas que por um momento não está mais aqui.

Há pessoas que ainda têm seus pais vivos, mas já morreram para eles. Outras fazem isso com seu cônjuge, filhos ou irmãos. Mas onde houve o amor, mesmo que por apenas 1 dia, as pessoas vivem para sempre dentro de nós.

Ali onde há o amor, não há perda definitiva.

O jeito de fazer viver quem está morto é mantendo-se fiel à melhor versão de nós mesmos, aquela que nos foi ensinada por quem agora sofremos dores de separação.

Confie no SENHOR Deus… Confie no Cristo do SENHOR Deus…

Os amigos do Altíssimo terão os seus mortos ressuscitados e eles mesmos atravessarão a morte até alcançarem a vida eterna.

Honre aqueles a quem você ama em todo o tempo, mesmo que eles morram. Assim eles permanecerão vivos e poderosos para a eternidade.

O SENHOR Deus tem anjos, mensageiros da sua parte, de modo que a solidão não terá a palavra final na vida dos seus filhos amados.

Trate bem as pessoas, trate bem a si mesmo… Chore bastante… E ore constantemente ao SENHOR Deus.

O amor do Eterno lhe guardará do mal e o conservará no amor do seu falecido ente querido.

Obrigado por perseverar!

Amamos você!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

De volta para o lar.

“Certo dia Jesus disse a seus discípulos: ‘vamos para o outro lado do lago’.

(…)

Navegaram para a região dos gerasenos, que fica do outro lado do lago, frente à Galiléia.

Quando Jesus pisou em terra, foi ao encontro dele um endemoninhado daquela cidade. Fazia muito tempo que aquele homem não usava roupas, nem vivia em casa alguma, mas nos sepulcros.

Quando viu Jesus, gritou, prostrou-se aos seus pés e disse em alta voz: ‘que queres comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes!’ Pois Jesus havia ordenado que o espírito imundo saísse daquele homem. Muitas vezes ele tinha se apoderado dele. Mesmo com os pés e as mãos acorrentados e entregue aos cuidados de guardas, quebrava as correntes e era levado pelo demônio a lugares solitários.

Jesus lhe perguntou: ‘qual é o seu nome?’

‘Legião’, respondeu ele; porque muitos demônios haviam entrado nele. E imploravam-lhe que não os mandasse para o Abismo.

Uma grande manada de porcos estava pastando naquela colina.

Os demônios imploraram a Jesus que lhes permitisse entrar neles e Jesus lhes deu permissão.

Saindo do homem, os demônios entraram nos porcos e toda a manada atirou-se precipício abaixo em direção ao lago e se afogou.

Vendo o que acontecera, os que cuidavam dos porcos fugiram e contaram esses fatos na cidade e nos campos, e o povo foi ver o que havia acontecido.

Quando se aproximaram de Jesus, viram que o homem de quem haviam saído os demônios estava assentado aos pés de Jesus, vestido e em perfeito juízo, e ficaram com medo.

Os que o tinham visto contaram ao povo como o endemoninhado fora curado. Então, todo o povo da região dos gerasenos suplicou a Jesus que se retirasse, porque estavam dominados pelo medo.

Ele entrou no barco e regressou.

O homem de quem haviam saído os demônios suplicava-lhe que o deixasse ir com ele; mas Jesus o mandou embora, dizendo: ‘volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez’. Assim o homem se foi e  anunciou na cidade inteira o quanto Jesus tinha feito por ele” (Lucas 8. 22, 26-39. NVI).

Jesus Cristo ia com seus discípulos proclamando as boas novas do Reino de Deus nas cidades e povoados, que consistiam da possibilidade dos homens pelo arrependimento receberem o perdão de seus pecados e pela fé receberem a reconciliação com Deus, colocando-se outra vez debaixo da autoridade dEle para a sua felicidade, cura, libertação e salvação eterna.

Imaginamos que o Espírito Santo o direcionava e impelia a cada dia para que ele cumprisse os trabalhos do seu ministério.

Nesse ponto ele resolve atravessar o lago, chegando à região dos gerasenos, frente à Galiléia.

Ao seu encontro vai um endemoninhado daquela cidade, que não usava roupas, nem vivia em casa alguma, mas nos sepulcros. O homem foi muitas vezes apoderado pelo espírito imundo e, quando isso acontecia, ele não podia ser contido: quebrava correntes e era levado pelo demônio a lugares solitários.

Jesus Cristo ordenou que o espírito imundo saísse daquele homem.

Então o endemoninhado gritou, prostrou-se aos pés dele e disse em alta voz: “que queres comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes!”

Como o endemoninhado sabia o nome de Jesus e que esse Jesus era o Filho do Deus Altíssimo, isso é um mistério. Mas o fato é que o endemoninhado reconhece a autoridade de Jesus, para prostrar-se diante dele e suplicar-lhe que não o atormente, sabendo que ele era o Cristo, o Filho do Deus Altíssimo.

Jesus lhe perguntou: “qual é o seu nome?” E ele respondeu “Legião”, porque muitos demônios haviam entrado nele.

Por causa dessa história sabemos não somente que habitamos em um mundo em que existem demônios, mas também que um homem pode ser possuído por muitos deles.

Os demônios imploraram para que Jesus Cristo não os mandasse para o Abismo.

Uma outra vez quando a palavra “Abismo” com letra maiúscula é usada na Bíblia sagrada é quando fala do lugar onde o Diabo será preso por mil anos (cf. Apocalípse 20. 1-3) antes de ser lançado no inferno para todo o sempre (cf. Apocalipse 20. 10).

Os demônios imploram para não irem para esse lugar.

Depois disso, os demônios imploram para que Jesus Cristo lhes permita entrar numa manada de porcos e ele lhes concede isso.

Parece que os demônios precisam de um corpo para habitar, mesmo que seja o corpo de bichos. Ir para o “Abismo” é insuportável; ir para o “ar” também. E os porcos são a alternativa escolhida pelos demônios.

É paradoxal que eles peçam para entrar na manada de porcos para viver, e a manada se atire precipício abaixo em direção ao lago e se afogue.

Qual o benefício de entrar em um corpo que morre imediatamente?

O que aconteceu aos demônios agora que a manada de porcos morreu?

Existem espíritos imundos sem um corpo?

Os demônios existem e vivem sem um corpo? Se sim, por que então suplicaram que lhes permitisse entrar nos porcos? Não poderiam ter simplesmente voado pelo ar?

Mais profundo do que tudo isso é: existe vida sem corpo? (As Escrituras parecem sugerir que não, mas essa é uma conversa para outro momento).

Vendo o que acontecera, os que cuidavam dos porcos fugiram e contaram esses fatos na cidade e nos campos, e o povo foi ver o que havia acontecido.

Quando se aproximaram de Jesus, viram que o homem de quem haviam saído os demônios estava assentado aos pés de Jesus, vestido e em perfeito juízo, e ficaram com medo.

Os que o tinham visto contaram ao povo como o endemoninhado fora curado. Então, todo o povo da região dos gerasenos suplicou a Jesus que se retirasse, porque estavam dominados pelo medo.

O povo foi ver o que havia acontecido e ao verem o homem restaurado, vestido e em perfeito juízo, eles ficaram com medo.

O que assusta essa gente?

Será que a cura deste homem revela algo sobre este povo da região dos gerasenos?

Que tipo de experiência comum é essa de se amedrontar diante da cura de Deus e querer expulsar o agente da cura, o Filho de Deus?

O povo se sente em paz enquanto um de seus filhos é possuído e atormentado por espíritos imundos, mas fica amedrontado quando ele é curado e liberto.

Será que o que essa gente fazia gerava espíritos imundos? Será que o seu caminho espiritual era incompatível com a restauração que vem da submissão a / reconciliação com Deus?

O espetáculo dos porcos que se atiram precipício abaixo teria sido a gota d’água para o pavor coletivo?

O que aconteceu a esse homem gadareno trouxe àquela comunidade o discernimento espiritual: habitamos um mundo junto com demônios e há autoridade capaz de expulsá-los.

Por fim, o homem de quem haviam saído os demônios suplicava a Jesus que o deixasse ir com ele; mas Jesus o mandou embora, dizendo: “volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez”. Assim, o homem se foi e anunciou na cidade inteira o quanto Jesus tinha feito por ele.

Um homem com demônios destrói a sua família; ele arruína a sua casa. De um homem assim, Deus não espera que ele O siga para dentro do mundo, mas que O siga para dentro do lar.

Se você arruinou a sua família dando lugar a um espírito imundo, Deus vai lhe curar de volta para reconstruí-la.

Jesus lhe dirá: “ali na sua casa, conte o quanto Deus lhe fez”. E para falar de Deus, você dirá: “Jesus Cristo me libertou do mal, curou-me, restaurou-me e me deu a salvação eterna juntamente com o Espírito Santo, que agora se manifesta em mim”.

Quem fala do Deus verdadeiro, na verdade fala de Jesus Cristo, o Salvador, por meio de quem Deus dá o Seu testemunho e oferece o Seu perdão e salvação.

Entendemos que muitas vezes o mundo não quer o Filho de Deus, mas recebe de volta o seu filho perdido, quem foi salvo pelo Filho de Deus.

Ai está o caminho de Deus para dentro dos corações humanos: Ele envia filhos de volta a seus pais para testemunharem o quanto Deus lhes fez.

Que em nome de Jesus Cristo os demônios que lhe atormentam e aos seus sejam expulsos! E que os que foram endemoninhados um dia, nesse mesmo Nome, possam voltar para reconstruir os seu lar! Em nome de Jesus Cristo, amém.

Sejamos curados! Amém.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.