Disciplina na família

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que a cada dia mais estejam convivendo em um ambiente respeitoso e acolhedor, fazendo da sua casa um lar!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a disciplina na família.

O que é um casamento?

Casamento é uma aliança entre duas pessoas, um pacto de amor e fidelidade, firmada sobre regras de compromisso. É por meio de um discurso que consentimos e estabelecemos os parâmetros que a fazem valer e continuar.

Assim, defendo que o casamento é um prêmio delicado, que precisa de muito investimento e honra para seguir eternamente.

Qualquer casamento que não possa terminar é patológico, gera doenças. Mas aqui não quero falar como psicólogo, mas apenas como teólogo amador.

O casamento é um tipo de relacionamento que precisa da concordância das duas partes, masculina e feminina, para existir na presença do SENHOR Deus.

Estou falando sobre essas coisas de modo introdutório, porque desejo ensinar sobre a importância da disciplina no lar.

O marido precisa disciplinar a esposa e os filhos; a esposa precisa disciplinar o marido e os filhos; e os filhos precisam disciplinar os irmãos e os pais.

Essa ideia pode parecer obtusa, mas acredito que dentro de nós o SENHOR Deus coloca parâmetros de justiça que concedem a sensibilidade necessária para a mútua correção e ensino nos caminhos eternos.

O homem não pode permitir que o relacionamento continue sem que ele seja respeitado; a mulher não pode permitir que o relacionamento continue sem que seja amada acima de todas as coisas; o filho não pode permitir que o relacionamento continue sem que seja ensinado pela melhor atenção de seus pais.

Temos que perceber que a vida familiar acontece dentro de relacionamentos em que cada um precisa assumir e se responsabilizar por sua parte.

É por essa razão que o homem pede respeito, antes de tudo; a mulher, fidelidade, amor e prioridade; a criança, atenção e engajamento na sua educação.

Preciso dizer que a disciplina no lar é FUNDAMENTAL.

Aqueles que são negligentes em lutar pela parte da aliança que os toca acabam mal, muito mal.

Há as doenças psicológicas, delas falamos em um outro momento, mas principalmente a morte espiritual.

Por exemplo, um homem definha se as pessoas da sua casa são desrespeitosas na sua presença; a mulher se desanima da vida quando há rumores de infidelidade conjugal; e as crianças se tornam verdadeiros estranhos quando seus pais se recusam a participar solidariamente das suas aventuras.

Defendo que se volte a atenção para si mesmos e para o SENHOR Deus, para ouvir, para sentir, para se reconectar. Depois disso, deve-se agir em nome do acerto mais profundo do que as aparências da cordialidade exterior e rotineira.

Se o seu marido não fala com você em primeiro lugar, então você precisa discipliná-lo; se o seu pai não participa da sua vida, então você precisa discipliná-lo; se a sua esposa não o trata como o senhor da sua casa, então você precisa discipliná-la.

Saiba dessas coisas em seu interior e então peça ao Deus Altíssimo, o SENHOR, pelo caminho perfeito para disciplinar a sua família.

Disciplinar é diferente de agir irracional, violenta ou brutalmente, mas é igual a exigir com mansidão e fé que os termos da aliança que fundaram e sustentam a sua família sejam observados.

Se o seu relacionamento não é uma aliança no SENHOR Deus, então precisa terminá-lo e começar do princípio, só que direito. Por outro lado, se houve verdade e transparência para com o Soberano no momento do estabelecimento da sua relação com o outro, então é necessário investir em conhecer e aprofundar os méritos dessa relação.

Disciplina na família é levar o SENHOR Deus à sério no coração.

Ou cada um cumpre o seu papel ou é melhor se afastar da toxidade do convívio desgraçado.

Não tenha medo de por à prova os seus relacionamentos importantes, pois eles moldarão o seu espírito, para o bem ou para o mal.

Pense nisso!

Em oração por todos vocês! Orem também por nós!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

A existência de Deus

Boa tarde a todos!

Como estão? Como vai a sua família?

Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, sejam com todos vocês!

Gostaria de compartilhar com vocês hoje um texto apologético, uma defesa da fé, um argumento em favor da existência de Deus.

O texto diz assim:

“No ventre de uma mãe havia dois bebês.

Um perguntou ao outro: ‘Você acredita em vida após o parto?’

O outro respondeu: ‘É claro! Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde’.

‘Bobagem’, disse o primeiro. ‘Que tipo de vida seria esta?’

O segundo disse: ‘Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora’.

O primeiro retrucou: ‘Isto é um absurdo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação!’

O segundo insistiu: ‘Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico’.

O primeiro contestou: ‘Bobagem! E além disso, se há realmente vida após o parto, então por que ninguém jamais voltou de lá?’

‘Bem, eu não sei’, disse o segundo, ‘mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós’.

O primeiro respondeu: ‘Mamãe, você realmente acredita em Mamãe?! Isso é ridículo! Se a Mamãe existe, então onde ela está agora?’

O segundo disse: ‘Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir’.

Disse o primeiro: ‘Bem, eu não posso vê-la, então é lógico que ela não existe’.

Ao que o segundo respondeu: ‘Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa'”. (Autor húngaro desconhecido).

A existência do SENHOR Deus é assim como a existência da mamãe para seus filhos no ventre materno.

A justiça eterna, quer dizer, o fato de que toda impiedade recebe castigo e toda correção, recompensa, argumenta em favor da existência do SENHOR Deus.

O amor divino, quer dizer, o fato de que só nos sentimos completamente contemplados no momento em que nos arrependemos de todo o pecado e nos submetemos verdadeiramente à santidade/Lei do SENHOR Deus, argumenta em favor da existência do SENHOR Deus.

E a ressurreição dos mortos, quer dizer, o fato de que a morte não é capaz de reter os justos filhos do SENHOR Deus, argumenta em favor da existência do SENHOR Deus.

Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, é Senhor! Aos seus pés serão entregues toda a honra, glória e louvor!

Sim, o SENHOR Deus existe e recompensa todos aqueles que o buscam!

Amamos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.