Fardos difíceis de carregar

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que cultivando uma vida de devoção e fé, uma vida de pureza de espírito e esperanças no Deus de Cristo, o SENHOR!

Hoje vamos ler a Bíblia mais uma vez, um trecho do Evangelho de Lucas. Que o SENHOR Deus nos dê a sua palavra, em nome de Jesus, o Cristo, amém!

“‘Quanto a vocês, peritos na lei’, disse Jesus, ‘ai de vocês também! Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar e vocês mesmos não levantam nem um dedo para ajudá-los'” (Lucas 11. 46. NVI).

Quem legisla, advoga, documenta, contabiliza, normatiza… Geralmente faz isso sobre a vida dos outros, mais especificamente sobre a vida dos simples, dos homens comuns.

Se os peritos na lei estivessem incluídos nas regras que impõe aos demais cidadãos, talvez não fossem censurados pelos olhos divinos, como foram nesse momento.

As pessoas que manipulam os parâmetros da vida em sociedade são os que dominam sobre o povo por meio da força e poder de polícia. Aumentar impostos, criar “novos pecados” ou motivos para punições, é muito fácil arbitrar sobre a vida dos outros, quando há proteções legais para que o mesmo rigor que se aplica ao outro nunca recaia sobre mim mesmo e minha família.

O verdadeiro legislador é um homem de compaixão e grande misericórdia. O Ungido do SENHOR Deus é aquele que trabalha no sábado (shabbat) quando isso significa ajudar seu próximo a carregar seu fardo na vida. Às vezes devemos sacrificar a lei/hábito/costume para fazer a Justiça do SENHOR Deus.

“Como são bonitos os pés dos que anunciam boas novas”.

Quem legisla para a liberdade de todos, legisla para a glória do SENHOR Deus; quem julga segundo a Justiça do SENHOR Deus, pratica o bem e jamais será desarraigado, sua família viverá eternamente.

Se você recebeu poder do alto para determinar como viverá o seu irmão, tenha cuidado para não obrigá-lo a um rigor que traga condenação sobre você que legisla e a sua família.

Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, não suporta a hipocrisia dos homens cruéis, que em face do sofrimento, necessidade e vulnerabilidade do seu compatriota se exaltam como tiranos sem coração.

O mais fraco, seja estrangeiro, órfão ou viúva, tem o próprio SENHOR Deus Altíssimo como escudo e fortaleza. O justo humilde será vingado e indenizado em toda medida e além.

Por que você age com orgulho arrogante, como se a posição de influência e poder sobre o povo não lhe tivesse sido dada pelo SENHOR Deus para a prática do bem?

O seu irmão mais fraco é você. A fraqueza e a força são circunstanciais, pois somos todos iguais, à mercê dos desígnios do SENHOR Deus.

Lembre-se do SENHOR Deus enquanto é tempo! Devolva o dinheiro extorquido, restitua os bens roubados!

Viva segundo as leis da sua nação, sabendo que todo caso legal pode ser reinterpretado à luz da complexidade da situação concreta e da misericórdia do Soberano do Universo.

Não é porque algo é legal que a sua aplicação também é ética. Pois às vezes a lei promulgada é antiética e às vezes o cumprimento da ética extrapola as leis da nação.

Aprofunde a sua espiritualidade: “o outro sou eu; o outro é minha família; o outro é minha própria alma”.

Sabe qual a vitória do SENHOR Deus no mundo? O homem íntegro, fiel, leal e justo.

No amor está a chave que desfaz toda amarra de condenação. “Caim, se você fizer o bem acaso não será também aceito?”

O SENHOR Deus em nós é como um refrescante Espírito Santo, mas também como um fogo de juízo e separação para todo aquele que oprime e violenta o seu irmão.

Não é porque todo mundo está fazendo que está certo; não é porque você pode fazer que é justo fazê-lo.

Abandone o direito quando ele promove a injustiça.

“É melhor um bom nome do que os lucros da perversidade”.

O SENHOR Deus enriquecerá o homem bom.

Eu acredito em milagres!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Repensando o mérito

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? A graça e a paz de Jesus, o Cristo, aos irmãos!

Hoje vamos falar aqui um pouco sobre a questão do mérito.

Estava conversando com a Cibele, minha esposa, quando ela começou a aprofundar nossa conversa sobre esse tema.

Quem é aquele que merce a vitória, o que termina primeiro a corrida ou o que corre com mais integridade? O que desempenha a performance acima dos outros ou o que coloca os outros acima de si mesmo?

Nas Escrituras Sagradas, especialmente nas cartas do Paulo, apóstolo, parece haver um abismo entre graça e mérito, mas isso porque ele precisa ressaltar a diferença que há entre buscar a justiça por meio de obras e por meio da fé.

De uma maneira sintética, diremos que buscar à justiça por meio de obras é colocar a questão do mérito sobre o comportamento religioso ou na consecução ritualística de etiquetas judaicas, como vestuário, higiene, alimentação, pagamento de dízimos e ofertas, festividades e atos simbólicos (como a cirurgia de circuncisão).

Por outro lado, buscar a justiça por meio da fé é colocar a questão do mérito sobre a inegociável confiança que um filho do SENHOR Deus demonstra para com seu Deus, dando lugar ao espírito da sua santidade (a obediência sincera e autêntica à verdade da sua Lei), em arrependimento genuíno contra toda forma de pecado, alegria no prazer do SENHOR Deus e amor valoroso por todos a partir do amor ao SENHOR Deus.

A questão do mérito está sempre presente, pois a fé é o que condiciona a liberação do poder da graça do SENHOR Deus, de modo que merce a graça, que é o favor gratuito presente na relação de amor mútuo entre um homem e o SENHOR Deus, aquele que demonstra a perfeita fé.

Perfeição é medida pela inteireza do coração, de modo que todo ser humano pode ser perfeito na presença do SENHOR Deus, sendo excluídos apenas aqueles que agem com hipocrisia ou dissimulação.

Mas voltando à Cibele, minha esposa, quem verdadeiramente ganha a corrida é aquele que ama o seu irmão. Quem merece a vitória é aquele que é perfeito de coração.

O mérito corretamente compreendido é o fator que estabeleceu um trono inabalável à descendência de Davi, filho de Jessé. Foi o mérito profundo que fez com que os céus se abrissem para que todos ouvissem as palavras do Altíssimo sobre Jesus, o Cristo, dizendo “esse é o meu filho amado, em quem tenho prazer”. Foi o mérito aos olhos do Deus Pai que encontrou no assassino Saulo de Tarso o apóstolo Paulo: no Reino do SENHOR Deus o assassino de coração sincero vale mais do que 1.000 religiosos oportunistas, pois o mérito aos olhos do Deus Altíssimo é tudo o que se necessita para uma obra perfeita de conversão e iluminação espiritual, a formação de um homem aprovado e divinizado.

Existe uma diferença entre o ímpio e o ignorante, entre o perverso de coração e o buscador da verdade confuso e enganado. O primeiro será morto, sua sentença já foi promulgada; mas o segundo será esmagado pela vida e refinado pelo fogo, até que se torne um precioso e inabalável instrumento da parte do SENHOR Deus.

Eu acredito em milagres! Já disse isso? Hehehe…

Ganhe o direito de ser chamado de filho do SENHOR Deus! Converta-se dos maus caminhos de fato e de alma, de todo o seu coração! Pratique o bem quando ninguém estiver olhando, mas apenas o SENHOR, o seu Deus!

Eu acredito em milagres!

O SENHOR Deus está aqui nesse lugar!

Boa semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Dinheiro

Boa tarde a todos!

Como estão vocês e suas famílias? Que a graça e a paz de Jesus, o Cristo, sejam verdadeiramente com todos vocês!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre o dinheiro.

O dinheiro, afinal, é bom ou mau? Como lidar com as relações mediadas por dinheiro?

Houve um tempo quando se trocavam coisas por coisas, serviços por serviços, coisas por serviços e serviços por coisas. Mas esse tempo foi ficando cada vez mais antiquado à medida em que coisas de valor passaram a dar lugar à moeda, aos dinheiros locais e globais, e tudo o que se faz e produz ganhou poder de remuneração.

Assim, tudo o que fazemos na sociedade contemporânea o fazemos através do dinheiro, até mesmo o voluntariado e as obras de caridade. Nesses últimos casos estamos usando nosso próprio dinheiro, ao invés da recompensa pelo serviço ou benesse prestada, para ajudar outros em sua pobreza ou necessidade.

Por isso, temos que reconhecer que a princípio o dinheiro é bom e útil para a saúde das sociedades. Quanto mais capacidade financeira uma sociedade tem, tanto melhor é a qualidade de vida de todos e mais útil ela pode ser para as outras em derredor.

Com isso em mente, defendemos que deve-se trabalhar com integridade, cada um segundo a sua habilidade e vocação, esperando receber a maior remuneração possível, sem a exploração de si nem do próximo, visando patrocinar a sua própria vida e família, e cooperar para o bem comum.

Mas agora vamos falar da parte traiçoeira do dinheiro: o dinheiro pode ser transformado em um demônio de nome Mamom.

Meu dinheiro só se transforma em demônio quando tenta comprar aquilo que o SENHOR Deus não me deu. É isso mesmo! O dinheiro pode comprar coisas e serviços, mas existe uma ordem subjacente, uma Lei mais profunda e poderosa, que conduz a um fluxo de vida que serve ao SENHOR Deus Altíssimo, porém que se contrariada recebe severa punição.

O homem que ignora a Lei do SENHOR Deus quando compra e contrata, ele se corrompe em sua rebelião e transforma em maldição o dinheiro de que dispõe.

O dinheiro que faz dinheiro sem respeitar os tempos de semeadura e de colheita, que contrata serviços sem discernir os povos e sua dignidade, que prolonga a vida corrupta e rebelde, que acumula luxos promovendo a pobreza dos outros e a depredação do ecossistema… Todas essas coisas se chamam feitiçarias e por meio delas o dinheiro se torna um vil oponente da cura do SENHOR Deus.

Feitiçaria é quando eu faço alguma coisa que me adianta um resultado ignorando a necessária submissão de tudo e todos à Lei do SENHOR Deus; é um atalho desenhado com o propósito de me fazer capaz de obter um sucesso sem a bênção do SENHOR Deus.

Dinheiro pelo dinheiro, poder pelo poder… Essas são coisas que apodrecem os dentes.

Dinheiro recebido gratuitamente pelo desígnio do SENHOR Deus e usado cuidadosamente para a promoção da santidade do SENHOR Deus em outras pessoas; poder e autoridade recebidos gratuitamente pela escolha soberana do SENHOR Deus para servir a todos os outros, fortalecendo-os e equipando-os com toda a boa dádiva… Essas coisas são a joia do Reino do SENHOR Deus!

Existem pessoas que receberam um dom extraordinário de ganhar dinheiro… Ganhar muito dinheiro… Com trabalho honesto e consciência completamente limpa… Quê dom maravilhoso! Esses são os patrocinadores do SENHOR Deus!

Todos, finalmente, temos alguma porção de dinheiro nas mãos. Não deixem que o seu dinheiro se transforme em demônio: só compre o que o SENHOR Deus lhe dá gratuitamente; só ponha no bolso o dinheiro que for fruto de trabalho simples e honesto, com toda a integridade.

Não roube nem o seu próximo nem os ladrões. Não use dinheiro amaldiçoado pelo SENHOR Deus.

Seja puro… Seja íntegro… Seja honesto… Seja simples, sem malícia.

O SENHOR Deus sustenta você e os seus, por isso honre-o.

Obrigado, SENHOR Deus, pela vida de todos os patrocinadores de Jesus, o Cristo!

O SENHOR Deus abençoe todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Começando a construção

Boa tarde a todos!

Começaremos a construir um fundamento de compreensões e entendimentos sobre Deus e a cura de Deus.

Desejamos ser claros e verdadeiros, como os Pastores de gente precisam ser.

No começo há sempre um homem em solidão. Não acredito que o problema humano parta de outro lugar, senão das coisas que estamos dispostos a fazer para vencer a solidão.

Ser o que somos e sermos amados.

“Ser o que somos” é quando ouvimos uma resposta no nosso coração que confirma aquilo que já sabemos desde o princípio a respeito de nós mesmos.

“Sermos amados” é quando somos apreciados e respeitados no lugar da nossa autêntica integridade por outros também.

Começamos sozinhos e esperamos a mão do socorro de Deus no afeto de um rosto humano.

Somos tão carentes no íntimo que somos capazes de negar a Deus para continuar embalados.

Mas não há embalo de alma onde não há paz com o SENHOR Deus.

Afeto genuíno é a colheita que obtemos da ceara do SENHOR, fruto que vem do lado de lá do arrependimento e da retidão.

Certos com o SENHOR Deus acertamos a mão e o coração nos relacionamentos.

Quem faz a curva do arrependimento e tem a coragem de recomeçar direito encontrará a Vida Eterna.

“Não é bom que o homem esteja só”… “Farei alguém que lhe auxilie e corresponda”… Deus faz esse tipo de coisa para cada um de nós.

Não volte as costas para o SENHOR Deus por um calor humano roubado, pois o calor humano verdadeiro é o presente natural da graça de Deus.

Ande com o SENHOR. Ele cura você de toda a sua solidão.

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.