À espera de um milagre

Boa tarde a todos!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre o que fazer enquanto se espera por um milagre da parte do SENHOR Deus.

“Vitória nas guerras” é uma expectativa adequada para aqueles que se submetem de coração ao SENHOR Deus, Todo-poderoso. Mas a “vitória que vence o mundo” é um homem novo, recriado, antes de uma conquista mundana qualquer.

Esperamos por uma cura para a nossa doença, uma libertação do nosso cativeiro, uma contenção dos nossos opressores, uma provisão financeira contra a nossa pobreza, um empoderamento significativo frente à nossa necessidade de trabalharmos e sermos úteis a outros em nossa geração… Todas essas coisas acontecerão no tempo perfeito segundo a palavra do Eterno Deus ou de seu Cristo, mas pode levar bastante tempo até que tudo esteja pronto para acontecer.

É muito difícil esperar pelo SENHOR, porque a esperança adiada faz doer o coração.

Entenda o seguinte: a vitória com que você sonha o derrotaria se o SENHOR Deus, em sua sabedoria suprema, não preparasse o seu coração para a justiça.

A falta tem um poder razoável de nos colocar em tentação, mas a abundância e o sucesso o tem 10 vezes mais. Quantas gerações incontáveis se perderam completamente porque tiveram riquezas abundantes antes de terem sido provadas e experimentadas pelo Espírito do SENHOR?

Salomão, filho de Davi, perdeu-se completamente porque teve tudo antes de ser alguém realmente consagrado ao SENHOR.

A tristeza de não ter, não ser, não poder… Deve ser minorada em nosso coração ante à promessa de que o SENHOR Deus nos tem na palma de sua mão e nos ama como amor total, real e eficaz.

Se você é santo para o SENHOR, então não há estagnação em sua vida, a obra do Pai Celestial está em ação sobre você e em você.

Nos momentos em que tudo parece mais parado e sem saída, temos o poder do Eterno mais ativo, derrubando os gigantes do orgulho, da covardia e da incredulidade aqui dentro de nós.

Você precisa se tornar uma pessoa melhor, quer dizer, você precisa se tornar a versão sem máscaras, mentiras ou falsidades de você mesmo: o Grande Eu Sou ou o Filho do Eu Sou o que Sou.

A natureza divina pode ser nossa e todo o poder da “escola divina” está voltado para ajudar-nos a alcançar a paz com o SENHOR.

Enquanto você espera, não chute cadeiras, cachorros ou coleguinhas.

Enquanto você espera, compartilhe com outros a sua dor e dê atenção verdadeira à deles.

Enquanto você espera, seja a melhor versão de si mesmo, como se fosse um rei, mesmo que esteja trabalhando esquecido com faxinas ou no cuidado de crianças.

Enquanto você espera, adore ao SENHOR Deus Todo-poderoso, elogie aquele que Vive para Sempre. Lembre-se de seus votos de fidelidade e os ponha em prática.

Enquanto você espera, aprenda a amar a si mesmo, o seu próximo, a sua nação e os estrangeiros. Honre a terra em que você habita, habitando-a com toda dignidade. Seja um fator de vida, cura e reconstrução onde quer que o SENHOR o esteja disciplinando.

Por fim, enquanto você espera, não se magoe com o SENHOR Deus. A dor infligida pelo Pai de Amor é medicinal. Para curar é preciso submeter-se ao tratamento amargo e atravessar seu deserto de dores, corajosamente. O SENHOR não machuca sem boa intenção e poder de cura. A tristeza justa aformoseia o rosto.

O que o SENHOR começou em sua vida, a obra de embelezamento radical e duradouro, logo, logo se completará! Tenha bom ânimo e fé nas suas promessas de vida eterna, “ao vencedor lhe darei um beijo de realização de sonhos no seu coração”.

Você não está esquecido nem ignorado, Ele vê você!

O SENHOR Deus abençoe a todos vocês e suas famílias!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

A quem honra, honra

“Certo dia Jesus[, o Cristo,] estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: ‘Senhor, ensina-nos a orar, como João [Batista] ensinou aos discípulos dele’.

Ele lhes disse: ‘Quando vocês orarem, digam: Pai! Santificado seja o teu nome'”. (Lucas 11.1-2a. NVI).

Boa tarde a todos!

Você se considera importante? Sente nos ossos que a sua pureza merece o respeito?

Se você já passou para a casa dos 30 anos ou mais, provavelmente já observou o fenômeno da autoridade no mundo: certas coisas só acontecem na presença de certo alguém.

As pessoas são fenomenais porque na plenitude da sua integridade coisas especiais acontecem no mundo que sem elas não aconteceriam jamais. É por isso que em nome de certas pessoas se faz e realiza coisas espetaculares.

O nome de alguém carrega o poder da sua presença e da maravilha do dom que nele está.

Se você deseja orar com Jesus, o Ungido do SENHOR, precisa aprender a tratar com respeito o Nome dos nomes, o Nome Todo-poderoso do SENHOR, Deus.

É difícil para o inexperiente compreender essa relação direta entre o nome de alguém e a sua presença ou poder de ação ou espírito, mas digo aos neófitos o nome do Justo carrega a sua justiça.

As promessas bíblicas são incontáveis e firmes: quem invocar o nome do SENHOR será salvo/socorrido/ajudado.

Nos Estados Unidos da América o nome “Jesus” é interjeição: “ops, tropecei… Jesus!” Já no Brasil temos o “Nossa Senhora!” ou o “meu Deus!” na boca de todo o mundo.

Mas o que de fato significa o nome “SENHOR Deus” ou “Jesus, o Cristo”? Invocar o nome do Deus Verdadeiro ou do seu Cristo significa de uma só vez adentrar a sua presença e submeter-se ao seu Espírito.

Quando você orar, deve dizer “seja tratado com respeito o teu nome, ó Deus”, “seja pronunciado com reverência e importância o nome daquele por meio do qual temos socorro, poder, força, saúde e riquezas sem fim”.

Os budistas tratam da sua vida como se não houvesse um Deus do lado de lá, mas há. Existe um outro sempre presente e eternamente poderoso na outra ponta, para onde dirigimos as nossas orações.

Seja cauteloso quando pronunciar o Nome do Altíssimo e suplique para que todos o tratem com a devida honra em pureza de intenção.

Tudo a respeito do SENHOR Deus tem a ver com os nossos esforços para amar e permanecer no amor. Por isso, dizemos que somos santos quando estamos reconciliados com o grande Eu Sou.

A conclusão da lição de Jesus, o Cristo, sobre a oração é que o SENHOR Deus não negará em hipótese alguma o Espírito Santo ao coração daqueles que o pedirem sinceramente.

Experimente entrar na presença do SENHOR Deus… Experimente pronunciar o seu nome como se fosse sagrado…

Suas experiências de fé lhe concederão discernimento progressivamente e ao longo dessa jornada você reconhecerá que quando invoca o nome do SENHOR Deus deve fazê-lo com reverência e limpo de coração.

A religião cristã tem tudo a ver com a aproximação do homem com a beleza da santidade do SENHOR Deus.

Você fica mais bonito quando invoca o santíssimo nome do SENHOR Deus.

Limpos e curados, é assim que ficamos quando tratamos com honra aquele que é Digno.

Tratar corretamente o nome do SENHOR Deus é estar no caminho certo para a vida eterna. Pense nisso!

Obrigado por estar hoje aqui!

Que o SENHOR Deus abençoe a todos nós e nossas famílias! Em nome de Jesus, o Cristo, amém.

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Como uma criança

Gostaria de lhes falar algo hoje aqui sobre se tornar semelhante a uma criança e entrar no Reino de Deus.

Não é a ingenuidade da criança que nos abre para o Reino de Deus; também não é a sua inexperiência nem a sua imaturidade.

“Ser como uma criança” como um elogio é quando se é inteiro como uma criança sendo a pessoa adulta que se é ou quando a pessoa adulta se move a partir do lugar onde se está e não daquele que as outras pessoas desejam que ele esteja.

A criança não finge bem nem dissimula com destreza, ela está conectada com sua experiência interior de modo direto e assim, quando se expressa, é transparente porque se move na direção daquilo que verdadeiramente deseja e se afasta daquilo que sinceramente não quer.

Logo na infância começamos a aprender que quem age com esse tipo de transparência acaba se dando mal, porque a malícia e a astúcia obtêm um sucesso mais rápido com a maioria dos grupos e oferecem uma defesa momentânea contra a vulnerabilidade da retidão.

Mas a verdade é que quem não se torna como uma criança nesse sentido acima é que acaba se dando mal no médio e no longo prazo.

Sem honestidade de alma não se pode conhecer a verdade; e sem o conhecimento da verdade somos para sempre escravos do medo.

Cura e libertação tem tudo a ver com descobrir a verdade sobre as coisas: o certo e o errado, o justo e o injusto, o eterno e o corruptível, o confiável e o falso, o agradável e o desagradável, o belo e o feio, o seguro e o violento, etc.

Se você não tentar se aproximar daquilo que você realmente deseja ter perto nem se afastar daquilo que você sabe lhe faz sempre somente o mal, você não terá a chance de conhecer a Deus e jamais será, então, curado por Deus.

O homem de bem aprende a dizer e a defender o que quer e o que não quer enquanto medita de dia e de noite na Lei do SENHOR.

“Ser como uma criança” nunca será uma desculpa para a inconsequência de atos, pecados ou más escolhas.

“Ser como uma criança” é ser puro de coração e autêntico de alma.

Abandone a astúcia! Deixe para trás a malícia!

O que você realmente quer? E o que verdadeiramente lhe faz o mal?

Ande na direção do primeiro; afaste-se do segundo. Se fizer assim e continuar se aplicando na sabedoria e na retidão, um dia você estará no Reino de Deus.

Eu confio em Deus, e você?

Boa tarde a todos!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Devemos crescer

“No dia seguinte, quando desceram do monte, uma grande multidão veio ao encontro [de Jesus Cristo].

Um homem da multidão bradou: “Mestre, rogo-te que dês atenção ao meu filho, pois é o único que tenho. Um espírito o domina; de repente ele grita, lança-o em convulsões e o faz espumar; quase nunca o abandona e o está destruindo. Roguei aos teus discípulos que o expulsassem, mas eles não conseguiram”.

Respondeu Jesus: “Ó geração incrédula e perversa, até quando estarei com vocês e terei que suportá-los? Traga-me aqui o seu filho”.

Quando o menino vinha vindo, o demônio o lançou por terra, em convulsão. Mas Jesus repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou de volta a seu pai. E todos ficaram atônitos ante a grandeza de Deus” (Lucas 9. 37-43. NVI).

A grandeza de Deus aparece quando a fé e o arrependimento do homem são completos.

Jesus Cristo havia estado com Elias e Moisés, e diante de Pedro, Tiago e João foi transfigurado, assumindo uma forma gloriosa e maravilhosa no dia anterior.

Agora uma grande multidão vai ao encontro de Jesus e um homem do meio dela clama por seu filho doente.

Jesus socorre esse homem maravilhosamente, repreendendo o espírito imundo que dominava o seu filho, curando o menino de sua enfermidade e devolvendo-o são para o seu pai.

A multidão, então, fica atônita ante a grandeza de Deus: “Deus está aqui! Deus existe! Deus intervém! Deus socorre o seu! Deus nos ama de verdade! Deus tem poder real!”

Mas, sobre o que é essa história verdadeiramente? O que realmente está sendo relatado por Lucas?

A leitura do Evangelho de Lucas já nos tinha apresentado à capacidade de Deus de socorrer e salvar, de curar e libertar.

Lembra do endemoninhado da região dos Gerasenos? E da ressurreição do único filho daquela viúva de quem Jesus se compadeceu na cidade de Naim?

A história aqui é diferente porque fala da frustração de Jesus [provavelmente] com seus discípulos.

“Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei com vocês e terei que suportá-los?”

Não acredito que Jesus esteja falando aqui sobre a multidão que o busca, nem mesmo do pai que busca a cura do seu filho, pois este é aquele que demonstrou a fé.

Mas os discípulos a essa altura são indesculpáveis por sua passividade pedante e inconsistência moral.

A fé é uma ação baseada em certezas e esperanças invisíveis. E o arrependimento total é o Espírito de poder.

Há um ponto a partir do qual o aprendiz se torna um fardo insuportável para seu mestre.

O discípulo deve ser tocado pelo mestre, ver o mestre tocando outros, aprender a tocar como o seu mestre e, então, tornar-se um representante igual ao mestre. E essa é uma sequência progressiva com data de encerramento definida.

Se um discípulo não se responsabiliza pelo homem que deve ser, então o seu mestre o vomita.

Paciência é a tolerância com os erros do aprendizado. Mas a paciência tem um limite: a boa fé do aprendiz.

A perversidade de um homem abrevia o tempo da paciência, assim como a incredulidade de um homem o impede de prosperar.

Seja responsável quanto à sua vocação divina, não deixe o Mestre vomitar você.

A paciência é para o justo, para o sincero, para o arrependido. Mas o bom da paciência é um dia não ter mais que existir.

Você foi chamado(a) para ficar de pé, ser imagem e semelhança de Deus, andar num Espírito Santo como Jesus Cristo andou, ser perfeito(a) assim como é, realizando toda a boa intenção de Deus para a sua vida.

Isso é mais profundo e mais possível do que aparenta ser.

Torne-se homem; torne-se mulher. Pague o preço, assuma a responsabilidade.

Arrependa-se dos seus pecados; creia, obedeça e se torne um filho(a) de Deus.

Isso lhe fará bem. Isso lhe fará o melhor.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

“#611, Be Comfortable With Who You Are”, sermão do Pastor Joel Osteen.

Nenhum Pastor que eu conheço tem um espírito mais positivo e cheio de fé do que o Pastor Joel Osteen.

Boa doutrina, excelente encorajamento. Não deixe de conferir.

Aqui ele fala sobre nos tornarmos satisfeitos com quem somos ao invés de ardermos de inveja e baixa autoestima por causa de comparações de nós com os outros.

Muito bom!

Sermão em Inglês, com legendas em Inglês.

#611, Be Comfortable With Who You Are (page 5)

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

A autoridade, a fé e a cura.

“Tendo terminado de dizer tudo isso ao povo, Jesus entrou em Cafarnaum.

Ali estava o servo de um centurião, doente e quase à morte, a quem o seu senhor estimava muito.

Ele ouviu falar de Jesus e enviou-lhe alguns líderes religiosos dos judeus, pedindo-lhe que fosse curar o seu servo.

Chegando-se a Jesus, suplicaram-lhe com insistência: ‘este homem merece que lhe faças isso, porque ama a nossa nação e construiu a nossa sinagoga’.

Jesus foi com eles.

Já estava perto da casa quando o centurião mandou amigos dizerem a Jesus: ‘senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade e com soldados sob o meu comando. Digo a um: vá, e ele vai; e a outro: venha, e ele vem. Digo a meu servo: faça isso, e ele faz’.

Ao ouvir isso, Jesus admirou-se dele e, voltando-se para a multidão que o seguia, disse: ‘eu lhes digo que nem em Israel encontrei tamanha fé’.

Então os homens que haviam sido enviados voltaram para casa e encontraram o servo restabelecido” (Lucas 7. 1-10. NVI).

O texto conta a história do ato de fé de um centurião romano, um gentil, um não judeu, que entendia de autoridade e, por isso, possuía grande fé.

Dizem que a fé se baseia na imaturidade e na ingenuidade, ou também no pensamento positivo e na obstinação, como se o homem da fé fosse ou o inexperiente e o sonhador ou o arrogante e o obsessivo.

Mas penso que a fé se baseia no temor a Deus e na maturidade genuína: o reconhecimento da autoridade e a sujeição a ela em confiança.

Fé é coisa de gente madura e sábia; é coisa de quem recebe o Reino de Deus como uma criança, que confia completamente na autoridade de seu pai.

“Onde está o poder? Quem possui a autoridade?”, essas são perguntas importantes e definitivas. Quem encontra a resposta a essas perguntas pode encontrar a sabedoria que leva à fé.

O autor de Hebreus nos ensina que a fé é um tipo de certeza e prova. Isso advém do temor do SENHOR, o vislumbre da realidade última, o reconhecimento da autoridade eterna e a sujeição a ela.

A âncora que mantém uma pessoa firmada em Deus é a fé.

Quem avança na vida e experimenta a dor e o sofrimento prolongados anos a fio vai descobrindo que as autoridades temporais são passageiras e só existem porque derivam da autoridade de Deus. É a autoridade de Deus que dá base, força, legitimidade e sustentação para todas as pessoas. E as pessoas vem e vão, mas a autoridade de Deus permanece para sempre.

Quem recebe autoridade e tem olhos para ver percebe que o poder que tem nas mãos aponta para Deus. A autoridade não é sua, mas lhe é emprestada para cumprir os desígnios de Deus. Ela se sustenta em uma outra fonte que não são os seus próprios méritos e recursos: seu sustento é espiritual e o espírito que a sustenta é o Espírito Santo de Deus.

O centurião romano era um homem bom, pois amava a nação de Israel, construiu-lhe uma sinagoga e tinha o favor de líderes religiosos judeus.

Consideremos: Israel é a nação escolhida, amada, liberta e redimida por Deus; a sinagoga é o lugar para o ensino das Escrituras Sagradas e culto ao Deus Eterno, o SENHOR; e os líderes religiosos judeus não intercediam por qualquer um.

Como um centurião romano pode se aproximar dessa maneira do povo de Deus (estrangeiros) sem a percepção e o discernimento das coisas espirituais, a saber, a autoridade de Deus?

Não é possível amar nem trabalhar por nem conhecer o povo de Deus sem reconhecer a autoridade do Nome que está sobre e entre eles.

São olhos que enxergam as coisas espirituais que reconhecem a autoridade quando estão diante dela.

E sem o reconhecimento da autoridade não há fé.

Enquanto não aceitarmos que a autoridade existe, jamais poderemos dar os passos da fé.

Fé não é tolice vazia; é a sabedoria profunda da vida; é o discernimento das verdades e poderes espirituais; é o ato de todo aquele que ao encontrar o Poder da Vida submete-se ao seu Senhor.

O centurião romano teve o seu servo curado por Deus.

O centurião romano reconheceu a autoridade em Jesus Cristo e por isso intercedeu a ele por seu servo a quem muito estimava. E confirmando a sua fé madura e correta, Deus realizou esse milagre em nome de Jesus Cristo, o Salvador, por meio do Espírito Santo para o louvor da Sua glória e a salvação daquela casa e além.

Deus cura.

Quem acha a Deus, acha a sua cura.

Quem acha o Espírito de Deus, acha a sua cura.

Quem acha o Filho de Deus, acha a sua cura.

Quem acha a Igreja de Deus, acha a sua cura.

Meditemos sobre isso.

E oremos assim: “Senhor Jesus Cristo, não mereço receber-te debaixo do meu teto. Mas dize uma palavra e eu e minha casa seremos curados. Pois também sou pessoa sujeita à autoridade”.

Amém.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.