Cura divina

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que estejam bem e esperançosos, pois o Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR, logo vem nos visitar carregando a cura em seus abraços!

Gostaria de lhes falar um pouco hoje aqui a respeito da cura divina.

Embora esse blog seja o Curados por Deus, muito poucas vezes eu falei explicitamente sobre a cura que provém de Deus, mas espero inspiração pelo Espírito Santo para fazermos isso hoje aqui.

O SENHOR Deus cura? Como ele cura? Quando ele cura? Qual o custo dessa cura?

Talvez o maior sinal da reconciliação de um homem com o SENHOR Deus seja que quando finalmente nos acertamos com o Altíssimo as enfermidades já não conseguem mais prosperar em nós nem a morte encontra motivos justos para nos reter.

Cura divina é saúde física, mental e espiritual; é quando o Espírito do SENHOR de fato passa a proceder da nossa própria alma como se fôssemos um receptáculo e fonte da sua gloriosa presença e majestade.

A cura divina não é o começo da jornada de fé, mas a herança confirmadora de que alguém de fato trilhou o caminho estreito e apertado do arrependimento, em um voto de confiança sincero para com os mandamentos daquele que é Deus, o SENHOR.

O modo primordial como o Soberano cura é levantando os olhos daquele que sofre para o Cristo pendurado na cruz. A conversão das más escolhas espirituais para a vida eterna se dá nesse momento único quando o castigo que me era devido é totalmente infligido no justo Filho de Deus por amor a mim, para me dar uma segunda chance de vida e paz no Reino do SENHOR Deus.

Desde a eternidade a liberdade para conhecer o pecado e a maldade carecia de uma substituição vicária, pois o fruto do pecado é a morte. Por essa razão a graça do SENHOR sempre atuou através do derramamento do sangue de um cordeiro sem defeitos. Mas o sacrifício de animais não era poderoso para anular a dívida espiritual dos homens, servindo apenas como um memorial à consciência, uma lembrança de um evento futuro: o SENHOR providenciará a justiça para os crentes. E assim tudo aconteceu, conforme o testemunho das Escrituras Sagradas.

“Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele e pelas suas feridas fomos curados” (Isaías 53.5. NVI).

Quantos de nós precisamos ainda de um toque mais profundo da maravilhosa cura do SENHOR Deus? Você quer ser curado tanto quanto eu?

Vícios, doenças físicas e/ou mentais, traumas, feridas, compulsões, distrações, degenerações, vergonhas, culpas, mentiras… O Deus que Cura pode fazer novo tudo de novo.

O custo da cura divina é a sua firme determinação em obedecer ao SENHOR Deus, mesmo sem sentir resultados e/ou conforto imediatos. O SENHOR Deus vai curar você, se você abandonar suas práticas pecaminosas, suas más companhias e seus projetos pervertidos. Uma mente nova e novos olhos iluminados de bondade são o benefício de uma aliança viva e verdadeira com o Supremo Deus, o SENHOR.

Há nódulos que regridem, vícios que ficam impotentes, sentenças de morte que são ignoradas… O SENHOR Deus pode todas as coisas.

Suas lágrimas serão contadas pela sinceridade do seu retorno aos caminhos do SENHOR Deus.

Alguns esperaram por 8 anos, outros 15, mas aqueles que se dispuseram a entrar na presença do Altíssimo com suas súplicas e petições foram curados até a origem dos seus pensamentos maus.

O SENHOR Deus é bonito e seu processo de cura, o tratamento da alma, é justo e oportuno. Ninguém que alcançou a legítima cura divina reclama do tempo e da dor da luta com o Espírito Santo. Todos reconhecem que foram justos, oportunos e breves os dias da sua disciplina celestial.

Não seja como uma criança mimada, nem como um maledicente incrédulo. Seja como um herói da fé.

Comece a falar e agir como se já tivesse sido curado por Deus. Antecipe o dia do seu milagre vivendo de maneira irrepreensível na presença do Santo Filho de Deus.

O tempo para o alívio e o frescor da sua cura está próximo, pois o Reino do SENHOR Deus está próximo.

Submeta-se ao Rei, pare de pecar, confessando toda a iniquidade até que ela nunca mais atue em você.

Eu confio no SENHOR Deus! Bem vindo à cura divina!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Tudo por um sinal do céu

Bom dia a todos!

Que a graça e a paz de nosso Deus alcancem a vida de cada um de nós, os que fazem do SENHOR o seu Deus! Em nome de Jesus, o Cristo do SENHOR, amém.

Hoje vamos ler as Escrituras Sagradas mais uma vez. Que o SENHOR Deus nos dê entendimento e nos transmita a sua palavra! Amém.

“Jesus[, o Cristo do SENHOR,] estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo falou e a multidão ficou admirada. (…) [Mas alguns deles] o punham à prova, pedindo-lhe um sinal do céu.

(…)

Aumentando a multidão, Jesus começou a dizer: ‘esta é uma geração perversa. Ela pede um sinal miraculoso, mas nenhum sinal lhe será dado, exceto o sinal de Jonas. Pois assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, o Filho do homem também o será para esta geração. (…) Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração e a condenarão; pois eles se arrependeram com a pregação de Jonas e agora está aqui quem é maior do que Jonas'” (Lucas 11.14, 16, 29-30, 32. NVI).

Vejam, Jesus, o Cristo, havia acabado de expulsar um espírito imundo, mas eles ainda assim o punham à prova, pedindo-lhe um sinal do céu.

A verdade não é óbvia para quem rejeita ao SENHOR como Deus. Em outro trecho das Escrituras, foi dito por Jesus que:

“De fato virá o tempo quando quem os matar pensará que está prestando culto a Deus” (João 16. 2b. NVI).

A perversidade do coração cega o entendimento, mas ela não é uma fatalidade, é uma escolha rotineira.

Os homens de Nínive serão testemunhas contrárias a todos aqueles que testemunham dos feitos dos Filhos do SENHOR Deus com corações endurecidos e atitude perversa. Porque por muito menos, uma palavra de advertência apenas, deixaram de pronto os seus maus caminhos e se converteram de coração, diante da pregação de Jonas, o profeta.

É mentira quando as pessoas dizem “um milagre me basta!”, pois a fé nunca nasceu de atos de convencimento, mas de arrependimento na lucidez a respeito do pecado, da justiça e do juízo do SENHOR Deus.

A fé que cura, a fé que salva é uma fé humilde, uma fé que coloca o homem no seu devido lugar.

Sinais e maravilhas acompanham a jornada do justo, mas não motivaram a sua vida. O motivo do justo é reconhecer o SENHOR Deus em todos os seus caminhos, honrá-lo e glorificá-lo de todo o seu coração.

Embora a Igreja, a comunidade dos crentes no Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR, seja todo-poderosa e todo-maravilhosa, seu sinal profético é também o sinal de Jonas, qual seja, ainda que morra injustamente, logo depois ressuscitará mediante a justiça absoluta do SENHOR Deus.

Os eventos do fim dos tempos serão deflagrados pelo derramamento alarmante do sangue dos escolhidos justos Filhos do SENHOR Deus. O SENHOR se indignará eternamente no momento em que os seus Santos estiverem sendo abatidos pelos perversos escravos de Satanás.

A cidade prostituta não beberá eternamente o sangue dos Ungidos do SENHOR Deus. Haverá um limite, um basta, que, na plenitude dos tempos, trará de volta nosso Primogênito em ação de guerra, para o nosso bem.

Ainda que eu seja pobre segundo esse mundo e nessa geração, eu sei em quem tenho crido e também que ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos, segundo a sua eterna sabedoria.

“Se vocês não se arrependem diante da cura que lhes tenho dado, tampouco se arrependerão com muitos fogos de artifícios nos céus”, poderia dizer Jesus.

A intenção daqueles homens não era se converter do mal para o bem, mas escarnecer e zombar das coisas sagradas. O pervertido caçoador não receberá nada dos Filhos do SENHOR Deus, mas a condenação eterna de todos os simples e humildes, os amados do Reino do SENHOR Deus.

A perversidade nunca busca o entendimento das coisas espirituais, mas apenas a bagunça e a defraudação de todas as coisas nobres e santas.

Sinto muito por trazer notícias de dores, mas a verdade é que se aproxima o tempo quando os nascidos do Alto serão expulsos das sinagogas e igrejas, e assaltados como sinais de contradição. Andando direito, condenados como pecadores. Sendo mansos, agredidos por lobos e leões.

Mas temos um justo Juiz e um grande e justo Vingador. Seremos exaltados no tempo das restaurações!

Eu acredito no SENHOR Deus e em tudo o que sua santíssima Igreja faz!

Seja feita a preciosa vontade daquele que Vive para Sempre! Em nome de Jesus, o Cristo, amém.

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

À espera de um milagre

Boa tarde a todos!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre o que fazer enquanto se espera por um milagre da parte do SENHOR Deus.

“Vitória nas guerras” é uma expectativa adequada para aqueles que se submetem de coração ao SENHOR Deus, Todo-poderoso. Mas a “vitória que vence o mundo” é um homem novo, recriado, antes de uma conquista mundana qualquer.

Esperamos por uma cura para a nossa doença, uma libertação do nosso cativeiro, uma contenção dos nossos opressores, uma provisão financeira contra a nossa pobreza, um empoderamento significativo frente à nossa necessidade de trabalharmos e sermos úteis a outros em nossa geração… Todas essas coisas acontecerão no tempo perfeito segundo a palavra do Eterno Deus ou de seu Cristo, mas pode levar bastante tempo até que tudo esteja pronto para acontecer.

É muito difícil esperar pelo SENHOR, porque a esperança adiada faz doer o coração.

Entenda o seguinte: a vitória com que você sonha o derrotaria se o SENHOR Deus, em sua sabedoria suprema, não preparasse o seu coração para a justiça.

A falta tem um poder razoável de nos colocar em tentação, mas a abundância e o sucesso o tem 10 vezes mais. Quantas gerações incontáveis se perderam completamente porque tiveram riquezas abundantes antes de terem sido provadas e experimentadas pelo Espírito do SENHOR?

Salomão, filho de Davi, perdeu-se completamente porque teve tudo antes de ser alguém realmente consagrado ao SENHOR.

A tristeza de não ter, não ser, não poder… Deve ser minorada em nosso coração ante à promessa de que o SENHOR Deus nos tem na palma de sua mão e nos ama como amor total, real e eficaz.

Se você é santo para o SENHOR, então não há estagnação em sua vida, a obra do Pai Celestial está em ação sobre você e em você.

Nos momentos em que tudo parece mais parado e sem saída, temos o poder do Eterno mais ativo, derrubando os gigantes do orgulho, da covardia e da incredulidade aqui dentro de nós.

Você precisa se tornar uma pessoa melhor, quer dizer, você precisa se tornar a versão sem máscaras, mentiras ou falsidades de você mesmo: o Grande Eu Sou ou o Filho do Eu Sou o que Sou.

A natureza divina pode ser nossa e todo o poder da “escola divina” está voltado para ajudar-nos a alcançar a paz com o SENHOR.

Enquanto você espera, não chute cadeiras, cachorros ou coleguinhas.

Enquanto você espera, compartilhe com outros a sua dor e dê atenção verdadeira à deles.

Enquanto você espera, seja a melhor versão de si mesmo, como se fosse um rei, mesmo que esteja trabalhando esquecido com faxinas ou no cuidado de crianças.

Enquanto você espera, adore ao SENHOR Deus Todo-poderoso, elogie aquele que Vive para Sempre. Lembre-se de seus votos de fidelidade e os ponha em prática.

Enquanto você espera, aprenda a amar a si mesmo, o seu próximo, a sua nação e os estrangeiros. Honre a terra em que você habita, habitando-a com toda dignidade. Seja um fator de vida, cura e reconstrução onde quer que o SENHOR o esteja disciplinando.

Por fim, enquanto você espera, não se magoe com o SENHOR Deus. A dor infligida pelo Pai de Amor é medicinal. Para curar é preciso submeter-se ao tratamento amargo e atravessar seu deserto de dores, corajosamente. O SENHOR não machuca sem boa intenção e poder de cura. A tristeza justa aformoseia o rosto.

O que o SENHOR começou em sua vida, a obra de embelezamento radical e duradouro, logo, logo se completará! Tenha bom ânimo e fé nas suas promessas de vida eterna, “ao vencedor lhe darei um beijo de realização de sonhos no seu coração”.

Você não está esquecido nem ignorado, Ele vê você!

O SENHOR Deus abençoe a todos vocês e suas famílias!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

“Deem-lhes vocês algo para comer”.

“[Jesus] tomou [os doze apóstolos] consigo e retiraram-se para uma cidade chamada Betesaida; mas as multidões ficaram sabendo e o seguiram. Ele as acolheu e falava-lhes acerca do Reino de Deus, e curava os que precisavam de cura.

Ao fim da tarde os Doze aproximaram-se dele e disseram: ‘manda embora a multidão para que eles possam ir aos campos vizinhos e aos povoados, e encontrem comida e pousada, porque aqui estamos em lugar deserto’.

Ele, porém, respondeu: ‘deem-lhes vocês algo para comer’.

Eles disseram: ‘temos apenas cinco pães e dois peixes, a menos que compremos alimento para toda esta multidão’. E estavam ali cerca de cinco mil homens.

Mas ele disse aos seus discípulos: ‘façam-nos sentar-se em grupos de cinquenta’. Os discípulos assim fizeram e todos se assentaram.

Tomando os cinco pães e os dois peixes, e olhando para o céu, deu graças e os partiu. Em seguida, entregou-os aos discípulos para que os servissem ao povo.

Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços que sobraram” (Lucas 9. 10b-17. NVI).

É impressionante o modo como o ministério de Jesus Cristo foi consistente. Foi apenas com 30 anos de idade que teve início seu ministério público e ao seu trabalho da parte de Deus ele se manteve fiel.

Nesse ponto do desenvolvimento de seu ministério, Jesus Cristo era seguido por multidões e, aqui, ele as acolheu e falou acerca do Reino de Deus, além de curar aqueles que precisavam de cura.

Como é cara a Jesus Cristo a palavra sobre o Reino de Deus. Nenhum outro tema esteve em sua boca mais do que o Reino de Deus.

Reino de Deus é o governo de Deus, é a possibilidade do homem reconciliar-se com Deus para submeter-se a Ele em espírito e em verdade, recebendo dentro de si o Espírito do próprio Deus e uma vida divina que é indestrutível e jamais terá fim. Além disso, participar do Reino de Deus é o mesmo que gozar dos benefícios e recursos do favor e do poder de Deus, o todo-poderoso criador dos Céus e da Terra.

Esse é o anúncio mais ousado de todos os tempos.

É essa realidade que Jesus Cristo deseja que seus discípulos vejam, provem e recebam dentro de si mesmos.

Primeiro, Jesus Cristo mostra aos discípulos como Deus faz no Reino de Deus: ele cura aqueles que precisam de cura.

Depois, ele pede aos discípulos que vençam a sua própria pobreza e alimentem a multidão no poder do Reino de Deus.

Os discípulos precisam compreender qual a altura, largura, profundidade e comprimento da realidade suprema, o Reino de Deus. E Jesus Cristo mostra para eles do que esse Reino é feito.

Jesus Cristo mandou que seus discípulos assentem a multidão em grupos de cinquenta. Eles obedeceram. Então, tomando os cinco pães e os dois peixes, e olhando para o céu, deu graças e os partiu. Em seguida, entregou-os aos discípulos para que os servissem ao povo.

Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços que sobraram.

“Viram, discípulos?”, poderia ter dito Jesus Cristo no final daquele momento. “É assim que funciona no Reino de Deus”.

Tudo o que tenho nesse momento é o temor do SENHOR no meu coração.

Nossos olhos enxergam a realidade até certo ponto, mas Jesus Cristo é a Luz que brilhará eternamente, a Luz que faz ver.

Eu também quero passar pelo batismo de arrependimento e fé que conduz o homem para dentro do Reino de Deus.

Deus tenha misericórdia de nós, aponte-nos o Seu Caminho e nos dê o coração, a fé e as forças para trilhá-lo.

A Deus toda a glória! E que Deus abençoe os verdadeiros cristãos, os verdadeiramente nascidos de Deus!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

De volta para o lar.

“Certo dia Jesus disse a seus discípulos: ‘vamos para o outro lado do lago’.

(…)

Navegaram para a região dos gerasenos, que fica do outro lado do lago, frente à Galiléia.

Quando Jesus pisou em terra, foi ao encontro dele um endemoninhado daquela cidade. Fazia muito tempo que aquele homem não usava roupas, nem vivia em casa alguma, mas nos sepulcros.

Quando viu Jesus, gritou, prostrou-se aos seus pés e disse em alta voz: ‘que queres comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes!’ Pois Jesus havia ordenado que o espírito imundo saísse daquele homem. Muitas vezes ele tinha se apoderado dele. Mesmo com os pés e as mãos acorrentados e entregue aos cuidados de guardas, quebrava as correntes e era levado pelo demônio a lugares solitários.

Jesus lhe perguntou: ‘qual é o seu nome?’

‘Legião’, respondeu ele; porque muitos demônios haviam entrado nele. E imploravam-lhe que não os mandasse para o Abismo.

Uma grande manada de porcos estava pastando naquela colina.

Os demônios imploraram a Jesus que lhes permitisse entrar neles e Jesus lhes deu permissão.

Saindo do homem, os demônios entraram nos porcos e toda a manada atirou-se precipício abaixo em direção ao lago e se afogou.

Vendo o que acontecera, os que cuidavam dos porcos fugiram e contaram esses fatos na cidade e nos campos, e o povo foi ver o que havia acontecido.

Quando se aproximaram de Jesus, viram que o homem de quem haviam saído os demônios estava assentado aos pés de Jesus, vestido e em perfeito juízo, e ficaram com medo.

Os que o tinham visto contaram ao povo como o endemoninhado fora curado. Então, todo o povo da região dos gerasenos suplicou a Jesus que se retirasse, porque estavam dominados pelo medo.

Ele entrou no barco e regressou.

O homem de quem haviam saído os demônios suplicava-lhe que o deixasse ir com ele; mas Jesus o mandou embora, dizendo: ‘volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez’. Assim o homem se foi e  anunciou na cidade inteira o quanto Jesus tinha feito por ele” (Lucas 8. 22, 26-39. NVI).

Jesus Cristo ia com seus discípulos proclamando as boas novas do Reino de Deus nas cidades e povoados, que consistiam da possibilidade dos homens pelo arrependimento receberem o perdão de seus pecados e pela fé receberem a reconciliação com Deus, colocando-se outra vez debaixo da autoridade dEle para a sua felicidade, cura, libertação e salvação eterna.

Imaginamos que o Espírito Santo o direcionava e impelia a cada dia para que ele cumprisse os trabalhos do seu ministério.

Nesse ponto ele resolve atravessar o lago, chegando à região dos gerasenos, frente à Galiléia.

Ao seu encontro vai um endemoninhado daquela cidade, que não usava roupas, nem vivia em casa alguma, mas nos sepulcros. O homem foi muitas vezes apoderado pelo espírito imundo e, quando isso acontecia, ele não podia ser contido: quebrava correntes e era levado pelo demônio a lugares solitários.

Jesus Cristo ordenou que o espírito imundo saísse daquele homem.

Então o endemoninhado gritou, prostrou-se aos pés dele e disse em alta voz: “que queres comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes!”

Como o endemoninhado sabia o nome de Jesus e que esse Jesus era o Filho do Deus Altíssimo, isso é um mistério. Mas o fato é que o endemoninhado reconhece a autoridade de Jesus, para prostrar-se diante dele e suplicar-lhe que não o atormente, sabendo que ele era o Cristo, o Filho do Deus Altíssimo.

Jesus lhe perguntou: “qual é o seu nome?” E ele respondeu “Legião”, porque muitos demônios haviam entrado nele.

Por causa dessa história sabemos não somente que habitamos em um mundo em que existem demônios, mas também que um homem pode ser possuído por muitos deles.

Os demônios imploraram para que Jesus Cristo não os mandasse para o Abismo.

Uma outra vez quando a palavra “Abismo” com letra maiúscula é usada na Bíblia sagrada é quando fala do lugar onde o Diabo será preso por mil anos (cf. Apocalípse 20. 1-3) antes de ser lançado no inferno para todo o sempre (cf. Apocalipse 20. 10).

Os demônios imploram para não irem para esse lugar.

Depois disso, os demônios imploram para que Jesus Cristo lhes permita entrar numa manada de porcos e ele lhes concede isso.

Parece que os demônios precisam de um corpo para habitar, mesmo que seja o corpo de bichos. Ir para o “Abismo” é insuportável; ir para o “ar” também. E os porcos são a alternativa escolhida pelos demônios.

É paradoxal que eles peçam para entrar na manada de porcos para viver, e a manada se atire precipício abaixo em direção ao lago e se afogue.

Qual o benefício de entrar em um corpo que morre imediatamente?

O que aconteceu aos demônios agora que a manada de porcos morreu?

Existem espíritos imundos sem um corpo?

Os demônios existem e vivem sem um corpo? Se sim, por que então suplicaram que lhes permitisse entrar nos porcos? Não poderiam ter simplesmente voado pelo ar?

Mais profundo do que tudo isso é: existe vida sem corpo? (As Escrituras parecem sugerir que não, mas essa é uma conversa para outro momento).

Vendo o que acontecera, os que cuidavam dos porcos fugiram e contaram esses fatos na cidade e nos campos, e o povo foi ver o que havia acontecido.

Quando se aproximaram de Jesus, viram que o homem de quem haviam saído os demônios estava assentado aos pés de Jesus, vestido e em perfeito juízo, e ficaram com medo.

Os que o tinham visto contaram ao povo como o endemoninhado fora curado. Então, todo o povo da região dos gerasenos suplicou a Jesus que se retirasse, porque estavam dominados pelo medo.

O povo foi ver o que havia acontecido e ao verem o homem restaurado, vestido e em perfeito juízo, eles ficaram com medo.

O que assusta essa gente?

Será que a cura deste homem revela algo sobre este povo da região dos gerasenos?

Que tipo de experiência comum é essa de se amedrontar diante da cura de Deus e querer expulsar o agente da cura, o Filho de Deus?

O povo se sente em paz enquanto um de seus filhos é possuído e atormentado por espíritos imundos, mas fica amedrontado quando ele é curado e liberto.

Será que o que essa gente fazia gerava espíritos imundos? Será que o seu caminho espiritual era incompatível com a restauração que vem da submissão a / reconciliação com Deus?

O espetáculo dos porcos que se atiram precipício abaixo teria sido a gota d’água para o pavor coletivo?

O que aconteceu a esse homem gadareno trouxe àquela comunidade o discernimento espiritual: habitamos um mundo junto com demônios e há autoridade capaz de expulsá-los.

Por fim, o homem de quem haviam saído os demônios suplicava a Jesus que o deixasse ir com ele; mas Jesus o mandou embora, dizendo: “volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez”. Assim, o homem se foi e anunciou na cidade inteira o quanto Jesus tinha feito por ele.

Um homem com demônios destrói a sua família; ele arruína a sua casa. De um homem assim, Deus não espera que ele O siga para dentro do mundo, mas que O siga para dentro do lar.

Se você arruinou a sua família dando lugar a um espírito imundo, Deus vai lhe curar de volta para reconstruí-la.

Jesus lhe dirá: “ali na sua casa, conte o quanto Deus lhe fez”. E para falar de Deus, você dirá: “Jesus Cristo me libertou do mal, curou-me, restaurou-me e me deu a salvação eterna juntamente com o Espírito Santo, que agora se manifesta em mim”.

Quem fala do Deus verdadeiro, na verdade fala de Jesus Cristo, o Salvador, por meio de quem Deus dá o Seu testemunho e oferece o Seu perdão e salvação.

Entendemos que muitas vezes o mundo não quer o Filho de Deus, mas recebe de volta o seu filho perdido, quem foi salvo pelo Filho de Deus.

Ai está o caminho de Deus para dentro dos corações humanos: Ele envia filhos de volta a seus pais para testemunharem o quanto Deus lhes fez.

Que em nome de Jesus Cristo os demônios que lhe atormentam e aos seus sejam expulsos! E que os que foram endemoninhados um dia, nesse mesmo Nome, possam voltar para reconstruir os seu lar! Em nome de Jesus Cristo, amém.

Sejamos curados! Amém.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Arrependimento, perdão, fé e salvação.

“Convidado por um dos fariseus para jantar, Jesus foi à casa dele e reclinou-se à mesa.

Ao saber que Jesus estava comendo na casa do fariseu, certa mulher daquela cidade, uma ‘pecadora’, trouxe um frasco de alabastro com perfume e se colocou atrás de Jesus, a seus pés. Chorando, começou a molhar-lhe os pés com suas lágrimas. Depois os enxugou com seus cabelos, beijou-os e os ungiu com o perfume.

Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si mesmo: ‘se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que tipo de mulher ela é: uma ‘pecadora’ ‘.

Então lhe disse Jesus: ‘Simão, tenho algo a lhe dizer’.

‘Dize, mestre’, disse ele.

‘Dois homens deviam a certo credor. Um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinquenta. Nenhum dos dois tinha com que lhe pagar, por isso perdoou a dívida a ambos. Qual deles o amará mais?’

Simão respondeu: ‘suponho que aquele a quem foi perdoada a dívida maior’.

‘Você julgou bem’, disse Jesus.

Em seguida, virou-se para a mulher e disse a Simão: ‘vê esta mulher? Entrei em sua casa, mas você não me deu água para lavar os pés; ela, porém, molhou os meus pés com suas lágrimas e os enxugou com seus cabelos. Você não me saudou com um beijo, mas esta mulher, desde que entrei aqui, não parou de beijar os meus pés. Você não ungiu a minha cabeça com óleo, mas ela derramou perfume nos meus pés. Portanto, eu lhe digo, os muitos pecados dela lhe foram perdoados; pois ela amou muito. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama’.

Então Jesus disse a ela: ‘seus pecados estão perdoados’.

Os outros convidados começaram a perguntar: ‘quem é este que até perdoa pecados?’

Jesus disse à mulher: ‘sua fé a salvou; vá em paz’ ” (Lucas 7. 36-50. NVI).

Os fariseus e os peritos na lei eram aqueles que rejeitaram o propósito de Deus para eles, não sendo batizados por João Batista. Para eles o que havia era a tradição religiosa, mas não a religião (religare, “ligar de novo”, voltar a fazer a vontade de Deus); eram inconsequentes: pelas Escrituras Sagradas não se deixavam nem tocar, nem mudar, nem guiar.

Simão, o fariseu, convidou Jesus Cristo para jantar com ele, logo depois das curas e prodígios maravilhosos que Ele havia realizado, para confirmar perante os discípulos de João Batista que Ele era o Cristo, o Messias, o Ungido prometido de Deus, o Salvador de todo aquele que nEle crê.

Um homem de aparências, inconsistente e arrogante, Simão testa o Salvador em seu coração ao invés de passar pelo batismo do arrependimento e, através de Cristo, buscar estabelecer sua reconciliação com Deus. Muito diferente da mulher “pecadora”, que faz exatamente essas coisas, tendo seus pecados perdoados, e, por meio da fé em Jesus Cristo, é salva e recebe a bênção da paz.

Simão tem dinheiro para patrocinar um jantar e amigos para encher a sua casa, mas enxerga muito pouco a respeito das realidades espirituais. Ele conhece a mulher “pecadora”, quem lhe é próxima de alguma maneira, senão ela não teria acesso ao interior da casa dele nem ele saberia da vida de pecados dela. Mas para ele o pecado dela não lhe parece familiar; ele não reconhece em si mesmo o pecado, que é tão óbvio para todo aquele que pela fé reconhece: Jesus Cristo é o Filho de Deus.

Simão diante de Jesus Cristo está interessado em ter um contato com uma figura pública; na expansão da sua rede de influências e poder. Jesus Cristo era “o cara” do momento. Já a mulher “pecadora”  sabe Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, o Enviado de Deus para a salvação de todo o mundo.

A diferença entre essa a mulher e esse homem é que a justa de Deus por seu arrependimento, obteve perdão, e por seu ato de fé, ela obteve a salvação e a paz. Já a indiferença do outro o fez perder o milagre da graça de Jesus Cristo: perdão, salvação e paz.

A justiça de Deus é: que essa mulher “pecadora”  amou a Deus com todas as suas forças, de todo o seu coração, de toda a sua alma e com todo o seu entendimento. E a justa transborda a justiça de Deus.

Já Simão, nunca se arrependeu, nunca creu em Jesus Cristo, nunca amou Deus, quem perdoa, quem cura, quem salva, quem concede a paz.

A condição da mulher “pecadora” era o cativeiro espiritual. Mas no ato de fé que acompanhou seu arrependimento genuíno ela encontrou o Salvador e recebeu dele a sua salvação: libertação, restauração e cura. Nunca mais foi a mesma mulher; nunca mais foi a vergonha do Pai.

A condição de Simeão, o fariseu, era o cativeiro espiritual. E ele continuou em trevas.

“Quem é esse que até perdoa pecados?” Ele é Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus, o que tira o pecado do mundo.

Convém adorá-lo!

Que o temor de Deus encha o nosso coração para que alcancemos o arrependimento e a fé para a nossa alegria, para a glória do Pai!

Arrependamo-nos! O Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.