A mulher e o lar

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que descobrindo um pouco mais a respeito da singularidade do propósito do SENHOR Deus para cada um de vocês!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a beleza de ser mulher.

O que acontece quando a mulher deixa o lar? O lar fica sem a mulher.

Mas o que isso quer dizer de fato? Por que encorajamos a consagração da mulher ao seu lar?

Homens e mulheres são totalmente diferentes, seus poderes e interesses fazem com que não possam se substituir mutuamente.

Embora o culto contemporâneo ensine as mulheres a odiarem a sua feminilidade e buscarem se transformar a ponto de competir em igualdade com os homens, esboçando um comportamento caricaturado que as degenera profundamente, uma mulher jamais será feliz agindo como se fosse um homem e negligenciando o seu chamado divino à edificação da família e serviços no lar.

A mulher foi criada pelo SENHOR Deus com poderes e interesses nobilíssimos: é ela quem pensa na pessoa do marido; quem sem importa com as necessidades das crianças; quem zela pela higiene e bom ambiente doméstico; quem se preocupa com o alimento de todos; etc. É a mulher quem veste a família e a socorre cotidianamente, conversando e mantendo unidos todos aqueles que importam para os seus amados.

Nenhum homem fica forte de verdade sem o cuidadoso trabalho espiritual da sua esposa, que o ouve e ajuda a ver os caminhos do SENHOR Deus para a aplicação da sua fortaleza.

Quando a mulher abandona a sua casa, então a casa é arruinada, pois homem nenhum tem o espírito e o talento para edificá-la no lugar de sua mulher.

Uma mulher só pode deixar o seu lar se colocar outra igualmente consagrada no seu lugar, mas ainda assim, terá que carregar o ônus da sua ausência, pois sua singularidade não se realiza pelas mãos de outros.

Por isso, acredito que a mulher só deve sair do lar temporariamente, porque seu marido e filhos precisam mais dela do que ela possa imaginar.

O SENHOR Deus tem um modo de nos mostrar o que fazer de modo que até nossos períodos de ausência e negligência podem se tornar em marcos memoriais, que nos fazem ter fé e perseverar na justiça em tempos futuros de grande adversidade.

A lição da experiência é a seguinte: o drama da vida de uma mulher é o destino de suas famílias, seu marido e filhos. Essa é a sua cruz, o fardo escolhido pelo SENHOR Deus para que se manifeste o Reino do SENHOR Deus.

Se você foi longe demais, seguindo o culto desse mundo, considere a possibilidade de se arrepender e retornar ao lar.

Suas famílias precisam de você, seu marido e seus filhos também.

Para nascer para uma nova vida é preciso morrer para a antiga.

Deixe o Espírito do SENHOR Deus (“não matarás”, “não adulterarás”, “honra teu pai e tua mãe”, “guarda o sábado para santificá-lo”, etc.) lhe guiar, para que o seu Pai Celestial possa lhe mostrar o que e como fazer para retornar ao seu lar e cumprir perfeitamente a sua divina vocação.

Eu acredito em vocês! Eu acredito em milagres!

Tenham uma boa semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, homem de dores.

Servindo mulheres

Boa tarde a todos!

Gostaria de comentar hoje aqui um pouco sobre o serviço Preparação à Maternidade oferecido pelo Projeto Terapêutico Toque Divino.

O resultado básico dos Toques Terapêuticos usados nos serviços de Psicologia Corporal oferecidos nesse Projeto é o relaxamento físico e o aguçamento psicológico.

Temos que os nossos tratamentos tendem a promover, por um lado, a melhora da circulação dos líquidos do corpo, a regulação da pressão sanguínea e processos digestivos, o equilíbrio da produção hormonal, a maior qualidade de sono e receptividade a medicações, além de um tônus muscular e visceral favorável aos mecanismos de autorregulação e controle celular sobre a toxidade dos agentes patológicos. Por outro lado, debaixo de um “toque bom” diminuímos a velocidade dos pensamentos ajudando o trabalho de discernir os acontecimentos passados e os eventos do presente.

Além disso, Toques Terapêuticos transmitem segurança física e emocional, a base para todo o tipo de transformação psicológica positiva, sem a necessidade de procedimentos violentos/invasivos.

Quando comecei a pensar seriamente sobre as mulheres e, em especial, sobre as mulheres que desejam a maternidade, foi durante o tempo em que acompanhei em primeira mão a “aventura” da minha própria esposa.

Desde quando nos conhecemos, sempre procurei um caminho para beneficiá-la com sessões de Toques Terapêuticos. Experimentávamos juntos as várias formas desse trabalho em espaços de tempo regulares.

“Decidir” engravidar é uma grande decisão. Há muitas variáveis envolvendo esse momento e qualificando-o desde uma graça absoluta até um pesadelo irrevogável. Especialmente para a mulher, a gravidez é um ponto de transformação.

Percebi minha Cibele gradativamente se encaminhando para esse momento com muitas nuances subjetivas e resoluções interiores. Enquanto recebia meus Toques Terapêuticos refletia sobre muitos acontecimentos, sua história pessoal, sua feminilidade, seus temores e anseios. Muitos foram os momentos de lágrimas e mesmo de confissões. Até mesmo seus hábitos alimentares foram se transformando ao longo dessa caminhada. E tudo isso propiciado por nossos “encontros terapêuticos”, Toques Terapêuticos e reflexões sobre a maternidade.

Depois do “sim” do teste de gravidez, os Toques Terapêuticos pareceram ter ainda mais importância, pois à medida em que a sua gestação avançava, após as intervenções psicológicas corporais, as sombras da sua relação com seus pais, os conflitos não plenamente resolvidos, passaram a aparecer na nossa relação, como se fossem mostrados inconscientemente antes da chegada da nossa filha para uma firme resolução.

Por outro lado, graças ao relaxamento profundo de todo esse trabalho assistimos em primeira mão a movimentação e o posicionamento “precoce” de nossa filha, sempre tranquila, do jeito certo para o dia do parto. Como Psicólogo Corporal pude perceber a mudança do tônus pélvico e a ativação do peristaltismo visceral tomando um papel fundamental em toda a promoção da saúde da bebê e da Cibele. Todos os exames pré-natais indicaram a excelente qualidade da oxigenação transportada pelo cordão umbilical e saúde da mãe e da bebê.

Após o nascimento da nossa filha, tivemos o trabalho com os Toques Terapêuticos ganhando uma outra dimensão: a doação materna é exaustiva e exaure a vitalidade física e psicológica da mãe. Minha esposa, em particular, teve grandes dificuldades para a amamentação e esse drama trouxe um peso que poderia se transformar em algo nocivo para a sua relação com a bebê. Mas graças aos trabalhos com Toques Terapêuticos minha esposa pode chorar verdadeiramente toda essa situação, sendo profundamente consolada para levantar a cabeça e se entregar de corpo e alma para a sustentação da nova vida que acabara de gerar.

Essa foi a primeira pedra, a experiência mais próxima e profunda, mas que lançou luz sobre uma trilha inteira.

Vejo que mulheres que desejam engravidar têm diante de si um gigante a vencer. Por outro lado, ter uma criança pulsando viva aqui dentro dela é uma experiência capaz de colocar o seu mundo de cabeça para baixo. Por fim, o início do relacionamento e, notadamente, da doação materna são pontos cruciais e divisores de água para a saúde física, moral e emocional de ambas, mãe e bebê.

Preparação à Maternidade é um trabalho maravilhoso e pode ser acessível para você!

Pense nisso!

Atenciosamente,

Dr. Rafael Caldeira de Faria, Psicólogo Corporal, CRP 06/89471, e o Fundador do Projeto Terapêutico Toque Divino.

Ministrando às mães

Boa noite a todos!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a maternidade.

O amor de uma mulher resulta em filhos, a geração de filhos.

Como é lindo de ver o caminho de uma mulher em sua relação com o SENHOR e suas descobertas paulatinas a respeito da natureza do amor e do Senhor Jesus, o Cristo.

Os toques do SENHOR fazem vibrar as memórias do ser feminino e despertam a sua consciência para o sacrifício de vida que envolve o mistério de ser mulher: a capacidade de gerar a vida.

Nunca me esqueço de um sermão do Pastor Ed René Kivitz em que sabiamente explicou que existe uma diferença entre a criança que nasce de mim e o filho do meu espírito. A primeira é o resultado natural de dar à luz, mas o segundo é o resultado espiritual de um processo dialético: educação (disciplina) mais amor diante das respostas do infante, até que o último voluntariamente escolha livremente andar nos caminhos dos seus pais. Meu filho, assim, não é a criança que nasceu de mim, mas aquela que se agrada em andar no meu espírito, que adora o meu Deus.

As Escrituras testificam de que para a mulher, por causa do pecado de todos, haveria dores e sofrimentos até que fossem finalmente formados os filhos do seu amor, os filhos da sua fé, os filhos da sua fidelidade e do seu sopro de esperança no SENHOR.

Quero falar às mães, porque conheço de perto a luta da minha esposa. Como se doa e sacrifica uma mulher que assume a responsabilidade por fazer das suas crianças filhos legítimos do Eterno Deus.

Para criar filhos saudáveis, seja no corpo e/ou nas emoções, é necessário muita comunhão com o SENHOR, engajamento responsável, amor e, sobretudo, tempo e dedicação.

Estamos amedrontados pelos rumores maliciosos e levantes malignos contra as nossas crianças: estão tentando tornar oficial e legal toda a forma de imoralidade e perversão. Mas não parecemos ter a consciência de que o principal motivo que vulnerabiliza as nossas crianças é a falta de tempo com seus pais e, principalmente, com suas mães.

O que quero dizer é que de todos os motivos de oração no coração de uma família deveria haver antes de tudo a súplica para que os maridos se tornassem homens fortes de novo para proteger e assegurar à sua família que a mãe de seus filhos possa criar os seu filhos perto de si no temor do SENHOR.

Crianças criadas pelo MEC se tornarão influenciadas para se tornar filhas do espírito que governa o MEC. E, nesse caso, teremos problemas futuros para retirar os espíritos malignos por detrás das suas novas diretrizes curriculares.

Entendo muito pouco sobre a totalidade da proposta de educação para a nossa nação, mas sei que no fundo ela não pretende glorificar ao SENHOR Deus, nem quer o bem verdadeiro das nossas crianças.

Se você, mãe, não passar bastante tempo com a sua criança, não espere que ela vá encontrar com facilidade os caminhos da vida. Se não há amor prático na sua relação com a sua criança, quando ela tiver um pouco de calor perverso, provavelmente irá se seduzir por esse vento de maldades.

Homens e mulheres do Brasil, ajudem as mães a serem mães! Protejam o tempo das crianças ao lado de suas mães!

Mães arrependidas do mal e tementes ao SENHOR Deus são o instrumento prioritário através do qual o Espírito Santo se engaja com os infantes para a sua cura e bênção.

Crianças bem amadas ficam menos doentes, tem melhor comportamento, desenvolvem uma capacidade de empatia e relacionamento saudável com outras pessoas, são mais inteligentes e responsáveis. Sinto muito em desapontar, mas 15min de intensidade afetiva não compensam 23h e 45min de ausência.

Pela graça do SENHOR Deus existem professores e professoras divinos ao redor, mas eles não são todos e todos não são eles. Se você não vê um bom motivo para partilhar a vida e a mesa com a sua criança, saiba que os danos da falta de pai e mãe são os mais profundos e difíceis de sarar.

Meu encorajamento às mães é que parem por um momento e reflitam sobre a maternidade. Ajude seus filhos a se tornarem pessoas retas aos olhos do SENHOR. Fique por perto, escolha ficar por perto. Seu amor pode milagres!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

PS: minha esposa pediu para ressaltar que há mulheres que dariam tudo para poder ser mães presentes, mas pelas circunstâncias da vida têm que sustentar suas famílias além de tudo o mais. Há a misericórdia do SENHOR e os seus anjos. Suas crianças, por quem intercedem em secreto, não ficarão desamparadas. Promessa de Deus!