Toda brincadeira termina em choro

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que conquistando a dignidade por meio da sua fidelidade ao Cristo!

Hoje vamos falar um pouco aqui sobre o choro que se segue à alegria.

Tenho uma filha de 3 anos, a Rafaela. E existe um fenômeno com ela que é muito interessante: com toda a avidez ela deseja brincar com o papai, quando ele não está trabalhando. Então nesses momentos ela leva ele para uma área de brincadeiras e pula, sobe, escala, esconde, conversa, ri, etc., etc. Até não aguentar mais! A alegria de brincar com o papai é imensa e visível em todos os aspectos. Todavia, após o período prolongado de brincadeiras e desafios, sobrevém um tempo quase inevitável em que ela começa a chorar, como diz a mamãe Cibele, “chorar de cansaço”.

O que esse fenômeno infantil nos ensina sobre a vida? O que a sabedoria cristã nos ensina nesse contexto?

Tenho aprendido que toda a brincadeira termina em choro.

Temos alvos e sonhos a realizar, nosso coração está vivo e pulsa na direção da realização de coisas favoritas e acontecimentos especiais. Mas quando estamos na oportunidade perfeita de realizá-los de fato, então nos deparamos com o fato de que todas as coisas que podemos fazer ou idealizar são somente coisas comuns, e que ao final de um dia especial, uma festa ou uma coroação, estaremos de volta às realidades normais da vida, as responsabilidades, as frustrações cotidianas e os pesos e preocupações de cada dia.

Se é preciso aprender que se o choro dura uma noite, então a alegria vem pela manhã, também é preciso saber que toda brincadeira termina em choro.

As expectativas fantásticas de transformações radicais e estados de contentamento permanentes devem ser superadas na descoberta de que os dias especiais não substituem nem anulam os dias rotineiros e trabalhosos da nossa vida.

As realidades emocionais difíceis e indigestas terão que ser conquistadas, pois nenhuma circunstância ou substância é capaz de nos entorpecer de alegria eternamente.

A verdadeira alegria no coração do homem somente nasce da disposição persistente de enfrentar e conviver sabiamente com as memórias traumáticas, com os processos orgânicos da tristeza e com a necessidade reiterada de tomar novo fôlego espiritual por meio de orações e súplicas significativas ao longo de cada dia.

Uma hora teremos que ouvir toda a história que está guardada dentro de nós, uma hora teremos que nos dar conta do luto que carregamos pela morte de coisas/pessoas que amávamos, uma hora teremos que perdoar no SENHOR Deus aqueles que nos perseguem.

A luz do dia somente ilumina a alma daqueles que são corajosos até o ponto da descoberta do amor.

Folia termina em cinzas, porque alegria artificial se compra com irresponsabilidades e comprometimento da integridade que vivifica.

Riso e choro, euforia e lamentação.

Toda brincadeira termina em choro e tudo isso foi criado pelo SENHOR Deus para o nosso bem.

Fira-me o SENHOR Deus, cure-me o seu justo.

Você tem grande valor!

Boa semana a todos!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Política

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Que a graça maravilhosa do SENHOR Deus sustente toda a sua iniciativa, boa intenção e esforço na direção da edificação de um lar de paz!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre política.

Estamos às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais e governamentais aqui em São Paulo. Muita coisa boa e proveitosa podem se seguir a partir da escolha dos novos líderes para a nossa nação.

Na empresa onde trabalho ouço quase todos os dias as opiniões e reações de colegas a tudo o que está acontecendo em política no nosso país. Temos um confronto histórico entre representantes da direita e esquerda políticas, como nunca antes por aqui.

A política tem o poder de nos tirar do sério, de nos levar a reações exaltadas e nos fazer brigar com outras pessoas.

Diante das decisões políticas acabamos revelando um pouco dos bastidores do nosso coração, pois escolher um governante é semelhante a revelar o espírito ao qual desejamos nos submeter.

Dessa vez não será diferente, pois estamos diante dos destinos de nossa amada nação.

Estamos maduros para a política quando discordâncias podem ser expostas sem agressões pessoais nem julgamentos absolutos.

Muitas pessoas desejam enfatizar que o estado é laico, querendo abominar a religião do contexto político. Mas a verdade é que o único sentido verdadeiro dessa condição é que, graças ao SENHOR Deus, não são as instituições religiosas quem devem possuir a palavra final na decisão sobre quem serão os próximos governantes da nação.

Por outro lado, tudo o que importa às questões de política é o espírito de religião que a nação deseja suportar. Quero tornar simples esse pensamento: o que vamos fazer com nossas riquezas, nossa força de trabalho, nossas almas humanas, etc., isso tudo depende de que deus vamos adorar.

Política é sempre religião.

De todos os deuses possíveis, recomendo o SENHOR como Deus único e verdadeiro. Seus mandamentos não são pesados, mas portam a cura perfeita em seus efeitos.

Defendo que se honre ao SENHOR como um caminho político.

Defendo que se dê um voto de confiança à Lei do SENHOR Deus Altíssimo.

Quando o Espírito Santo ou Espírito da Santidade do SENHOR Deus reina, então todos podem chegar à felicidade por meio do arrependimento e da fé.

O único reino que contempla a todos, no sentido de que trabalha para a promoção da realização dos sonhos mais verdadeiros de cada um de nós, é o Reino do SENHOR Deus.

A espada nas mãos do Cristo corta com perfeição; a balança nas mãos dos Santos pesa com retidão; os bolsos administrados pelos Amados do SENHOR promovem o florescimento da beleza e perfeição dos demais seres humanos.

Eu queria ser forte como meu pai, mas tudo o que tenho é um pouco de fé.

Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!

O Reino do SENHOR Deus está próximo! Arrependam-se e creiam, apenas a pequena porta e o caminho estreito do arrependimento e conversão para longe dos caminhos maus resultarão em vida eterna.

Obrigado por acompanhar o nosso blog!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

“Deem-lhes vocês algo para comer”.

“[Jesus] tomou [os doze apóstolos] consigo e retiraram-se para uma cidade chamada Betesaida; mas as multidões ficaram sabendo e o seguiram. Ele as acolheu e falava-lhes acerca do Reino de Deus, e curava os que precisavam de cura.

Ao fim da tarde os Doze aproximaram-se dele e disseram: ‘manda embora a multidão para que eles possam ir aos campos vizinhos e aos povoados, e encontrem comida e pousada, porque aqui estamos em lugar deserto’.

Ele, porém, respondeu: ‘deem-lhes vocês algo para comer’.

Eles disseram: ‘temos apenas cinco pães e dois peixes, a menos que compremos alimento para toda esta multidão’. E estavam ali cerca de cinco mil homens.

Mas ele disse aos seus discípulos: ‘façam-nos sentar-se em grupos de cinquenta’. Os discípulos assim fizeram e todos se assentaram.

Tomando os cinco pães e os dois peixes, e olhando para o céu, deu graças e os partiu. Em seguida, entregou-os aos discípulos para que os servissem ao povo.

Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços que sobraram” (Lucas 9. 10b-17. NVI).

É impressionante o modo como o ministério de Jesus Cristo foi consistente. Foi apenas com 30 anos de idade que teve início seu ministério público e ao seu trabalho da parte de Deus ele se manteve fiel.

Nesse ponto do desenvolvimento de seu ministério, Jesus Cristo era seguido por multidões e, aqui, ele as acolheu e falou acerca do Reino de Deus, além de curar aqueles que precisavam de cura.

Como é cara a Jesus Cristo a palavra sobre o Reino de Deus. Nenhum outro tema esteve em sua boca mais do que o Reino de Deus.

Reino de Deus é o governo de Deus, é a possibilidade do homem reconciliar-se com Deus para submeter-se a Ele em espírito e em verdade, recebendo dentro de si o Espírito do próprio Deus e uma vida divina que é indestrutível e jamais terá fim. Além disso, participar do Reino de Deus é o mesmo que gozar dos benefícios e recursos do favor e do poder de Deus, o todo-poderoso criador dos Céus e da Terra.

Esse é o anúncio mais ousado de todos os tempos.

É essa realidade que Jesus Cristo deseja que seus discípulos vejam, provem e recebam dentro de si mesmos.

Primeiro, Jesus Cristo mostra aos discípulos como Deus faz no Reino de Deus: ele cura aqueles que precisam de cura.

Depois, ele pede aos discípulos que vençam a sua própria pobreza e alimentem a multidão no poder do Reino de Deus.

Os discípulos precisam compreender qual a altura, largura, profundidade e comprimento da realidade suprema, o Reino de Deus. E Jesus Cristo mostra para eles do que esse Reino é feito.

Jesus Cristo mandou que seus discípulos assentem a multidão em grupos de cinquenta. Eles obedeceram. Então, tomando os cinco pães e os dois peixes, e olhando para o céu, deu graças e os partiu. Em seguida, entregou-os aos discípulos para que os servissem ao povo.

Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços que sobraram.

“Viram, discípulos?”, poderia ter dito Jesus Cristo no final daquele momento. “É assim que funciona no Reino de Deus”.

Tudo o que tenho nesse momento é o temor do SENHOR no meu coração.

Nossos olhos enxergam a realidade até certo ponto, mas Jesus Cristo é a Luz que brilhará eternamente, a Luz que faz ver.

Eu também quero passar pelo batismo de arrependimento e fé que conduz o homem para dentro do Reino de Deus.

Deus tenha misericórdia de nós, aponte-nos o Seu Caminho e nos dê o coração, a fé e as forças para trilhá-lo.

A Deus toda a glória! E que Deus abençoe os verdadeiros cristãos, os verdadeiramente nascidos de Deus!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

O Reino de Deus está entre nós.

“Certo dia Jesus disse aos seus discípulos: ‘vamos para o outro lado do lago’. Eles entraram no barco e partiram.

Enquanto navegavam, ele adormeceu.

Abateu-se sobre o lago um forte vendaval, de modo que o barco estava sendo inundado e eles corriam grande perigo.

Os discípulos foram acordá-lo, clamando: ‘mestre, mestre, vamos morrer!’

Ele se levantou e repreendeu o vento e a violência das águas; tudo se acalmou e ficou tranquilo.

‘Onde está a sua fé?’, perguntou ele aos seus discípulos.

Amedrontados e admirados, eles perguntaram uns aos outros: ‘quem é este que até aos ventos e às águas dá ordens, e eles lhe obedecem?’

Navegaram para a região dos gerasenos, que fica do outro lado do lago, frente à Galileia” (Lucas 8. 22-26. NVI).

Jesus Cristo ia passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus.

Em todo o canto ele anunciava a possibilidade da reconciliação do homem com Deus, para todo aquele que passasse pelo batismo do arrependimento, confirmando esse anúncio com atos maravilhosos e miraculosos da parte de Deus.

Era como se por seu intermédio Deus estivesse dizendo que aquele que entra em uma relação justa com Deus, colocando Deus no Seu devido lugar sobre si mesmo pelo arrependimento, recebe a bênção da Sua intervenção maravilhosa em sua vida.

O anúncio das Boas Notícias era acompanhado por libertação espiritual, curas e transformação da própria personalidade (o sentimento de “eu” mudava de lugar: do pecado para a justiça de Deus).

Os cegos viam, os surdos ouviam, os mudos falavam, os aleijados andavam, os doentes eram sarados, os endemoninhados eram libertos e até os mortos ressuscitavam!

Nunca se viu em todo o mundo tamanha autoridade e poder como em Jesus de Nazaré: o Reino de Deus estava realmente próximo e acessível!

Mas mesmo os discípulos escolhidos não tinham ideia da autoridade dada ao Filho de Deus.

A história conta que Jesus Cristo propôs a seus discípulos que atravessassem o lago.

Enquanto navegavam ele adormeceu.

Enquanto ele dormia, abateu-se sobre o lago um forte vendaval de modo que o barco estava sendo inundado e eles corria perigo.

Eles corriam perigo…

A natureza e a ordem criada ameaçavam aquele pequeno grupo de homens.

Os demônios, que tomavam o corpo e sufocavam o espírito das pessoas, eram expulsos por Jesus Cristo, mas o que faria ele diante dos ventos impetuosos de um vendaval, que os ameaçava de morte? Que força tem um homem diante de um vendaval?

Quem de nós já tentou enfrentar uma onda no mar com socos e chutes, e venceu?

Pode o sopro de um homem mudar os caminhos do vento?

É possível dizer a uma árvore: “nunca mais dê frutos!” e ela secar?

Mas eles, eles corriam perigo ali.

Os discípulos foram acordar Jesus Cristo chamando-o de mestre e anunciando a iminência da sua morte.

Então Jesus Cristo se levantou e repreendeu o vento e a violência das águas; tudo se acalmou e ficou tranquilo.

De fato Deus tem autoridade sobre o vento e pode repreender a violência das águas. Jesus Cristo era Deus; Jesus Cristo é o Filho de Deus, que ressuscitou e vive para todo o sempre! Aleluia!

Mas depois disso ele pergunta aos seus discípulos “onde está a sua fé?”

Qual é essa expectativa de Jesus Cristo para os seus discípulos?

O desespero dos discípulos diante do perigo real que enfrentaram é evidência para Jesus Cristo de que não puderam encontrar a sua fé. Contudo, era justamente da fé que eles precisavam para repreender o vento e a violência das águas.

Jesus Cristo coloca os homens de pé quando eles se ajoelham, em arrependimento, diante de Deus, o Pai Celestial. Estar de pé é quando o homem vive como se Deus fosse Deus; e como se estivesse no Reino de Deus. Porque Deus de fato é Deus e o Reino de Deus é a realidade número 1 desde a eternidade.

Esse texto é extremamente difícil de se compreender porque o ato que Jesus Cristo busca em seus discípulos é que eles confiem em Deus a ponto de vencerem o medo da morte; a ponto de agirem no mundo como se Deus fosse Deus; a ponto de se comportarem como se o Reino de Deus estivesse aqui.

Isso é fé.

Fé em Deus Pai.

Fé no Filho de Deus.

Fé no Espírito Santo.

Essa história não é a história de como o homem pode vencer as leis da natureza. Essa história é a história da realidade do Reino de Deus entre nós por meio da fé.

O Reino de Deus está entre nós.

Arrependamo-nos! O Reino de Deus está próximo!

Quem é esse homem que até aos ventos e às águas dá ordens, e eles lhe obedecem?

Ele é o primogênito dentre muitos irmãos. Todos filhos de Deus pela fé.

Quem tem ouvidos para ouvir ouça!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Fé e fidelidade.

“Jesus desceu com [os doze discípulos] e parou num lugar plano.

Estavam ali muitos dos seus discípulos e uma imensa multidão procedente de toda a Judéia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e Sidom, que vieram para ouvi-lo e serem curados de suas doenças.

Os que eram perturbados por espíritos imundos ficaram curados e todos procuravam tocar nele, porque dele saía poder que curava todos.

Olhando para seus discípulos, ele disse:

(…)

‘Não julguem e vocês não serão julgados.

Não condenem e não serão condenados.

Perdoem e serão perdoados.

Deem e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês.

Pois a medida que usarem também será usada para medir vocês’.

Jesus fez também a seguinte comparação:

‘Pode um cego guiar outro cego? Não cairão os dois no buraco?

O discípulo não está acima do seu mestre, mas todo aquele que for bem preparado será como o seu mestre.

Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘irmão, deixe-me tirar o cisco do seu olho’, se você mesmo não consegue ver a viga que está em seu próprio olho?

Hipócrita! Tire primeiro a viga do seu olho e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.

Nenhuma árvore boa dá fruto ruim, nenhuma árvore ruim dá fruto bom. Toda árvore é reconhecida por seus frutos. Ninguém colhe figos de espinheiros, nem uvas de ervas daninhas.

O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração.

Por que vocês me chamam ‘Senhor, Senhor’ e não fazem o que eu digo?

Eu lhes mostrarei com quem se compara aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica.

É como um homem que, ao construir uma casa, cavou fundo e colocou os alicerces na rocha. Quando veio a inundação, a torrente deu contra aquela casa, mas não a conseguiu abalar, porque estava bem construída.

Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu e a sua destruição foi completa'” (Lucas 6. 17-20a, 37-45. NVI).

Estamos considerando aqui a terceira parte desse sermão dirigido aos discípulos no contexto da expulsão de espíritos imundos e cura de todos os que haviam ido a Jesus Cristo, o Senhor.

Na primeira porção, Jesus fala da bem-aventurança daqueles que não participam dos benefícios que o Diabo oferece agora, mas guardam a fé e os atos submissos ao Reino de Deus e a sua justiça, que veio e virá, e jamais terá fim. Também fala da condenação daqueles que escolhem esses benefícios em troca do Reino de Deus e sua justiça.

Na segunda porção, Jesus revela algo sobre o Espírito Santo, o espírito que filia o homem a Deus Pai: o Espírito Santo é misericordioso. É amando, fazendo o bem e sendo bondoso para com os ingratos e maus, que Jesus Cristo é reconhecido como o Filho de Deus e, nesse mesmo Espírito Santo, ele realiza seus milagres, curando todos os enfermos e endemoninhados ali.

Mas agora, Jesus parece dar aos discípulos algo em que se segurar, um parâmetro para interpretar o Reino de Deus e sua justiça, e criar expectativas corretas sobre o anunciado Reino de Deus.

Ele diz que se eu não julgar, eu não serei julgado; diz que se eu não condenar, não serei condenado; diz que se eu perdoar, eu serei perdoado; diz que se eu der, a mim será dado, e ainda mais, a mim será dado uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante!

No Reino de Deus é a medida que eu uso para medir o outro que é usada para medir a mim. Essa é a regra, essa é a verdadeira contingência, essa é a lei de Deus.

Por essa razão, um homem bom é conhecido pelos seus frutos (seus atos e suas palavras), assim como um homem mau. Pois é o que esse homem faz e diz ao seu próximo que revela o espírito imundo ou o Espírito Santo que está nele.

Como pode um homem sem o Espírito Santo, o espírito que veicula a misericórdia do próprio Deus, guiar outro homem para a Vida? Como pode um homem que julga, condena, não perdoa nem dá, apontar para outro homem onde está a Rocha Inabalável, que é Deus?

O discípulo não está acima do seu mestre, mas todo aquele que for bem preparado será como o seu mestre.

Só há um que é verdadeiro mestre: o homem que tem o Espírito Santo de Deus: ele tem a mesma misericórdia de Deus e jamais troca o Reino de Deus por quaisquer benefícios que o Diabo possa lhe oferecer.

Não há como ultrapassar o verdadeiro mestre, mas apenas ser como ele: ser filho de Deus.

Não adianta chamar Jesus Cristo de Senhor sem aceitar o Espírito Santo que dEle procede. Pois é por meio do Espírito Santo que Deus cura, liberta e salva o que crê em Jesus Cristo.

Quem pratica o Espírito Santo e por Ele se deixa encher, constrói uma casa firme, sobre alicerces verdadeiros (o Reino de Deus), que jamais será abalada. Por outro lado, quem não aceita esse Espírito Santo nem por Ele se deixa encher, constrói uma casa em falsos alicerces (os benefícios diabólicos), que jamais permanecerá em pé.

As palavras de Jesus Cristo transmitem o Espírito Santo, que curava todos e expulsava todos os demônios, sua fé em Deus e sua fidelidade ao Reino de Deus e sua justiça.

Os pés de Jesus Cristo estavam firmados na Rocha Eterna: Deus. Ele vivia debaixo da lei do Reino de Deus e, como Deus, construía para a eternidade pela fé e fidelidade.

Receba e pratique o Espírito Santo de Deus, submeta-se ao Reino de Deus e à sua justiça, e aguarde em fidelidade pelos atos de Deus, que vêm do Alto, por meio da sua fé em Jesus Cristo. E seja curado da sua enfermidade e liberto dos espíritos imundos, e salvo para a eternidade.

Em nome de Jesus Cristo, amém.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

 

 

Benefícios eternos.

“Jesus desceu com [seus 12 discípulos] e parou num lugar plano.

Estavam ali muitos dos seus discípulos e uma imensa multidão procedente de toda a Judéia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e Sidom, que vieram para ouvi-lo e serem curados de suas doenças. Os que eram perturbados por espíritos imundos ficaram curados e todos procuravam tocar nele, porque dele saía poder que curava todos.

Olhando para seus discípulos, [Jesus Cristo] disse:

‘Bem-aventurados vocês, os pobres, pois a vocês pertence o Reino de Deus.

Bem-aventurados vocês, que agora têm fome, pois serão satisfeitos.

Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir.

Bem-aventurados serão vocês, quando os odiarem, expulsarem e insultarem, e eliminarem o nome de vocês, como sendo mau, por causa do Filho do homem. Regozijem-se nesse dia e saltem de alegria, porque grande é a sua recompensa no céu. Pois assim os antepassados deles trataram os profetas.

Mas ai de vocês, os ricos, pois já receberam sua consolação.

Ai de vocês, que agora têm fartura, porque passarão fome.

Ai de vocês, que agora riem, pois haverão de se lamentar e chorar.

Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês, pois assim os antepassados deles trataram os falsos profetas” (Lucas 6. 17-26. NVI).

As pessoas iam a Jesus Cristo para ouvi-lo e serem curadas.

Os que eram perturbados por espíritos imundos ficaram curados e todos procuravam tocar nEle, porque dEle saía poder que curava a todos.

Aprendemos que toda a riqueza é de Deus e traz responsabilidade eterna (ver Lucas 16. 19-31).

Aprendemos que Deus nos sacia de toda a fome e sede (ver João 6. 35).

Aprendemos que Deus enxugará toda a lágrima dos olhos dos seus (ver Apocalípse 21. 4).

Aprendemos que bendito é o que vem em nome do SENHOR (ver Salmo 118. 26).

Mas do que falam essas bem-aventuranças e “ais” de condenação?

Das duas eras, dos dois reinos em oposição.

Existe o Reino de Deus e existe a rebelião do pecado, o reino das trevas, que é o reino da mentira, o reino da impiedade, o reino da infidelidade, o reino do Diabo.

O reino do Diabo é o “agora” de que Jesus Cristo está falando. Por isso:

Quem está pobre agora é bem-aventurado, enquanto quem é rico agora é amaldiçoado.

Quem tem fome agora é bem-aventurado, enquanto quem tem fartura agora é amaldiçoado.

Quem chora agora é bem-aventurado, enquanto quem ri agora é amaldiçoado.

Quem é odiado, expulso, insultado e tem seu nome eliminado como sendo mau por causa do Filho do homem agora é bem-aventurado, enquanto quem é bendito por todos agora é amaldiçoado.

Esse “agora” fala daquilo que se consegue com os recursos desse reino mau.

O Reino de Deus, que nos chega na pessoa de Jesus Cristo, inaugura o “Shalom de Deus”: a paz completa com a prosperidade de tudo para todos os crentes em Jesus Cristo, os que são fiéis a Deus. Pois de Jesus Cristo sai poder que cura a todos!

Há um Reino incomparável em beleza, retidão e abundância, o Reino de Deus. NEle não há pobreza, nem fome, nem sede, nem choro, nem ódio, perseguição nem violência, mas riqueza, fartura, consolo, amor, honra e bondade.

O Reino de Deus permanece para sempre e jamais será abalado nem desfeito.

Quem aceita perder as riquezas e benefícios que o Diabo oferece agora, herdará o Reino de Deus e as Suas riquezas e benefícios eternos.

Ai daquele que se farta da fraude, do roubo, da violência, do adultério, da imoralidade sexual, do homicídio, da idolatria, da cobiça, da falsidade, da feitiçaria e da mentira!

Bem-aventurado aquele que pela fidelidade, que provém da fé em Jesus Cristo, espera e se submete ao Reino de Deus agora mesmo com prejuízos circunstanciais! Ele receberá a verdadeira riqueza, consolo, alegria e paz na glória do Deus Eterno, a quem honrou, serviu e amou! E isso jamais lhe será tirado, promessa de Deus.

Há cura para todo aquele que recusa as vantagens do pecado!

Há cura para todo aquele que perde o lucro das trevas pelo Reino de Deus!

Jesus Cristo traz o Reino de Deus. Quem se arrepender e crer nEle será curado.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

O Reino de Deus, que virá.

“Um homem de nobre nascimento foi para uma terra distante para ser coroado rei e depois voltar.

Então, chamou dez dos seus servos e lhes deu dez minas. Disse ele: ‘façam esse dinheiro render até a minha volta’.

Mas os seus súditos o odiavam e por isso enviaram uma delegação para lhe dizer: ‘não queremos que este homem seja nosso rei’.

Contudo, ele foi feito rei e voltou.

Então mandou chamar os servos a quem dera o dinheiro, a fim de saber quanto tinham lucrado.

O primeiro veio e disse: ‘senhor, a tua mina rendeu outras dez’. ‘Muito bem, meu bom servo!’, respondeu o seu senhor. ‘Por ter sido confiável no pouco, governe sobre dez cidades’.

O segundo veio e disse: ‘senhor, a tua mina rendeu cinco vezes mais’. O seu senhor respondeu: ‘também você, encarregue-se de cinco cidades’.

Então veio outro servo e disse: ‘senhor, aqui está a tua mina; eu a conservei guardada num pedaço de pano. Tive medo, porque és um homem severo. Tiras o que não puseste e colhes o que não semeaste’. O seu senhor respondeu: ‘eu o julgarei pelas suas próprias palavras, servo mau! Você sabia que sou homem severo, que tiro o que não pus e colho o que não semeei. Então, por que não confiou o meu dinheiro ao banco? Assim, quando eu voltasse o receberia com os juros’. E disse aos que estavam ali: ‘tomem dele a sua mina e deem-na ao que tem dez’.

‘Senhor’, disseram, ‘ele já tem dez’. Ele respondeu: ‘eu lhes digo que a quem tem, mais será dado, mas a quem não tem, até o que tiver lhe será tirado. E aqueles inimigos meus, que não queriam que eu reinasse sobre eles, tragam-nos aqui e matem-nos na minha frente!’ ” (Lucas 19. 12-27. NVI).

Jesus contou-lhes essa parábola porque estava perto de Jerusalém e o povo pensava que o Reino de Deus ia se manifestar de imediato.

O que diz a parábola sobre o Reino de Deus, que virá?

(1) As riquezas do Rei foram confiadas aos Seus servos na Sua ausência.

(2) Era dever dos servos do Rei fazer render e multiplicar as Suas riquezas.

(3) Os súditos do novo Rei o odiavam e mandaram dizer-Lhe que não o queriam como seu rei, mas Ele foi feito rei apesar disso.

(4) Os servos do Rei foram chamados a prestar contas das riquezas do Rei e do cumprimento seu dever quando Ele retornou.

(5) A fidelidade dos servos do Rei em fazer render e multiplicar as riquezas dEle foi recompensada com autoridade para governar com Ele e a infidelidade dos outros servos nisso foi punida com a subtração da sua parte da riqueza, que agora é dada ao mais bem sucedido dos servos fieis.

(6) O Rei ordenou que os súditos que eram Seus inimigos, fossem mortos na Sua frente.

Terrível e poderosa é essa parábola de Jesus Cristo, nosso Senhor.

No Reino de Deus não há lugar para a irresponsabilidade.

Se você serve a Deus, então sabe que tudo o que tem nas mãos são as Suas riquezas e que você deve multiplicá-las ou ficará sem nada. Por isso, você que serve a Deus, sirva-O de todo o seu coração, com toda a sua alma, com todas as suas forças e entendimento. Deus quer lhe fazer governar com Ele; quer transformar a sua fidelidade na lida com o pouco que Ele lhe confiou em verdadeira honra e autoridade que glorificarão o próprio Deus.

Mas se você é um servo mal, então saiba que o Rei é como um homem severo, que tira o que não pôs e colhe o que não semeou.

Além disso, a chegada do Reino de Deus é inexorável: Jesus Cristo virá como Rei de tudo e todos, quer você e eu queiramos ou não.

E, por fim, saibamos disso: haverá morte pública para os inimigos do Rei. Por isso, reconciliemo-nos com Jesus Cristo, o Rei, enquanto é tempo!

Arrependamo-nos, servos de Deus, da infidelidade e, inimigos de Deus, do pecado! O Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.