Adorando o homem bom

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que acendendo outra vez o amor que acolhe e disciplina, cumprindo toda a justiça, para a sua Salvação!

Hoje vamos ler a Bíblia mais uma vez aqui. Que o SENHOR Deus nos dê a sua Palavra, em nome de Jesus, o Cristo, amém!

Disse-lhes Jesus: “Ai de vocês[, peritos na lei], porque edificam os túmulos dos profetas, sendo que foram os seus próprios antepassados que os mataram. Assim vocês dão testemunho de que aprovam o que seus antepassados fizeram. Eles mataram os profetas e vocês lhes edificam os túmulos.

Por isso, Deus disse em sua sabedoria: ‘eu lhes mandarei profetas e apóstolos, dos quais eles matarão alguns e a outros perseguirão’. Pelo que esta geração será considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramado desde o princípio do mundo: desde o sangue de Abel até o sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o santuário. Sim, eu lhes digo, esta geração será considerada responsável por tudo isso” (Lucas 11.47-51. NVI).

Quem é Jesus de Nazaré? Quem é esse homem a quem chamamos de Cristo ou Ungido de Deus?

Jesus é o homem bom.

O escândalo da adoração a Jesus de Nazaré é que adorando ele estamos adorando ao homem bom.

O homem bom é aquele homem que é escravizado pelos homens violentos, usado e abusado justamente por sua índole verdadeira.

O mundo é carregado pelos ombros dos homens bons, aqueles que por meio da humildade e fidelidade, preocupam-se em fazer o verdadeiro bem que está a seu alcance em um sacrifício de amor pelo SENHOR Deus e pelo próximo.

No final, as obras de todos os outros homens são apagadas, mas os feitos dos homens bons permanecem de geração a geração. Por essa razão que seu nome é lembrado e seu legado eternizado, porque a excelência humana procede dos homens de fé.

Os peritos na lei se apoderam desses tesouros, mas não para promover o bem comum, antes, motivados por sua ganância, administram as palavras de vida cruelmente, roubando o mundo e envenenando a sua própria geração. Muitos enganos e grande violência, os covardes matam e perseguem os filhos da Luz.

O engano fundamental é distorcer o entendimento até o ponto de fazer desconfiar de que o verdadeiro poder, honra, glória e majestade pertençam total e exclusivamente ao homem bom.

Esses fariseus e peritos na lei inclusive fazem parte das igrejas e instituições cristãs. Eles fazem Jesus de Nazaré parecer alguém com superpoderes, um ser divinizado e irrepetível, porque assim se consagram como exclusivos portadores da sua mensagem, truques mágicos e autoridade.

Mas isso está errado! A verdadeira espiritualidade e redenção começam quando as mentiras se calam no gesto perfeito de arrependimento e adoração sincera ao homem bom.

É ali onde você é somente um homem com uma boa intenção que nasce o espírito santo, o surgimento do autêntico cristão.

Abel e Zacarias não tinham superpoderes, mas se deixaram ser e permanecer homens humildes e servos fiéis.

Servo e escravo do SENHOR Deus é o homem livre que livremente ajuda o próximo até o fim de seus dias pela fé.

O homem bom faz o que é o certo, permanecendo reto e obediente ao SENHOR Deus, mesmo quando sua vida ou as fontes da sua vida (sua família, pais, cônjuge, filhos) parecem estar sob ameaça.

Jesus de Nazaré não se mantinha fiel porque tinha poderes sobrenaturais, mas recebeu poderes sobrenaturais porque se mantinha fiel. O homem bom será exaltado eternamente!

Se você é um perito na lei, tem nas mãos autoridade para dar vida e morte, porque o homem bom vive a serviço da sua nação. Se você o machucar, então perderá o seu trono, sua paz e o seu lar. Mas se se arrepender, tanto para honrá-lo, quanto para seguir os seus passos, então os seus pecados lhe serão perdoados e você terá parte na herança do justo, que é a verdadeira herança e a riqueza que jamais se perderá.

Hoje é um dia de festa, pois aqui e agora o escândalo cristão está aberto para o povo brasileiro e as nações de língua portuguesa!

Essa é a pedra angular do Reino do SENHOR Deus e também a rocha que faz tropeçar e cair!

Você ousaria retirar os seus olhos do homem arrogante e torná-lo dedicado à virtude do homem bom?

Que o SENHOR Deus responda favoravelmente à sinceridade do seu coração! Em nome de Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, amém.

Deus abençoe a sua semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, homem religioso.

O nome de Deus é misericórdia

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que estejam vivos por meio de Cristo, renascidos pelo sopro do SENHOR Deus.

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a natureza do SENHOR Deus.

Nesse mês que passou, junho/julho de 2019, tivemos nosso carro furtado na porta de casa. Onde moramos não temos garagem no prédio, de modo que nosso carro costumava ficar estacionado ali. O furto trouxe grande transtorno a todos nós, mas um telefonema prometia uma solução imediata: uma funcionária do seguro do carro disse que tínhamos direito ao usufruto de um carro reserva.

Aceitamos o “presente” e no dia seguinte já estávamos com o veículo novo. Três dias adiante, porém, tivemos esse segundo carro furtado também no mesmo lugar.

No dia anterior ao segundo furto eu tinha resolvido com minha esposa: “Cibele, amanhã nós vamos devolver esse carro reserva, pois não podemos garantir a segurança desse carro também”. Mas na manhã do dia seguinte, ele já havia sido levado. Que agonia!

O nosso carro, na verdade, carro da empresa do meu pai, será reembolsado pelo seguro, mas o furto do carro da locadora implicou o pagamento de uma franquia de R$2.000,00. Que desgraça!

Quando, contudo, fui falar na locadora que a polícia havia localizado o carro deles próximo ao endereço do furto, no mesmo dia em que o evento ocorreu, fui acolhido de uma maneira especial naquele lugar. O homem, funcionário da locadora, vendo a minha angústia, ofereceu-me um copo de água de tal maneira que então eu chorei. Disse para aquele homem que não tinha o dinheiro para pagar por aquela franquia e ele respondeu que intercederia em meu favor para que pagasse apenas pelos danos ao carro e prometeu me ligar para uma vistoria conjunta, quando o carro chegasse.

A verdade é que ele não me abateu nenhum centavo nem nunca me ligou para aquilo. Mas essa situação toda me fez redescobrir uma verdade fundamental: o nome do SENHOR Deus é misericórdia.

Se você quer saber onde habita o Deus Eterno, o Todo-poderoso, ele pode ser encontrado ali onde começa a misericórdia no coração humano.

Misericórdia é quando você faz algo em favor do outro porque ele é um outro ser humano. Perdoar dívidas, prestar serviços excelentes, oferecer descontos significativos e suficientes, compartilhar do seu pão como se o outro também fosse parte da sua própria família… Misericórdia é o nome do Deus de Abraão, Isaque e Jacó; misericórdia é o nome do Deus de Israel; misericórdia é o nome do Deus de Jesus de Nazaré, o Cristo.

O único espírito que acerta nos domínios espirituais é a misericórdia que opera através do amor. Aquilo que a misericórdia não consegue alcançar e converter para o SENHOR Deus, será então destruído em fogo eterno. Mas tão grande salvação é promovida na face da terra por seu intermédio!

Já lhe falei que o dinheiro que você ganha lhe é dado gratuitamente? Por mais que você trabalhe, possua contratos com firma reconhecida e legalizados pelas leis da nação, disponha de poder de polícia a seu favor, você só recebe cada centavo porque gratuitamente o SENHOR Deus Eterno assim lhe provê.

Por essa razão que todo o orgulho é ilegítimo.

Mas o homem fiel teme o seu Pai Celestial. Quando ele está diante de outro ser humano, ele teme e treme, pois está diante de feitura de Deus, dignificada e prestigiada pelo amor e zelo do Deus Criador.

Misericórdia, misericórdia, misericórdia… O SENHOR Deus está ali onde você é e faz por genuína misericórdia.

De graça recebemos, de graça também entregamos. Não se deixe enganar, tudo no mundo acontece por meio de misericórdia que é abençoada pelo Deus Pai.

Toda arrogância é esmigalhada em pouco tempo. O ímpio só dura um breve instante e o homem cruel não mais existirá.

Não deixe que a violência dos homens se apegue ao seu próprio espírito. É melhor perder agora e por um breve instante, do que ser contado entre os violentos dessa geração.

Deixe-se encher pelo Espírito Santo: escolha a misericórdia no trato de si mesmo e dos outros, de todos os outros.

Eu acredito em milagres!

Tenha uma excelente semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Fardos difíceis de carregar

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que cultivando uma vida de devoção e fé, uma vida de pureza de espírito e esperanças no Deus de Cristo, o SENHOR!

Hoje vamos ler a Bíblia mais uma vez, um trecho do Evangelho de Lucas. Que o SENHOR Deus nos dê a sua palavra, em nome de Jesus, o Cristo, amém!

“‘Quanto a vocês, peritos na lei’, disse Jesus, ‘ai de vocês também! Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar e vocês mesmos não levantam nem um dedo para ajudá-los'” (Lucas 11. 46. NVI).

Quem legisla, advoga, documenta, contabiliza, normatiza… Geralmente faz isso sobre a vida dos outros, mais especificamente sobre a vida dos simples, dos homens comuns.

Se os peritos na lei estivessem incluídos nas regras que impõe aos demais cidadãos, talvez não fossem censurados pelos olhos divinos, como foram nesse momento.

As pessoas que manipulam os parâmetros da vida em sociedade são os que dominam sobre o povo por meio da força e poder de polícia. Aumentar impostos, criar “novos pecados” ou motivos para punições, é muito fácil arbitrar sobre a vida dos outros, quando há proteções legais para que o mesmo rigor que se aplica ao outro nunca recaia sobre mim mesmo e minha família.

O verdadeiro legislador é um homem de compaixão e grande misericórdia. O Ungido do SENHOR Deus é aquele que trabalha no sábado (shabbat) quando isso significa ajudar seu próximo a carregar seu fardo na vida. Às vezes devemos sacrificar a lei/hábito/costume para fazer a Justiça do SENHOR Deus.

“Como são bonitos os pés dos que anunciam boas novas”.

Quem legisla para a liberdade de todos, legisla para a glória do SENHOR Deus; quem julga segundo a Justiça do SENHOR Deus, pratica o bem e jamais será desarraigado, sua família viverá eternamente.

Se você recebeu poder do alto para determinar como viverá o seu irmão, tenha cuidado para não obrigá-lo a um rigor que traga condenação sobre você que legisla e a sua família.

Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, não suporta a hipocrisia dos homens cruéis, que em face do sofrimento, necessidade e vulnerabilidade do seu compatriota se exaltam como tiranos sem coração.

O mais fraco, seja estrangeiro, órfão ou viúva, tem o próprio SENHOR Deus Altíssimo como escudo e fortaleza. O justo humilde será vingado e indenizado em toda medida e além.

Por que você age com orgulho arrogante, como se a posição de influência e poder sobre o povo não lhe tivesse sido dada pelo SENHOR Deus para a prática do bem?

O seu irmão mais fraco é você. A fraqueza e a força são circunstanciais, pois somos todos iguais, à mercê dos desígnios do SENHOR Deus.

Lembre-se do SENHOR Deus enquanto é tempo! Devolva o dinheiro extorquido, restitua os bens roubados!

Viva segundo as leis da sua nação, sabendo que todo caso legal pode ser reinterpretado à luz da complexidade da situação concreta e da misericórdia do Soberano do Universo.

Não é porque algo é legal que a sua aplicação também é ética. Pois às vezes a lei promulgada é antiética e às vezes o cumprimento da ética extrapola as leis da nação.

Aprofunde a sua espiritualidade: “o outro sou eu; o outro é minha família; o outro é minha própria alma”.

Sabe qual a vitória do SENHOR Deus no mundo? O homem íntegro, fiel, leal e justo.

No amor está a chave que desfaz toda amarra de condenação. “Caim, se você fizer o bem acaso não será também aceito?”

O SENHOR Deus em nós é como um refrescante Espírito Santo, mas também como um fogo de juízo e separação para todo aquele que oprime e violenta o seu irmão.

Não é porque todo mundo está fazendo que está certo; não é porque você pode fazer que é justo fazê-lo.

Abandone o direito quando ele promove a injustiça.

“É melhor um bom nome do que os lucros da perversidade”.

O SENHOR Deus enriquecerá o homem bom.

Eu acredito em milagres!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Inerrância bíblica

Boa noite a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que a cada novo dia estejam se dando conta do privilégio que é o tempo em que podem estar juntos, compartilhando a vida e tocando uns aos outros em amor!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre o conceito teológico chamado inerrância bíblica.

A organização da religião cristã foi acontecendo, uma vez que a cada dia se tornava mais relevante a nova religião centrada na pessoa de Jesus, o Cristo do SENHOR Deus.

Os apóstolos como fundamentos foram dando lugar aos escritos apostólicos e canônicos, pois com sua inevitável morte, seria necessário levantar fundamentos atemporais para a religião cristã.

Houve então concílios e reuniões com autoridades da igreja institucionalizada em que se elegeram quais livros/cartas seriam acrescentados ao cânon judaico, como Escrituras Sagradas, Palavra de Deus.

A partir dessa escolha, foram necessárias explicações e argumentos para justificar essa biblioteca especial. E nesse ponto chegamos à ideia fundamental da inspiração divina.

“Os livros da Bíblia foram inspirados pelo SENHOR Deus”, postularam. Por essa razão, concluíram, “a Bíblia não contém erros”, o conceito de inerrância.

Esse último salto, a meu ver, se dá mais por um tipo de reserva de mercado do que por uma sincera observação do material bíblico, pois a Bíblia contém erros. Por exemplo, em Apocalipse 7. 4-8, as 12 tribos de Israel são enumeradas equivocadamente, pois as tribos de Manassés e Benjamim são a tribo de José, seu pai, e a de Dã não é mencionada.

Mas teólogos, como o Dr. William Lane Craig, argumentam que a Bíblia contém erros, mas todos os seus ensinos são verdadeiros. Infelizmente, porém, isso também não é verdadeiro. Por exemplo, no livro Eclesiastes de Salomão, o autor ensina que a vida é vazio de vazios e que tudo o que o homem faz na terra é correr atrás do vento, o que somente é verdadeiro para pessoas praticando pecados, como o próprio Salomão, que no final da vida construía templos pagãos para suas “esposas”. Ou também a conclusão do livro de Jó, que desmerece toda a contribuição dos discursos dos amigos de Jó, sendo que elas, na verdade, são o único conteúdo divinamente inspirado, que justifica a presença desse livro na Bíblia.

Assim, chegamos à conclusão de que o conceito de inerrância bíblica quer induzir-nos, manipular-nos, inclinar-nos em uma direção, para darmos importância ao texto bíblico e aos seus intérpretes autorizados, por um motivo que na verdade não é verdadeiro.

Infelizmente, a Bíblia contém erros. Mas é muito importante!

O único jeito de se interpretar a Bíblia corretamente é se concentrando na sua própria experiência de arrependimento e fé, pois é o Espírito Santo que nos convence da verdade, da justiça e do juízo do SENHOR Deus.

Quem se move sinceramente na direção do SENHOR Deus, Pai Celestial, vai sendo santificado, quer dizer, a verdade divina vai ganhando espaço em seu coração e, desse modo, ele consegue discernir a verdade de Deus no meio dos textos sagrados e na vida, onde ele está.

O caminho que leva à salvação (socorro, livramento, cura, perdão, favor divinos, etc.) não é difícil de se encontrar, mas requer a coragem de julgar e decidir, conforme os santos mandamentos do SENHOR Deus.

A Bíblia Sagrada contém erros, mas o justo encontra nela a sua força e consolação.

A Bíblia Sagrada contém ensinos equivocados, mas o santo encontra nela a esperança de vida eterna.

Prefiro a Bíblia Sagrada do que qualquer outra coleção de livros, pois meditando sobre suas palavras eu ouço a voz do SENHOR Deus, o único Deus Verdadeiro.

Eu acredito em milagres!

Uma boa semana para todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Sensibilidade na família

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que conscientes da profunda graça que os sustenta apesar de tudo.

Gostaria de lhes falar um pouco hoje aqui sobre sensibilidade na família.

Para que fomos mesmos chamados? Qual a nossa responsabilidade em primeiro lugar?

Acredito que tudo começa na família, nossa vocação primeira é o socorro daqueles que estão mais próximos.

Às vezes é difícil enxergar a necessidade do nosso irmão, porque não estamos na sua pele e a convivência muitas vezes não é suficiente para nos fazer entender de fato qual é a sua real situação.

Por esse motivo quero encorajá-los a despertarem a sua sensibilidade na sua família.

O mandamento do SENHOR Deus é claro “honra seu pai e sua mãe para que se prolonguem os seus dias na terra que o SENHOR Deus lhe dá”, mas precisamos aceitar que a orientação divina se estende como um manto sobre toda a sua realidade de intimidade.

Não quero ser mais inteligente do que Deus, nem acrescentar palavras aos lábios santos. No entanto compreendo que o temor a Deus nos faz responsáveis pelo bem estar e viabilidade de vida daqueles com quem temos compromisso de fidelidade.

Ajude a santidade do seu irmão. Que as suas forças o sirvam sempre para que não lhe falte a sua contribuição para o cumprimento do seu desígnio.

Não deixe que o seu cônjuge estoure pela sua negligência em socorrê-lo com as suas habilidades naturais.

Abra seus ouvidos e coração para o pedido de ajuda que pode estar sendo feito pelo seu marido ou esposa no dia de hoje.

Aprenda a apreciar a contribuição e o serviço daqueles que estão convivendo com você.

Às vezes nos propomos a fazer coisas maiores do que as que realmente conseguimos realizar e a nossa insensatez recai sobre aqueles a quem devemos suportar em primeiro lugar.

O apóstolo Paulo disse que o poder do SENHOR Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza, o que quer dizer que ao assumirmos mais integralmente a nossa responsabilidade, tanto compromisso familiar quanto ocupacional, tomamos consciência de que a nossa cruz representa limitações em vários aspectos. Contudo, essas limitações aceitas por causa do amor fazem com que a outra parte, preterida em favor da justiça divina, seja suprida por meio das intervenções do nosso Senhor e Deus, o SENHOR.

Gostaria de nessa manhã segurar nas suas mãos, bem como nas de seus familiares sobrecarregados, para lhes pedir perdão, perdão pelo desamparo praticado e disseminado em nossa sociedade brasileira.

Como eu quero contribuir para que surja uma nova solidariedade nas famílias da nossa nação!

Quando minha esposa suplica por mais ajuda, quando minha filha solicita mais atenção, somos um novo Brasil despertando para um tempo de sinceridade, solidariedade e comunhão.

Quantas vezes você já perdeu por amor? Lembra-se de alguma renúncia por questão de justiça?

O curioso é que todas as vezes quando voltamos passos a trás pelos motivos certos, acabamos avançando muitas casas a frente e recebendo muitas alegrias no final.

O Brasil está doente porque está ignorando o clamor que expressa as necessidades vivas dentro dos lares.

Quanto vale a saúde mental dos seus amados? Quanto vale o coração aberto e as palavras verdadeiras dos seus parentes em primeiro grau?

Toque aqueles que você ama, sobretudo preservando-se sensível ao Espírito do SENHOR Deus e solícito primeiramente à sua própria necessidade autêntica e depois às dos seus próximos na sua casa.

Estamos tirando o povo brasileiro da sua prisão de piche. Erguendo o homem do Brasil do aconchego da corrupção e idolatria. E eu, como médico de Cristo, procuro de todas as maneiras retornar o coração dos pais a seus filhos e dos filhos a seus pais.

Vamos começar de novo? Vamos fazer bem e direito?

Sensibilidade na família.

Eu acredito em milagres!

Atenciosamente

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Túmulos disfarçados

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que reconhecendo cada dia mais que a índole de Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, é o poder que criou e cria todas as coisas!

Hoje vamos ler a Bíblia mais uma vez e pedimos que o Espírito Santo nos dê a Palavra do SENHOR Deus.

“[Então o Senhor Jesus disse ao fariseu que o convidou para comer com ele:] ai de vocês [fariseus], porque são como túmulos que não são vistos, por sobre os quais os homens andam sem o saber!” (Lucas 11. 44. NVI).

As pessoas que estavam sendo acusadas por Jesus, os fariseus, eram os donos do judaísmo de então.

Eles citavam as Escrituras quando falavam e teciam um longo pano de regras, usos e costumes, que deviam ser observados por todo o povo. Mas aqui Jesus está chamando eles de túmulos não vistos, túmulos que não eram reconhecidos com tal, por sobre os quais os homens estavam caminhando sem o saber.

Túmulos que parecem apenas vias, mortuários decorados, disfarçados como pontes de acesso.

A índole do fariseu é a morte, um jeito de agir e lidar que adoecem até as últimas consequências.

É preciso deixar claro que o fariseu não é aquele que ama e guarda a Lei do SENHOR Deus, mas aquele que criava a Lei do Judaísmo da época, que a cada dia se tornava mais distante do Deus Vivo.

A índole de Jesus, o Cristo, era a encarnação do Espírito Santo, que é o fôlego do homem quando obedece à Lei do SENHOR Deus, mas a índole dos fariseus era a rejeição desse Espírito em nome das suas tradições, que lhes rendia honorários, prestígio, autoridade e poder.

O fariseu falava da religião, mas não era nem se deixava ser tocado por ela.

A falta de autenticidade e pureza de coração fazia daqueles homens um depósito de coisas mortas, um ímã para a perdição, mas estavam sempre vestidos com as roupas de gala e honra.

Os corações sinceros eram desencaminhados pela malícia subjacente aos conselhos desses homens hipócritas, mas aos revoltosos eles pareciam deuses inabaláveis.

Os fariseus não tinham nenhuma iniciativa de fé, mas se alimentavam da fé dos outros, enquanto lhes saqueavam os rendimentos e empurravam para a perversidade, a origem do falso testemunho.

Você não pode diminuir o tamanho do estrago imaterial que suas rodas de doutrinação inseria na sociedade judaica. Mas eles pareciam que jamais seriam pegos, que jamais seriam descobertos em suas maquinações envenenadas.

Não existe compaixão divina por esse tipo de escolha de vida. A advertência é radical, pois a sua condenação é certa.

Posso lhe dizer uma coisa, meu irmão? Nada do que está oculto permanecerá assim para sempre. No tempo do juízo do SENHOR Deus, o hipócrita será exposto e julgado por todos os puros, pois foram advertidos de que a maldade não será bem vinda no Reino do SENHOR Deus.

Por um instante estamos à mercê do poder dos fariseus, sendo por eles perseguidos e confundidos. Mas a índole do Cristo do SENHOR Deus prevalece sempre, de modo que todos seremos vistos e pesados em balanças celestiais, todo-justas, todo-verdadeiras.

Afaste-se do fermento dos fariseus, meu filho, pois a hipocrisia e a presunção são as únicas escolhas que podem arrancar do seu corpo o coração.

Arrependa-se dos seus pecados no dia de hoje; deixe as sombras do medo e caminhe de volta para a luz de Jesus, o Cristo!

Eu sei que você pode me ouvir. Eu sei que você pode se ouvir.

Se você escolher hoje comigo aqui perder a glória e os benefícios dos domínios de Satanás, então, eu lhe prometo, você receberá de volta a sua alma, o seu sono e a indizível alegria de ser feito filho do SENHOR Deus.

Perder para ganhar… Ganhar para viver eternamente.

Eu acredito em milagres!

“Seja feita a sua santa vontade, SENHOR Deus! Em nome de Jesus, o Cristo, amém”.

Boa semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Disciplina na família

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que a cada dia mais estejam convivendo em um ambiente respeitoso e acolhedor, fazendo da sua casa um lar!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a disciplina na família.

O que é um casamento?

Casamento é uma aliança entre duas pessoas, um pacto de amor e fidelidade, firmada sobre regras de compromisso. É por meio de um discurso que consentimos e estabelecemos os parâmetros que a fazem valer e continuar.

Assim, defendo que o casamento é um prêmio delicado, que precisa de muito investimento e honra para seguir eternamente.

Qualquer casamento que não possa terminar é patológico, gera doenças. Mas aqui não quero falar como psicólogo, mas apenas como teólogo amador.

O casamento é um tipo de relacionamento que precisa da concordância das duas partes, masculina e feminina, para existir na presença do SENHOR Deus.

Estou falando sobre essas coisas de modo introdutório, porque desejo ensinar sobre a importância da disciplina no lar.

O marido precisa disciplinar a esposa e os filhos; a esposa precisa disciplinar o marido e os filhos; e os filhos precisam disciplinar os irmãos e os pais.

Essa ideia pode parecer obtusa, mas acredito que dentro de nós o SENHOR Deus coloca parâmetros de justiça que concedem a sensibilidade necessária para a mútua correção e ensino nos caminhos eternos.

O homem não pode permitir que o relacionamento continue sem que ele seja respeitado; a mulher não pode permitir que o relacionamento continue sem que seja amada acima de todas as coisas; o filho não pode permitir que o relacionamento continue sem que seja ensinado pela melhor atenção de seus pais.

Temos que perceber que a vida familiar acontece dentro de relacionamentos em que cada um precisa assumir e se responsabilizar por sua parte.

É por essa razão que o homem pede respeito, antes de tudo; a mulher, fidelidade, amor e prioridade; a criança, atenção e engajamento na sua educação.

Preciso dizer que a disciplina no lar é FUNDAMENTAL.

Aqueles que são negligentes em lutar pela parte da aliança que os toca acabam mal, muito mal.

Há as doenças psicológicas, delas falamos em um outro momento, mas principalmente a morte espiritual.

Por exemplo, um homem definha se as pessoas da sua casa são desrespeitosas na sua presença; a mulher se desanima da vida quando há rumores de infidelidade conjugal; e as crianças se tornam verdadeiros estranhos quando seus pais se recusam a participar solidariamente das suas aventuras.

Defendo que se volte a atenção para si mesmos e para o SENHOR Deus, para ouvir, para sentir, para se reconectar. Depois disso, deve-se agir em nome do acerto mais profundo do que as aparências da cordialidade exterior e rotineira.

Se o seu marido não fala com você em primeiro lugar, então você precisa discipliná-lo; se o seu pai não participa da sua vida, então você precisa discipliná-lo; se a sua esposa não o trata como o senhor da sua casa, então você precisa discipliná-la.

Saiba dessas coisas em seu interior e então peça ao Deus Altíssimo, o SENHOR, pelo caminho perfeito para disciplinar a sua família.

Disciplinar é diferente de agir irracional, violenta ou brutalmente, mas é igual a exigir com mansidão e fé que os termos da aliança que fundaram e sustentam a sua família sejam observados.

Se o seu relacionamento não é uma aliança no SENHOR Deus, então precisa terminá-lo e começar do princípio, só que direito. Por outro lado, se houve verdade e transparência para com o Soberano no momento do estabelecimento da sua relação com o outro, então é necessário investir em conhecer e aprofundar os méritos dessa relação.

Disciplina na família é levar o SENHOR Deus à sério no coração.

Ou cada um cumpre o seu papel ou é melhor se afastar da toxidade do convívio desgraçado.

Não tenha medo de por à prova os seus relacionamentos importantes, pois eles moldarão o seu espírito, para o bem ou para o mal.

Pense nisso!

Em oração por todos vocês! Orem também por nós!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo amador.

Toda brincadeira termina em choro

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que conquistando a dignidade por meio da sua fidelidade ao Cristo!

Hoje vamos falar um pouco aqui sobre o choro que se segue à alegria.

Tenho uma filha de 3 anos, a Rafaela. E existe um fenômeno com ela que é muito interessante: com toda a avidez ela deseja brincar com o papai, quando ele não está trabalhando. Então nesses momentos ela leva ele para uma área de brincadeiras e pula, sobe, escala, esconde, conversa, ri, etc., etc. Até não aguentar mais! A alegria de brincar com o papai é imensa e visível em todos os aspectos. Todavia, após o período prolongado de brincadeiras e desafios, sobrevém um tempo quase inevitável em que ela começa a chorar, como diz a mamãe Cibele, “chorar de cansaço”.

O que esse fenômeno infantil nos ensina sobre a vida? O que a sabedoria cristã nos ensina nesse contexto?

Tenho aprendido que toda a brincadeira termina em choro.

Temos alvos e sonhos a realizar, nosso coração está vivo e pulsa na direção da realização de coisas favoritas e acontecimentos especiais. Mas quando estamos na oportunidade perfeita de realizá-los de fato, então nos deparamos com o fato de que todas as coisas que podemos fazer ou idealizar são somente coisas comuns, e que ao final de um dia especial, uma festa ou uma coroação, estaremos de volta às realidades normais da vida, as responsabilidades, as frustrações cotidianas e os pesos e preocupações de cada dia.

Se é preciso aprender que se o choro dura uma noite, então a alegria vem pela manhã, também é preciso saber que toda brincadeira termina em choro.

As expectativas fantásticas de transformações radicais e estados de contentamento permanentes devem ser superadas na descoberta de que os dias especiais não substituem nem anulam os dias rotineiros e trabalhosos da nossa vida.

As realidades emocionais difíceis e indigestas terão que ser conquistadas, pois nenhuma circunstância ou substância é capaz de nos entorpecer de alegria eternamente.

A verdadeira alegria no coração do homem somente nasce da disposição persistente de enfrentar e conviver sabiamente com as memórias traumáticas, com os processos orgânicos da tristeza e com a necessidade reiterada de tomar novo fôlego espiritual por meio de orações e súplicas significativas ao longo de cada dia.

Uma hora teremos que ouvir toda a história que está guardada dentro de nós, uma hora teremos que nos dar conta do luto que carregamos pela morte de coisas/pessoas que amávamos, uma hora teremos que perdoar no SENHOR Deus aqueles que nos perseguem.

A luz do dia somente ilumina a alma daqueles que são corajosos até o ponto da descoberta do amor.

Folia termina em cinzas, porque alegria artificial se compra com irresponsabilidades e comprometimento da integridade que vivifica.

Riso e choro, euforia e lamentação.

Toda brincadeira termina em choro e tudo isso foi criado pelo SENHOR Deus para o nosso bem.

Fira-me o SENHOR Deus, cure-me o seu justo.

Você tem grande valor!

Boa semana a todos!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Repensando o mérito

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? A graça e a paz de Jesus, o Cristo, aos irmãos!

Hoje vamos falar aqui um pouco sobre a questão do mérito.

Estava conversando com a Cibele, minha esposa, quando ela começou a aprofundar nossa conversa sobre esse tema.

Quem é aquele que merce a vitória, o que termina primeiro a corrida ou o que corre com mais integridade? O que desempenha a performance acima dos outros ou o que coloca os outros acima de si mesmo?

Nas Escrituras Sagradas, especialmente nas cartas do Paulo, apóstolo, parece haver um abismo entre graça e mérito, mas isso porque ele precisa ressaltar a diferença que há entre buscar a justiça por meio de obras e por meio da fé.

De uma maneira sintética, diremos que buscar à justiça por meio de obras é colocar a questão do mérito sobre o comportamento religioso ou na consecução ritualística de etiquetas judaicas, como vestuário, higiene, alimentação, pagamento de dízimos e ofertas, festividades e atos simbólicos (como a cirurgia de circuncisão).

Por outro lado, buscar a justiça por meio da fé é colocar a questão do mérito sobre a inegociável confiança que um filho do SENHOR Deus demonstra para com seu Deus, dando lugar ao espírito da sua santidade (a obediência sincera e autêntica à verdade da sua Lei), em arrependimento genuíno contra toda forma de pecado, alegria no prazer do SENHOR Deus e amor valoroso por todos a partir do amor ao SENHOR Deus.

A questão do mérito está sempre presente, pois a fé é o que condiciona a liberação do poder da graça do SENHOR Deus, de modo que merce a graça, que é o favor gratuito presente na relação de amor mútuo entre um homem e o SENHOR Deus, aquele que demonstra a perfeita fé.

Perfeição é medida pela inteireza do coração, de modo que todo ser humano pode ser perfeito na presença do SENHOR Deus, sendo excluídos apenas aqueles que agem com hipocrisia ou dissimulação.

Mas voltando à Cibele, minha esposa, quem verdadeiramente ganha a corrida é aquele que ama o seu irmão. Quem merece a vitória é aquele que é perfeito de coração.

O mérito corretamente compreendido é o fator que estabeleceu um trono inabalável à descendência de Davi, filho de Jessé. Foi o mérito profundo que fez com que os céus se abrissem para que todos ouvissem as palavras do Altíssimo sobre Jesus, o Cristo, dizendo “esse é o meu filho amado, em quem tenho prazer”. Foi o mérito aos olhos do Deus Pai que encontrou no assassino Saulo de Tarso o apóstolo Paulo: no Reino do SENHOR Deus o assassino de coração sincero vale mais do que 1.000 religiosos oportunistas, pois o mérito aos olhos do Deus Altíssimo é tudo o que se necessita para uma obra perfeita de conversão e iluminação espiritual, a formação de um homem aprovado e divinizado.

Existe uma diferença entre o ímpio e o ignorante, entre o perverso de coração e o buscador da verdade confuso e enganado. O primeiro será morto, sua sentença já foi promulgada; mas o segundo será esmagado pela vida e refinado pelo fogo, até que se torne um precioso e inabalável instrumento da parte do SENHOR Deus.

Eu acredito em milagres! Já disse isso? Hehehe…

Ganhe o direito de ser chamado de filho do SENHOR Deus! Converta-se dos maus caminhos de fato e de alma, de todo o seu coração! Pratique o bem quando ninguém estiver olhando, mas apenas o SENHOR, o seu Deus!

Eu acredito em milagres!

O SENHOR Deus está aqui nesse lugar!

Boa semana!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.