Chave do conhecimento

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que unidos e se unindo cada vez mais pelo vínculo do amor!

Hoje vamos ler mais um trecho das Escrituras Sagradas. Que o SENHOR Deus nos dê a sua Palavra, em nome de Jesus, o Cristo, amém!

“[Disse Jesus:] ‘ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!'” (Lucas 11. 52. NVI).

O acesso ao Reino do SENHOR Deus é fácil ou difícil? Compreensível ou incompreensível? Possível ou impossível?

“Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre [todos], porque Deus [o] manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendido por meio das coisas criadas, de forma que [todos somos] indesculpáveis” (Romanos 1. 18-20. NVI).

A vida eterna está aí, disponível, circulando…

Muitos foram curados pelo SENHOR Deus e dão poderoso testemunho de que os caminhos do Deus Altíssimo são justos e verdadeiros, nenhum dos seus mandamentos é sem verdade e direção.

Mas a beleza e a majestade dos filhos da luz divina são cobiçadas por homens perversos e maus, que violentamente tomam, sem qualquer legitimidade, as histórias perfeitas e as distorcem grosseiramente para que o dom gratuito que procede delas possa ser ocultado, para que não haja arrependimento nem cura verdadeiros, e as pessoas não sejam livres.

Veja o que os peritos na lei fizeram com o texto de Jó, por exemplo. O texto conta a jornada de um justo até o perdão dos seus pecados, por meio da tragédia e do encorajamento a uma fé mais profunda, as palavras dos amigos de Jó. Mas então, aquilo que é uma fonte de vida e discernimento eternos, um genuíno caminho terapêutico, transforma-se em anátema por meio de uma conclusão obtusa e maligna que propõe a suspeita aos preceitos do amor divino.

O coração do homem sempre soube da acessibilidade ao Reino do SENHOR Deus, mas para entrar ele precisa aprender a ignorar a voz dos peritos na lei e a confiar na voz mais doce e singela: “eu estou com você, eu o criei e, finalmente, o perdoei pela sua transgressão”.

Sim, é na descoberta do amor verdadeiro que somos curados.

Primeiro precisamos suportar a solidão e a vergonha através da coragem para “estar só” na presença do SENHOR Deus. Deixar a roda dos vociferadores de tradições complexas, falsas e impuras, para “estar só” na casa do amor sincero e da prática da justiça divina.

Por mais que a violência dos hipócritas exista por um pouco de tempo, o Espírito da Santidade do SENHOR Deus conduz homens e mulheres de todas as gerações para fora de sua escuridão.

Como aprendemos hoje na peça infantil ministrada na Igreja Batista do Povo na Vila Mariana, São Paulo, SP, Brasil, o mal somente ganha se entregamos nossa voluntariedade a ele, pois o Diabo só tem voz na boca de quem não crê até o fim.

Quando somos muito pressionados às vezes não suportamos e lançamos mão de mentiras, desobediências, covardias e crueldades. Mas se confessarmos nossos pecados, o SENHOR Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda maldade.

A chave do conhecimento é o exemplo de um homem santo. E o poder de um homem santo é a sinceridade do seu arrependimento e a generosidade do seu amor.

Como perito na lei, eu devolvo a você no dia de hoje a “chave do conhecimento”.

O nome do jogo é arrependimento e fé.

A fonte da força é o amor.

E só ama aquele que se dedica à prática da justiça.

Pense nessas coisas, pense também em mim.

Que a graça e a paz do Senhor Jesus, o Cristo do SENHOR Deus, sejam com todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, homem religioso.

Não nos induzas à tentação

“Certo dia Jesus[, o Cristo do SENHOR,] estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: ‘Senhor, ensina-nos a orar, como João [Batista] ensinou aos discípulos dele’.

Ele lhes disse: ‘quando vocês orarem, digam: Pai! (…) Não nos induzas à tentação'” (Lucas 11.1-2a, 4b. NVI).

Boa noite a todos! Como estão vocês? Espero que estejam bem!

“Não nos induzas à tentação”, Jesus, o Cristo, ensinou-nos a pedir ao SENHOR Deus, o Pai, que, por misericórdia, ele não nos induza à tentação.

Esse é um trecho polêmico das Escrituras Sagradas de modo que a maioria das traduções da Bíblia traduzem a expressão grega por “não nos deixes cair em tentação”. Mas a verdade é que as palavras originais dizem exatamente o que está escrito acima.

Como assim somos ensinados a orar por esse tipo de livramento cotidianamente? Por que é necessário interceder para que o SENHOR Deus não nos desencaminhe?

Creio que nesse ponto do discipulado precisamos entender um pouco de Psicologia.

Somos como um rio que se derrama ou como uma criança que avança na direção daquilo que está posto diante de seus olhos: a partir do lugar onde estamos posicionados nos movimentamos, quer queiramos isso ou não.

Posso estar firmado em algum tipo de ídolo, por exemplo disposição para a imoralidade sexual. Se meu coração se coloca nesse lugar, então o que se segue serão comportamentos pecaminosos e destrutivos.

Por outro lado, o que acontece quando firmo meu coração na Lei do SENHOR Deus? A intuição que se segue à aliança com o Supremo Senhor irá me conduzir na vida por caminhos de paz.

No entanto, mesmo quando firmamos a nossa identidade a partir daquilo que brota de um compromisso pessoal com o Espírito Santo, ainda assim, somos apenas humanos e nossas bússolas guias podem ainda assim precisar de ajustes mais profundos do que podemos imaginar.

Nosso quebrantamento às vezes é mais profundo e poderoso do que jamais poderíamos saber. Danos sofridos na infância e até mesmo no útero podem ter uma parte definitiva para certas escolhas e caminhos da nossa atual maturidade e intuição.

O Espírito Santo é o hálito agradável, o fôlego de sanidade e a perfeita bondade que podem ser abrigados dentro de cada um de nós. Mas nesse caminho de transformação pessoal e expulsão de demônios ou espíritos malignos, às vezes passamos muito tempo em estados intermediários de consciência, autocontrole, arrependimento e fé.

Por essa razão, que é necessário pedir ao SENHOR Deus que os impulsos nossos que têm origem no coração dele não nos coloquem em situação de vulnerabilidade, ali onde ainda não estamos totalmente prontos para prosseguir por um caminho de paz (shalom).

“Pai, quando você começar a se mover outra vez aqui dentro de mim, por favor, lembre-se da minha fraqueza interior e da minha debilidade herdada. Preciso que seu Espírito Santo ganhe o espaço, a voz e a vez, sem que, contudo, venha a me destruir no processo. Preciso que o SENHOR proveja espumas de segurança porque sei que ainda não sou capaz de me equilibrar perfeitamente sobre minhas pernas. Em uma expressão: tenha misericórdia de mim”.

Quando o SENHOR Deus lhe empurrar, inspirando-o a prosseguir, lembre-se de que você é pó e que provavelmente ainda necessita de cura em níveis impossíveis para a sua melhor terapia. Por isso, peça ao Altíssimo que não se esqueça de que seu empurrão precisa ser dosado de modo a que não lhe coloque diante de desafios maiores do que aqueles para os quais você tem hoje recursos para lidar vitoriosamente.

Eu sei que isso tudo pode parecer algo muito estranho, mas confie no que lhe digo: se você colocar uma criança de 2 anos diante de uma audiência judicial para responder por um crime hediondo, isso destruiria a sua psicologia, quebraria toda a sua personalidade pueril.

Mesmo ao considerarmos o caminho do Cristo, fica claro que há um tempo certo para todo o propósito debaixo do céu. Até mesmo Jesus de Nazaré teve que ser conduzido por caminhos alternativos enquanto ia crescendo e se fortalecendo antes do cumprimento das profecias proferidas a seu respeito.

Se o Espírito Santo tivesse conduzido Jesus, o Cristo, até o Calvário e cruz quando ele tinha 28 anos de idade, talvez não tivesse suportado o peso daquele ato superior.

Queremos a plenitude do propósito divino realizada em nossas vidas, sim! Mas SENHOR Deus, tenha misericórdia, e não nos induza à tentação! Não nos coloque em uma posição mais difícil do que a que realmente podemos ocupar agora, para que não sejamos derramados em vão nem percamos nossa sanidade e capacidade de cooperar contigo em tudo o que faz.

Pedir a ajuda de Deus, o Pai, é pedir com sabedoria!

Que a intuição/espírito que vem do SENHOR Deus não nos coloque em apuros! Que Deus não se esqueça de nossas grandes limitações enquanto nos ensina o caminho superior!

Obrigado por acompanhar o nosso blog!

Que o SENHOR Deus abençoe a todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Quando entrarem em uma cidade

“Depois disso o Senhor, [Jesus de Nazaré], designou outros setenta e dois e os enviou dois a dois adiante dele a todas as cidades e lugares para onde ele estava prestes a ir. E lhes disse:

(…)

Quando entrarem numa cidade e forem bem recebidos, comam o que for posto diante de vocês. Curem os doentes que ali houver e digam-lhes: o Reino de Deus está próximo de vocês.

Mas quando entrarem numa cidade e não forem bem recebidos, saiam por suas ruas e digam: até o pó da sua cidade que se apegou aos nossos pés sacudimos contra vocês. Fiquem certos disto: o Reino de Deus está próximo. Eu lhes digo: naquele dia haverá mais tolerância para Sodoma do que para aquela cidade” (Lucas 10.1-2a, 8-12. NVI).

O que de fato é bem vindo quando nós somos bem vindos?

Não é muito a cor da nossa pele, o nosso sexo, o tom da nossa voz, a inteligência das nossas palavras, a nossa aparência física nem a nossa condição financeira. Somos bem vindos quando “os nossos santos batem”.

Em todo o canto há a tolerância e a intolerância, mas o que realmente orienta essa separação é a semelhança e a incompatibilidade dos espíritos que habitam dentro de nós.

Pessoas que se tratam bem têm simpatia por pessoas que se tratam bem; pessoas que sacrificam sua integridade têm  a simpatia de pessoas que fazem o mesmo.

Agora as cidades são o resultado natural da aproximação das pessoas de mesma índole.

As pessoas que fizeram seus acertos de justiça com o SENHOR até o ponto da Saúde Integral se tornam uma espécie de anúncio profético.

Porque quando entram nas cidades e são bem recebidos como dádivas e socorristas da parte do SENHOR, então protagonizam o bem e servem de sinal de que o Reino de Deus está próximo daquelas pessoas, o que quer dizer que o fato delas acolherem bem ao SENHOR na pessoa deles lhes abre as portas para que experimentem a cura, a salvação de tribulações, o socorro financeiro, a libertação de opressores, a alegria na família e a paz que procedem dos atos da justiça de Deus.

Por outro lado, quando eles entram nas cidades e não são bem recebidos, da mesma maneira como deixam aquelas cidades sem comer nenhum dos seus alimentos e levar nenhum dos seus bens como herança, também anunciam que o SENHOR, o Deus Soberano, não estabelecerá pontes de comunhão com aquela gente por causa da sua dureza de coração e amor às práticas repugnantes, mas trará sobre eles a ira e o juízo que invariavelmente acompanham a infidelidade e a corrupção.

Às vezes a gente pensa que perde espaço quando recebe negativas e somos “gentilmente convidados” a nos retirar. Mas quando quem está sendo negado e expulso do meio da gente é o Justo Filho de Deus, então não estamos perdendo espaço, mas ganhando a comunhão e o favor dos outros Filhos de Deus salvaguardados da corrupção que no tempo contaminaria também a nossa alma.

Ao ímpio, o que a sua impiedade merece: o isolamento e a disciplina.

Ao justo, a fraternidade, as riquezas verdadeiras, a cura, a paz e o amor.

Nesse contexto, é interessante refletir sobre outras palavras de Jesus, o Cristo do SENHOR:

“Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. Se alguém lhe bater numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém lhe tirar a capa, não o impeça de tirar-lhe a túnica. Dê a todo aquele que lhe pedir e se alguém tirar o que pertence a você, não lhe exija que o devolva. Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles” (Lucas 6.27-31. NVI).

Por um lado, somos ensinados a não tomar nada das cidades que rejeitam o Espírito do SENHOR, anunciando o merecido castigo dos ímpios. Por outro lado, somos ensinados a praticar o amor inclusive por aqueles que nos odeiam e amaldiçoam.

Esses conselhos podem parecer paradoxais, impossíveis de se conjugar. Mas sabemos pela experiência que há um tempo para cada propósito debaixo do céu e que tanto a misericórdia do SENHOR como a sua justiça estão operando vivas dentro daqueles que o tratam como seu Deus.

O que é certo, é certo. Mas também todo o inocente será poupado e haverá paciência para com todo arrependido que precisa de tempo para alcançar a completa Cura de Deus.

O Justo brilha junto com a luz da integridade de todos e a todos favorece para o desenvolvimento da sua própria integridade, mesmo àqueles que agora operam por meio dos espíritos da maldade e nisso consiste o amor aos inimigos.

Há momentos quando o gesto de amor mais caloroso e puro é a franca oposição, admoestação e disciplina. Agora, como é bom chegar de “cara limpa” a um lugar santo e comer da mesa daqueles que também respeitam e amam o SENHOR como Deus.

Para o bem e o fim do mal; para a esperança e consolação dos honestos e a advertência dos que vivem dos lucros da injustiça: o Reino de Deus está às portas: juízo e salvação.

Louvado seja o único Deus Verdadeiro!

Venha o Teu Reino e seja feita a Tua vontade, SENHOR!

Em nome de Jesus, o Cristo do SENHOR, amém.

Eu confio no SENHOR! Nele está a minha esperança!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.