Quando se está solteiro

Boa noite a todos!

Como passaram esta última semana? Vocês estão bem? Suas famílias estão bem?

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a solteirice ou o tempo quando se está solteiro.

Não fui muito feliz quando me tornei um jovem solteiro, entre os meus 20 e 30 anos. Como foi dolorido para mim a falta do cônjuge!

Fiz muita coisa errada nesse tempo e acabei mal, quase perdendo a vida por causa do pecado.

Não tive a graça de ter bons conselheiros na época, que pudessem me falar sobre esse tempo com sabedoria e relevância.

Hoje, às cinzas do Carnaval da nação Brasileira, porém, é dia de falar sobre se estar solteiro.

A partir do final da adolescência, quando se alcança os 18 anos de idade, passamos todos a sermos impulsionados por uma força divina, que cria em nós a necessidade de procurar pelo “meu par”.

Essa força nos empurra na direção das festas e dos encontros de multidão, pois acha que precisamos ver muita gente até conseguirmos discernir o outro que é para sempre o nosso lugar.

Em parte somos ajudados por esse impulso, mas em partes somos tentados por ele, pois nem toda a festa e ajuntamento de fato glorifica ao SENHOR Deus.

A música não é neutra, jamais. E quando um homem se põe a cantar, os elogios que ele faz são verdadeiramente atos de adoração. Por essa razão, se você quer realmente se “dar bem”, deve procurar as festas e ajuntamentos cujo Deus é o SENHOR!

Por outro lado, se você quer viver e preservar o seu juízo, deve se abster de toda forma de estimulação sexual, porque a masturbação cria o espírito imundo que conduz o homem a toda forma de adultério, fornicação e imoralidade. Quem não se masturba é salvo do espírito do demônio que arruína o coração.

Álcool e drogas não enturmam ninguém, mas apenas golpeiam a sua mente para que você se torne capaz de fazer coisas das quais se arrependerá mais tarde.

No SENHOR não há experiências ou testes de parceiros, mas, como uma flecha certeira, uma única pessoa, que traz em suas asas uma cura maior do que você pode imaginar. O cônjuge da parte do SENHOR é como um beijo de amor direto na alma, aquecendo o coração.

Não se estrague! Não seja tolo como eu fui!

Honre os seus pais e a casa dos sogros que você ainda não conheceu!

Preserve-se puro! Guarde o seu corpo para a santidade, fazendo da castidade um culto vivo ao SENHOR!

Não coma na mesa dos demônios! Nenhuma festa é neutra e se ela não exalta ao SENHOR e ao seu Cristo abertamente, também não o ajudará a encontrar o seu parceiro na fé!

Afaste-se das más companhias!

Vamos orar ao SENHOR não somente pela chegada do seu cônjuge, mas também pela coragem e fidelidade que você precisa possuir enquanto ainda está sozinho e carente.

O caminho mais direto e veloz para a felicidade conjugal é o arrependimento de pecados e a aposta total da fé no SENHOR Deus, o Todo-poderoso!

Hoje mesmo vi um vídeo de um astrônomo expert mostrando imagens do Universo feitas com lentes gigantescas e poderosas, que sugerem que as galáxias que existem estão todas alinhadas de tal maneira que a totalidade do cosmos se parece com uma grande borboleta com três pares de asas… Não sei se essa imagem é verdadeira, mas sei que há desígnio e design divino em tudo e para tudo o que há!

Volte atrás em qualquer decisão de praticar pecados, abandone toda a forma de maldade e malícia.

Trabalhe com a força que o SENHOR, o seu Deus, lhe dá na construção de um mundo melhor! E fale com o Altíssimo a respeito do seu cônjuge, como se já estivesse na presença dele(a).

Assim como o sol certamente nascerá enquanto existirem terra e céu, também o seu par e você se encontrarão no tempo perfeito para a consumação da sua união eterna.

Guarde os seus olhos e coração de toda a forma de prostituição! Desvie de toda a sensualidade e sedução, que fazem cair! Santifique-se para Deus, pois isso lhe renderá uma herança que jamais irá perecer!

Sabia que eu e a minha esposa oramos por você?

Você não está só!

Que o SENHOR Deus abençoe a todos vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Circuncisão

Bom dia a todos!

Gostaria de lhes falar algo sobre a circuncisão hoje aqui.

Em Gênesis 17, Abrão recebe a circuncisão como sinal da aliança eterna firmada entre o SENHOR, ele e a sua descendência.

Qual é o sinal da aliança de um homem, sua descendência e o SENHOR?

Eles recebem uma marca de santidade no seu órgão sexual.

Tudo o que um homem faz com seu espírito em última análise aparece através das manifestações da sua sexualidade.

A expressão fidedigna dos caminhos espirituais de um homem é conhecida através do modo como ele realiza a sua sexualidade.

O roubo que um homem pratica contra o seu próximo aparece no seu sexo; a opressão que um homem pratica contra o seu próximo aparece no seu sexo; a idolatria que um homem cultiva no seu coração aparece no seu sexo; a rebelião do homem contra o SENHOR em quem não confia nem descansa sabaticamente aparece no seu sexo; a ganância de um homem aparece no seu sexo; a violência de um homem aparece no seu sexo; as mentiras e enganos da boca do homem aparecem no seu sexo…

Não importa o que o homem faça no seu íntimo e exteriormente, isso sempre gerará uma modulação especial na manifestação da sua sexualidade.

Por isso que quem é santo no sexo é santo em tudo o mais, porque o único jeito de se ser santo no sexo é sendo santo em tudo o mais.

Abrão andou uma longa jornada com o SENHOR. De arrependimento em arrependimento, de glória em glória. Até que na plenitude do Espírito de Santidade ele recebe um sinal da parte do SENHOR que servirá de testemunho perpétuo da sua concordância, reverência e grandeza espiritual.

Veja, é quando a aliança de um homem com o SENHOR chega ao seu órgão sexual que temos um sinal de validade perpétua que indica uma mudança completa e total com a qual se pode contar confiantemente e de todo o coração pelas gerações das gerações sem fim.

Deus poderá contar com você quando o seu arrependimento aparecer através de um órgão sexual totalmente dedicado à Justiça de Deus.

Membros sexuais de injustiça são meros reflexos da incredulidade e da dureza de coração do homem para com o SENHOR, Deus.

Ninguém jamais precisou cortar prepúcios para participar da herança dos Filhos da Luz. Mas todos sempre precisaram alcançar a Justiça do SENHOR em toda a manifestação da sua sexualidade, como Abraão e os Filhos da Promessa do SENHOR o fazem.

O sexo do homem está diante do SENHOR.

Abandone a sua vida de pecados; volte atrás e recomece direito!

Quando até o seu sexo manifestar a Justiça do SENHOR, que é o Amor, então você será salvo de toda desgraça e gozará de toda a sorte de bênçãos da herança do SENHOR, sendo outro como o Cristo do SENHOR.

“Ao vencedor darei a eternidade das delícias, alegria, riqueza, vitória, amor e paz da parte do SENHOR”.

O SENHOR ama você.

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Sobre o sexo

Bom dia a todos!

Gostaria de lhes falar hoje um pouco sobre o sexo.

Não existe nada mais significativo que um ser humano possa fazer do que aquilo que ele pode através do sexo.

Através do sexo o homem cria seus valores eternos.

Casamento, filhos… Cumplicidade, companheirismo, caráter, identidade… Equilíbrio, responsabilidade, cura emocional, respeito, família… Pertencimento, morada, lar… Amor, paz, descanso… Vocação, feminilidade, masculinidade… Maturidade, força, coragem, integridade… Hospitalidade, nova vida, novo corpo, nova mente… Bons começos, riquezas, disposição para o trabalho, boa fé… Amabilidade, esperança, perseverança…

Todas essas coisas são chamadas à existência também por meio do sexo.

Nenhum menino se torna homem até que receba de sua mulher a sua autoridade; nenhuma menina se torna mulher até que receba do seu marido o seu valor. Essas transformações se fazem também com o sexo.

Nunca um homem conheceu a grandeza da sua alma até vê-la no prazer da sua mulher para com ele, a primeira criatura que verdadeiramente o aceita completamente, recebe sinceramente e o ama como senhor; jamais uma mulher percebeu a sua beleza até que seu marido pagasse com sua vida o preço total para ver toda a sua nudez, assumindo-a em uma aliança definitiva para a eternidade.

Isso tudo é um pouco do que o sexo faz ou um pouco do que podemos receber do SENHOR Deus por meio do sexo.

A hora certa de despertar a sexualidade é quando se é adulto com idade, maturidade e iniciado no seu trabalho; quando se tem um homem disposto a assumir um compromisso de fidelidade para com o SENHOR e sua mulher, e uma mulher disposta à submissão para com o SENHOR e o seu marido, o Casamento Sagrado; e quando se tem a bênção dos pais que têm uma aliança genuína com o SENHOR.

Antes disso, deve-se abster-se de toda a forma de sexo, pois o sexo sem o Espírito da Santidade do Senhor Jesus Cristo faz apenas o que é mal e nocivo para o homem e a mulher, gerando doenças físicas, emocionais e espirituais.

Por exemplo, a masturbação faz muito mal tanto para o homem quanto para a mulher. Pois é por meio de práticas masturbatórias que se instalam todos os tipos espíritos malignos ligados à imoralidade sexual. Onde não há masturbação, não há nem a perversão nem o abuso sexual.

Quanto à homossexualidade, a sensibilidade ao estímulo homoerótico se relaciona com experiências psicológicas muito antigas que vão desde o ventre materno e até o fim da primeira infância. A atitude consciente e inconsciente dos pais para com sua criança afetam definitivamente esse processo, por isso a Cura Divina para quem sofre por esse motivo passará definitivamente por uma profunda experiência de perdão aos pais.

Contudo, essa sensibilidade somente será o ponto focal da construção do sentimento de identidade da pessoa se ela se entregar a esses impulsos agindo através desse espírito mau. A verdade, porém, é que a homossexualidade não é uma casa onde se possa morar e viver, e a realidade psicológica que se deriva do engajamento em homossexualidades não passa de uma falsa identidade ou falso “eu”, que mais cedo ou mais tarde cairá inevitavelmente e se mostrará apenas mais um ídolo vazio.

Aquele que foi ferido pela homossexualidade, se quiser viver, vai ter que aprender a abster-se de toda forma de comportamento homossexual e práticas masturbatórias, e aceitar pela fé que a sua identidade verdadeira é o homem ou a mulher que ele(a) é. Mesmo sem sentir a Verdade, a princípio, a pessoa deve se submeter a ela até que gradativamente o sentimento de identidade mude de bases conforme ela cresça em sua integridade interior. O sentimento de identidade é reativo e esboça o reflexo das escolhas do coração e das ações cotidianas de alguém.

Ninguém precisa dar lugar ao espírito de homossexualidade para ser “eu mesmo”. Pelo contrário, é somente quando a pessoa corajosamente tira a voz e a vez desse espírito que ele encontra o “Eu Sou o que Sou [SEU NOME]”.

A verdade sobre o homem e a mulher florescem apenas quando encontram no SENHOR o florescimento da sua sexualidade: o homem foi destinado à aliança com sua mulher e vice-verso.

Relações homossexuais degradam o corpo, as emoções e o espírito das pessoas, e jamais satisfazem os anseios profundos do coração. Toda prática homossexual expressa e consuma a morte.

É melhor sofrer fazendo o que é o Certo, do que morrer infeliz e precocemente por causa do pecado.

Se você é solteiro e ainda não tem o que é necessário para receber da parte do SENHOR Deus o sexo na sua vida, mas já sofre a dor da solidão, respire até o fim. Esvazie o pulmão até doer, encha-o devagar… Faça isso de novo e de novo. Coloque suas mãos sobre o seu coração e peça ao SENHOR Deus o seu cônjuge e diga a ele que isso é muito importante agora.

Diga à sua dor, “o Salvador logo virá!”

Conserve-se puro(a).

Fuja de todo o sinal de imoralidade.

Não se masturbe jamais.

Honre seus pais.

Busque desenvolver a sua vocação honestamente através do trabalho e trabalhe no demais que for necessário com todo o amor e fidelidade como quem está a serviço do SENHOR.

Fale com o SENHOR Deus.

Seja forte, corajoso(a) e belo(a), persevere no bem e seja fiel.

O SENHOR Deus existe e socorre os seus rapidamente.

Se você é casado mas não é Casado, Case-se, pois quem não tocar o sagrado na relação que estabelece com a pessoa do outro sexo será amaldiçoado e não viverá eternamente.

Quando um homem vive com uma mulher sem jamais tê-la assumido verdadeiramente, isso é adultério e mata; quando uma mulher vive com um homem sem jamais ter se submetido verdadeiramente a ele, isso também é adultério e mata.

Às vezes descobrimos que vivemos juntos com uma pessoa do outro sexo mas jamais fomos Casados no SENHOR.

Sempre há tempo de começar de novo e começar direito nos caminhos do SENHOR Deus.

Arrependimento + coragem para deixar o erro e fazer o que é o Certo = Salvação e Cura Divina.

Precisamos terminar o que é falso e fazer o que é o Verdadeiro. Casamento é compromisso sagrado, aliança eterna entre o SENHOR Deus e os homens. Essa é a pedra angular da Cura Divina.

Celibato é quando você, abstendo-se completamente de toda a forma de sexo e sexualidade, erotismo e sensualidade, recebe o dom de suportar a solidão através da espiritualidade, do trabalho profissional, da família e da experiência comunitária. Se a solidão persiste ou se há urgência sexual, então a pessoa não recebeu esse dom e deve buscar se Casar no SENHOR.

A vida começa quando aceitamos o dano do erro que cometemos no passado, voltamos ao lugar do atalho indevido que tomamos e, dessa vez, fazemos direito o que tínhamos ter feito desde o princípio, pagando o preço hoje para realizar toda a Justiça de Deus.

O sexo é bom e a sua misericórdia dura para sempre!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

João Batista prepara o caminho do Salvador.

“Essas notícias sobre Jesus espalharam-se por toda a Judéia e regiões circunvizinhas.

Os discípulos de João [Batista] contaram-lhe todas essas coisas” (Lucas 7. 17, 18a. NVI).

Antes de refletirmos sobre as palavras de Jesus Cristo para e sobre João Batista, vamos olhar para João Batista, o profeta.

“No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judéia; Herodes, tetrarca da Galiléia; seu irmão Filipe, tetrarca da Ituréia e Traconites; e Lisânias, tetrarca de Abilene; Anás e Caifás exerciam o sumo sacerdócio.

Foi nesse ano que veio a palavra do SENHOR a João, filho de Zacarias, no deserto.

Ele percorreu toda a região próxima ao Jordão, pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados.

Como está escrito no livro das palavras de Isaías, o profeta: ‘voz do que clama no deserto: preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para Ele. Todo vale será aterrado e todas as montanhas e colinas, niveladas. As estradas tortuosas serão endireitadas e os caminhos acidentados, aplainados. E toda a humanidade verá a salvação de Deus‘ (cf. Isaías 40. 3-5).

João dizia às multidões que saíam para serem batizadas por ele: ‘raça de víboras! Quem lhes deu a ideia de fugir da ira que se aproxima? Deem frutos que mostrem o arrependimento. E não comecem a dizer a si mesmos: Abraão é nosso pai. Pois eu lhes digo que destas pedras Deus pode fazer surgir filhos a Abraão. O machado já está posto à raiz das árvores e toda árvore que não der bom fruto será cortada e lançada ao fogo’.

‘O que devemos fazer então?’, perguntavam as multidões.

João respondia: ‘quem tem duas túnicas dê uma a quem não tem nenhuma; e quem tem comida faça o mesmo’.

Alguns publicanos também vieram para serem batizados. Eles perguntaram: ‘mestre, o que devemos fazer?’

Ele respondeu: ‘não cobrem nada além do que lhes foi estipulado’.

Então alguns soldados lhe perguntaram: ‘e nós, o que devemos fazer?’

Ele respondeu: ‘não pratiquem extorsão nem acusem ninguém falsamente; contentem-se com o seu salário’.

O povo estava em grande expectativa, questionando em seu coração se acaso João não seria o Cristo.

João respondeu a todos: ‘eu os batizo com água. Mas virá alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de desamarrar as correias das suas sandálias. Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo. Ele traz a pá em sua mão, a fim de limpar sua eira e juntar o trigo em seu celeiro; mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga’.

E com muitas outras palavras João exortava o povo e lhe pregava as boas novas.

Todavia, quando João repreendeu Herodes, o tetrarca, por causa de Herodias, mulher do próprio irmão de Herodes e por todas as outras coisas más que ele tinha feito, Herodes acrescentou a todas elas a de colocar João na prisão” (Lucas 3. 1-20. NVI).

João Batista era descendente de Arão e, portanto, legítimo sacerdote para Israel; filho de um milagre, pois sua mãe, Isabel, era estéril e de idade avançada, quando Zacarias, seu pai, recebeu pela boca do anjo Gabriel a palavra de Deus de que ela ficaria grávida e assim aconteceu; e como Sansão, o juiz nazireu, não bebia vinho nem bebida fermentada.

Sobre ele repousava a promessa de que seria cheio do Espírito Santo desde antes do seu nascimento; que faria retornar muitos dentre o povo de Israel ao SENHOR, o seu Deus; e que iria adiante do Senhor Jesus Cristo no espírito e no poder de Elias, para fazer voltar o coração dos pais a seus filhos e os desobedientes à sabedoria dos justos, para deixar um povo preparado para o Senhor Jesus Cristo.

Sobre João Batista repousava a mão do SENHOR e ele era um homem justo e bom.

Ele foi chamado para também dar ao povo de Deus o conhecimento da salvação, mediante o perdão dos seus pecados, por causa das ternas misericórdias do Deus Eterno.

João Batista cresceu e se fortaleceu em espírito, vivendo no deserto até aparecer publicamente a Israel.

Para que fosse possível receber o Senhor Jesus Cristo, era necessário que se fizesse veredas retas para Ele.

O ponto zero, o marco que antecede a chegada do Salvador de Deus é o arrependimento dos Seus para o perdão dos pecados.

Isso significa que o arrependimento garante o acesso ao perdão que abre a pessoa para a salvação que nos alcança pelo Salvador.

Isso é grave, isso é sério, isso é o primeiro passo para dentro das boas novas de Deus, o caminho para a salvação e a cura de todo aquele que crê no Filho de Deus.

Primeiro os vales são aterrados, as montanhas e colinas, niveladas, as estradas tortuosas, endireitadas, e os caminhos acidentados, aplanados. E depois, toda a humanidade verá a salvação de Deus.

O arrependimento genuíno, que precede e acolhe a chegada do Cristo de Deus, dá frutos visíveis. E sem esses frutos não há salvação.

Não há como enganar a Deus. Sem arrependimento o que há é a implacável e merecida condenação e o inferno.

Por isso João Batista repreendia aqueles que queriam ser batizados por ele.

Quando nós, por meio das Escrituras, perguntamo-lhe, “João Batista, o que devemos fazer, então?”, ele nos diz pelo menos quatro coisas em suas respostas registradas nas Escrituras.

Em primeiro lugar, ele nos diz que todos os bens legítimos são de Deus e para Deus. E a vontade de Deus para eles é abençoar a todos.

Isso quer dizer que não se pode administrar quaisquer bens legítimos com a referência ilusória do indivíduo isolado sem implicação com seu próximo.

Essa referência é ilusória porque para Deus o que há é uma indiscutível solidariedade da raça humana. Não somos indivíduos, mas um corpo ligado e indivisível. Somos responsáveis pelo nosso próximo, assim como Caim foi responsável por seu irmão Abel, no princípio (Cf. Gênesis 4. 1-16).

Mas aqui essa responsabilidade se aplica focadamente ao dinheiro e os bens legítimos que, portanto, devem ser administrados em Deus para o bem comum.

Assim, deve beneficiar e incluir o meu próximo a administração dos bens que estão sob minha responsabilidade.

Quem acumular tudo para si mesmo sem repartir do que lhe sobra com o seu próximo que tem a falta, ele não achará o Reino de Deus.

Se eu recebi porção dobrada de bens e recursos, devo administrá-los na consciência de que “eu” para Deus é igual a “eu mais o meu próximo necessitado” em todos os casos e em quaisquer circunstâncias.

Em segundo lugar, ele nos diz que a autoridade deve estar sujeita à autoridade.

Quem recebeu autoridade, deve se submeter à autoridade. Pois quem não se arrepende e abusa da autoridade não herda o Reino de Deus.

Quem cobra do outro mais do que deve está louco e perdeu o temor a Deus. Ele não respeitará o Filho de Deus.

Quem pratica a extorsão corrompe a autoridade. Ele roubará também o Filho de Deus.

Quem dá falso testemunho pratica a mentira e é escravo do Diabo. Ele acusará o Filho de Deus.

Mas aquele que se arrepender de praticar quaisquer formas de abuso de autoridade, ele achará o Reino de Deus e será salvo para a eternidade.

Em terceiro lugar, ele nos diz que devemos nos contentar com a medida do favor de Deus que temos recebido.

Antes de recebermos o milagre, a salvação eterna, a cura profunda e definitiva que chega quando Jesus Cristo chega em nossa vida, precisamos nos arrepender da ingratidão e de toda a forma de rebelião.

A sabedoria faz trabalhar duro para o bem e para a prosperidade de tudo para todos seis dias por semana, mas também gera o arrependimento da ingratidão. Sem ele, o caminho para o Filho de Deus ainda está torto.

Quando nos arrependemos desse tipo de rebelião, nosso coração encontra a justa medida para esperar pelo Salvador.

Em quarto lugar, ele nos diz que nossa sexualidade pertence a Deus.

Masturbação, adultério e fornicação (sexo entre pessoas sem uma aliança conjugal diante de Deus); homossexualidades e perversões (relações sexuais anti-naturais, diferentes da relação sexual natural entre um homem e sua mulher); e prostituição de todos os tipos: sem arrependimento dessas coisas feitas em carne ou em espírito ninguém participará do Reino de Deus. Esses já estão condenados pela Justiça que procede da Santidade do SENHOR.

João Batista repreende Herodes e Herodias, esposa de Filipe (irmão de Herodes), por sua relação proibida.

O arrependimento dos pecados sexuais antecede a Salvação.

“E com muitas outras palavras João [Batista] exortava o povo e lhe pregava as boas novas” (Lucas 3. 18. NVI).

João Batista é menor do que o menor dos filhos do Reino de Deus.

Mas ao batismo de João Batista até mesmo Jesus Cristo se submeteu e, depois disso, instituiu-o como sacramento (caminho necessário para a Salvação).

Convém darmos o primeiro passo.

“Arrependemo-nos! Pois o Reino de Deus está próximo! E toda a humanidade verão a salvação de Deus!”

Em nome de Jesus Cristo. Amém.

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.

Aparência de justiça e justiça de Deus.

“Os fariseus, que amavam o dinheiro, ouviam tudo isso e zombavam de Jesus. Ele lhes disse: ‘vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece o coração de vocês’ ” (Lucas 16. 14, 15a. NVI).

Há os que falam das coisas de Deus e praticam atos de purificação cerimonial, mas não praticam a justiça de Deus e não têm nenhuma filiação com Deus Pai.

Quem é justo pratica a justiça de Deus por meio da fé.

A justiça de Deus começa com o fato de que as riquezas não nos pertencem; as riquezas pertencem a Deus.

Ninguém que possua riquezas pode ignorar a vontade de Deus para essas riquezas sem receber as consequências eternas de sua iniquidade.

“Havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho fino e vivia no luxo todos os dias.

Diante do seu portão fora deixado um mendigo chamado Lázaro, coberto de chagas; este ansiava comer o que caía da mesa do rico. Até os cães vinham lamber suas feridas.

Chegou o dia em que o mendigo morreu e os anjos o levaram para junto de Abraão. O rico também morreu e foi sepultado. No [inferno], onde estava sendo atormentado, ele olhou para cima e viu Abraão de longe com Lázaro ao seu lado. Então, chamou-o: ‘pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo na água e refresque a minha língua, porque estou sofrendo muito neste fogo’.

Mas Abraão respondeu: ‘filho, lembre-se de que durante a sua vida você recebeu coisas boas, enquanto que Lázaro recebeu coisas más. Agora, porém, ele está sendo consolado aqui e você está em sofrimento. E além disso, entre vocês e nós há um grande abismo, de forma que os que desejam passar do nosso lado para o seu, ou do seu lado para o nosso, não conseguem’.

Ele respondeu: ‘então eu te suplico, pai: manda Lázaro ir à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que eles não venham também para este lugar de tormento’.

Abraão respondeu: ‘eles têm Moisés e os Profetas; que os ouçam’.

‘Não, pai Abraão’, disse ele, ‘mas se alguém dentre os mortos fosse até eles, eles se arrependeriam’.

Abraão respondeu: ‘se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos’ ” (Lucas 16. 19-31. NVI).

A justiça de Deus também aponta para o fato de que as pessoas não nos pertencem, as pessoas pertencem a Deus.

Ninguém que se relacione com uma pessoa pode ignorar que há a vontade de Deus para esse relacionamento.

“Quem se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher estará cometendo adultério, e o homem que se casar com uma mulher divorciada estará cometendo adultério” (Lucas 16. 18. NVI).

Os fariseus agiam como se as riquezas não fossem de Deus nem as pessoas, mas se justificavam diante dos homens com suas palavras e compromissos cerimoniais.

“[Mas] aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus” (Lucas 16. 15b. NVI).

Deus não quer saber da eloquência do meu discurso, nem do meu compromisso ritualístico.

Deus quer saber se o dinheiro que tenho está sendo administrado segundo a Sua vontade; Deus quer saber se nos meus relacionamentos eu honro a aliança fiz com Ele, praticando neles o Seu amor, pureza e fidelidade.

Não adianta dizer que amo a Deus, que sou cristão, se deixo o Lázaro moribundo que está à minha porta desassistido de minhas riquezas; não adianta ir ao culto dominical e repetir o “Pai Nosso” antes do jogo de futebol, se abandono o meu cônjuge por quaisquer motivos que não a imoralidade sexual.

Você ama a Deus? Então honre a Deus com suas finanças, administração e bens; cuide do seu cônjuge, ame-o e seja-lhe fiel, e viva seus relacionamentos com a integridade de Jesus Cristo.

“Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito.

Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas? E se vocês não forem dignos de confiança em relação ao que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês?

Nenhum servo pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará outro, ou se dedicará a um e desprezará outro. Vocês não podem servir a Deus e a Mamom” (Lucas 16. 10-13. NVI).

Aparência de justiça: a eloquência, a argumentação e os hábitos com verniz religioso.

Justiça de Deus: administração, mordomia e finanças, sexualidade e relacionamentos pessoais todos submissos ao Espírito de Deus pela fé.

“A Lei e os Profetas profetizaram até João. Desse tempo em diante estão sendo pregadas as boas novas do Reino de Deus e todos tentam forçar sua entrada nele.

É mais fácil os céus e a terra desaparecerem do que cair da Lei o menor traço” (Lucas 16. 16, 17. NVI).

Todos tentam forçar a sua entrada no Reino de Deus, mas ninguém consegue torcer os caminhos de Deus. Por mais forte que um homem seja, a porta de acesso para o Reino de Deus não pode ser quebrada, alargada, corrompida ou movida. Ela é a mesma e permanecerá assim para sempre. Para entrar, ele precisa se arrepender e abandonar sua rebelião contra o Unigênito Filho de Deus.

Aparência de justiça não é justiça de Deus. E sem a justiça de Deus, que é pela fé, ninguém herdará o Reino de Deus.

Arrependamo-nos todos! Pois o Reino de Deus está próximo!

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.