A dor crônica e os pedidos da alma

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que estejam bem, que estejam verdadeiramente bem.

Hoje vamos falar um pouco sobre a dor crônica à luz da Psicologia Corporal.

A Sra. Mariana Schamas, cinesiologista, pós-graduada em dor crônica pelo Hospital Sírio-Libanês (SP), secretária do Comitê de Práticas Integrativas e Complementares da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor e membro da Associação Internacional para o Estudo da Dor, disse em seu artigo para a Revista Saúde que:

“Estima-se que 1,5 bilhão de pessoas sofram diariamente com a dor crônica no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 32% da população do planeta padeça desse mal. Só no Brasil a projeção é que 60 milhões de cidadãos encarem o problema, caracterizado por um incômodo que persiste e é recorrente por mais de três meses”.

Muitos de nós sentimos dores constantemente. Dor e sofrimento, sofrimento e dor.

Gosto de pensar na dor como um pedido de atenção, um alerta, uma prioridade.

Quem sente dor geralmente se sente incomodado pelas limitações que ela lhe impõe, mas, por mais que resista, vai se tornando cada vez mais incapaz de deixá-la de lado sem socorro.

A dor não é um problema, mas o princípio da restauração.

Somente conseguimos discernir as importâncias das coisas mediante o tamanho da dor relacionada com a negligência delas.

Por isso que um homem sábio é também um homem de dores, um home experimentado nas dores da vida.

Por causa da minha filha, estive mediando um conflito com um coleguinha de pula-pula. Eles estavam se empurrando na cama elástica e isso ameaçou definitivamente a continuidade da sua brincadeira.

Quando me aproximei do garoto para conversar, ele fechou a cara para mim e colocou as mãos nos ouvidos para não ouvir mais uma bronca. Eu não tinha uma bronca, embora tivesse testemunhado que fora ele quem começou a empurrar minha filha, mas uma palavra de instrução, compreensão e conciliação.

Quando enfim ele percebeu a minha índole e que aquela palavra de orientação poderia trazer para eles de volta o prazer de brincarem juntos, então me deu os seus ouvidos e a diversão foi restaurada.

Os ouvidos vêm fácil quando percebemos que o inconveniente veio para nos curar.

Assim é a dor… Assim é a dor que não nos deixa.

Ela é portadora de uma mensagem de instrução, compreensão e conciliação, mas primeiramente tratamo-la como se fosse inimiga sem razão.

Como psicólogo corporal eu digo a vocês: nenhum corpo é bobo ou burro, por detrás de todo desconforto existe uma necessidade legítima, que pode nos ajudar a chegar a um caminho de paz física e psicológica.

Às vezes a mensagem do corpo está encriptada, codificada, expressa em um idioma que não compreendemos ainda. Por essa razão que se justifica o trabalho dos profissionais psicólogos corporais e semelhantes, que com grande sensibilidade aprendem e ajudam a entender a língua materna da oportunidade e necessidade da dor.

Como psicólogo corporal, eu já vi sintomas físicos sendo transformados em novas atitudes psicológicas e as dores crônicas, como num passe de mágica, deixando de existir. Não acontece sempre e às vezes leva algum tempo, mas é o objetivo que toda a psicoterapia corporal deseja atingir.

Talvez a sua dor já esteja chamando a sua atenção há muitos anos e você já tenha passado por inúmeros tratamentos, sem sucesso. Não sou melhor do que os outros e minha terapia também tem suas limitações. Mas minha sabedoria quer lhe fazer pensar: está doendo porque tudo ainda pode ser melhor; as perdas causadas pela sua condição de saúde também aprumam o seu propósito de ser e existir.

Anestésicos são úteis no momento de uma cirurgia, mas não são úteis para a rotina cotidiana. Se a dor dura mais do que o tempo do hospital, então é melhor deixar a pista da corrida e começar a virar o barco na direção da sua restauração integral, um longo trajeto rumo à solução do “mistério indecifrável”.

Toda forma de enfermidade propõe uma charada sobre os fundamentos da nossa humanidade. Aos corajosos, um banquete de satisfação e paz.

Segure na minha mão, meu amigo. Você não está só.

Uma boa semana a todos!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, psicólogo corporal, CRP 06/89471.

From Patient to Physician

Boa tarde a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que testemunhando os feitos do SENHOR Deus em nossa geração!

Hoje temos aqui um vídeo do pastor Joel Osteen falando sobre o importante tema da transformação divina.

Todos temos uma luta na vida, um tema de tensão e expressão sobre o qual esperamos a ajuda, a intervenção do SENHOR, nosso Deus.

Algumas famílias sofrem por causa do vício de drogas, por exemplo, tendo perdido alguns de seus membros, tragados pela morte que o acompanha. Outras padecem com a imoralidade e a devassidão. Temos ainda as casas cadavéricas por causa da ganância e cobiça financeira ou arruinadas pelas dívidas e má administração.

Todos precisamos da cura que procede do trono do Deus Altíssimo. E é aqui que precisamos aprender a grande lição: o SENHOR Deus somente permite o nosso sofrimento específico porque é somente assim que somos capacitados para ministrar a cura e a salvação do nosso Deus nessas mesmas áreas a outros.

O sofrimento do ímpio é castigo, mas o do justo é aprendizagem e treino, capacitação para boas obras.

No Reino do SENHOR Deus todo paciente um dia se torna médico.

Aprenda com o pastor Joel Osteen e que a graça de nosso Senhor Jesus, o Cristo, o transporte a uma nova consciência e tempo de vida!

Amamos vocês!

Acreditamos em vocês!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, teólogo, e o editor do blog Curados por Deus.

Interpretando o sofrimento

Boa noite a todos!

Hoje temos um vídeo da Rosemead School of Pychology, com a Dra. Elizabeth Hall, Psicóloga, falando sobre três maneiras como podemos interpretar o sofrimento do ponto de vista psicológico cristão.

Em primeiro lugar, o sofrimento é um resultado natural da prática de pecados. “Desobediência dói”, diriam os meus pais, em suma.

Em segundo lugar, o sofrimento é um fogo que refina o caráter. Não existem grandes homens, sem grandes adversidades, adversários e provações para purificá-los e fortalecê-los. Apenas a oposição é capaz de nos exercitar a tenacidade e a perseverança nos caminhos da justiça e do bem.

Em terceiro lugar, o sofrimento é a única experiência capaz de alterar nossa visão de mundo. Da arrogância do inexperiente para a humildade do ancião, não existe um outro modo de ajustarmos as lentes do nosso discernimento, senão através dos dolorosos acontecimentos da vida. Não há ganho de perspectiva, nem sabedoria universal, sem a travessia do mar revolto ou do deserto solitário. Até que a nossa condição humana, vulnerabilidade, dependência do SENHOR Deus e interdependência, tenha nos alcançado em cheio, podemos permanecer alienados em pensamentos estreitos e irreais.

Como é difícil encontrar bons materiais de Psicólogos para essa seção “Aprendendo com outros”.

Aproveitem o excelente material!

Atenciosamente,

Rafael Caldeira de Faria, Teólogo, e o Editor do blog Curados por Deus.